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Entrevista exclusiva com Rinaldo Rodrigues, técnico da Liga Sorocabana.

A sabedoria popular diz que de médico e louco todo mundo tem um pouco, certo? E Rinaldo Rodrigues, técnico e presidente da Liga Sorocabana, não foge da raia, pelo menos no que tange à segunda parte do ditado. Em entrevista exclusiva ao Território LNB, Rinaldo diz não se importar com o rótulo, mas mostra muito mais que a tal insanidade. Na longa conversa com o blog, intermediada pela assessoria de comunicação do time, o técnico da Liga Sorocabana mostra que, acima de tudo, é um apaixonado pelo basquete, um dedicado lutador que batalha incansavelmente a favor da bola laranja.

Rinaldo também falou sobre a relação com o pivô Mineiro, as dificuldades e as lições do último campeonato paulista, do investimento na base sorocabana, da relação da equipe com a cidade, dos projetos sociais desenvolvidos ao longo destes 14 anos, dos seus ídolos e guias, Tom Zé e Marco Antônio Aga, e muito mais!

Sem mais delongas, segue abaixo a entrevista com Rinaldo Rodrigues, técnico da Liga Sorocabana.

Território LNB – Conta um pouco a história da Liga Sorocabana. Verdade que até rifas foram organizadas pro time nascer?

Rinaldo Rodrigues – Tudo começou há 14 anos. Eu estava no final da carreira de jogador e precisava fazer alguma coisa pra me manter vivendo de basquete. Aí com a ajuda de alguns alunos das escolinhas de base daqui bolamos algumas rifas, algumas camisas do São Bento que é o time mais famoso daqui, e assim começou a arrecadação de verbas pra criação do time, sempre visando fazer o melhor basquete possível pra cidade.

Território LNB - Você foi jogador, agora é técnico e presidente da Liga Sorocabana. Quais as diferenças e dificuldades de cada função.

Rinaldo Rodrigues – O técnico tem que lidar com muitas pessoas e o presidente lida com dinheiro, tem que saber administrar. Às vezes acontece das coisas não darem certo na quadra e a gente não consegue separar. Mas agora graças a Deus consegui montar uma equipe fora de quadra muito boa que está me ajudando muito, ajudando inclusive a filtrar fazendo com que não chegue tudo no Rinaldo.

Território LNBO acúmulo de funções atrapalha o Rinaldo treinador?

Rinaldo Rodrigues - Não, eu exerço a função de treinador como qualquer outro técnico do NBB, estudo os adversários, táticas, vejo vídeos, tudo. O Eduardo (de Souza Correa), meu assistente, é uma pessoa muito competente e me auxilia muito nesse trabalho. Eu aprendi uma coisa com o meu pai, quando você se propõe a fazer algo, você tem que fazer. Então eu me propus a ser técnico e presidente, então eu tenho que dar conta. A Liga Sorocabana cresceu muito nos últimos anos, chegou a nossa hora e vai chegar o momento em que teremos que fazer essa separação mais ainda, e aí vou fazer a escolha de deixar a quadra ou não.

Território LNBFala um pouco das ações sociais desenvolvidas pelo time, o Arremesso para o amanhã, as escolinhas, clínicas e o trabalho de base.

Rinaldo Rodrigues – As ações sociais que desenvolvemos, seja o Arremesso para o Amanhã ou as clínicas que levamos às escolas da cidade, são os fatores mais preponderantes pro sucesso do nosso projeto. São essas ações que propiciaram massificar o basquete na cidade, que fizeram o nosso time ser tão conhecido em Sorocaba. As escolinhas são a base da formação dos nossos atletas. Vários jogadores saíram daqui das nossas quadras, hoje tem o Thiago no Paulistano, o Gustavo Scaglia jogando a NCAA na Arizona Western, o próprio Heitor que voltou agora pro nosso time, esses são todos frutos das nossas escolinhas. Agora começamos a investir no juvenil, algo que nunca fizemos. Estamos fortalecendo nossa base e nosso sonho é que, em pouco tempo, possamos ter todas as categorias de base em Sorocaba, desde as escolinhas até a última categoria antes do adulto.

Território LNB - Como você vê a relação da Liga Sorocabana com a cidade?

Rinaldo Rodrigues – É sensacional! Sem dúvida nenhuma, hoje o basquete é o esporte que puxa a cidade. Mas a gente não que puxar só pro nosso lado, nosso objetivo é levantar o esporte em Sorocaba de maneira geral, a gente não pensa só no basquete. Nossa idéia é que o basquete abra as portas pros outros esportes, mostrando que Sorocaba tem valor esportivo e, através do basquete, as outras modalidades cresçam na cidade, vôlei, futsal, tudo. Nosso objetivo é transformar Sorocaba em uma cidade poliesportiva, uma cidade do esporte de competição.

Território LNB - A questão dos recursos é quase sempre um problema nos esportes olímpicos brasileiros. Hoje, como é a situação da Liga Sorocabana em relação aos recursos?

Rinaldo Rodrigues – A gente vem trabalhando pra encontrar mais um parceiro, a gente precisa fechar mais uma cota e a sociedade sorocabana vem nos ajudando muito, cobrando do empresariado local. Nós estamos trabalhando pra cada dia ter mais e melhorar nosso projeto. Já temos os patrocinadores que honram seus compromissos, temos apoiadores aqui que estão conosco há 14 anos e isto é algo raríssimo no esporte, um patrocinador que fique 14 anos com uma equipe, e nós já temos isso aqui em Sorocaba. Temos a esperança de um dia termos uma estrutura maior. A equipe vai ser sempre assim, pensando grande e buscando, mas precisamos crescer pra fortalecer a nossa base e termos no adulto um espelho pra esses jovens que sonham em jogar na elite do basquete brasileiro e, futuramente, até no plano  internacional.

Território LNBVocês tiveram um campeonato paulista difícil nesta temporada. Quais as lições que ficaram?

Rinaldo Rodrigues – Foi a maior lição da minha vida, eu aprendi muito com as situações que vivemos no Paulista. Alguns atletas que vieram aqui não souberam entender nosso projeto. Foi uma decepção, mas acima de tudo uma grande lição. A gente montou uma equipe forte, mas com espírito fraco. E este espírito fraco preponderou no Paulista. Mas isto é passado, aprendemos muito com tudo que aconteceu no Paulista e hoje temos uma equipe comprometida com o projeto, forte tecnicamente, forte de cabeça e de espírito, seja nas vitórias ou nas derrotas.

Território LNB - Como você analisa a campanha da Liga Sorocabana até aqui no NBB?

Rinaldo Rodrigues - Uma campanha regular. A gente vem surpreendendo, tanto por algumas vitórias como por algumas derrotas. Nós sabemos que chegar aos playoffs é muito difícil, mas estamos trabalhando. O que eu não quero neste primeiro ano de NBB é perder de muito, acho que a gente tem que estar sempre incomodando os adversários, como fizemos na maioria dos jogos. A classificação aos playoffs neste primeiro ano é muito difícil e se a gente incomodar no campeonato eu já estarei satisfeito. No segundo ano aí já é diferente, em nossa 2ª temporada no NBB a gente vai em busca de coisas maiores.

Território LNBMuitas pessoas que executam suas funções de forma apaixonada e com extrema dedicação são taxadas de loucas. O rótulo de louco te incomoda?

Rinaldo Rodrigues - Não, de forma alguma! Eu adoro ser louco porque eu amo o que eu faço! Minha família adora o basquete e sabe da importância que esse esporte tem pra minha vida. Eu acho que quando você gosta de uma coisa, não pode exagerar muito, mas eu me entrego de corpo e alma a esse projeto! Nunca visei benefício próprio, sempre o que quis foi devolver à sociedade o que o basquete me deu, trazer de volta o esporte de competição a Sorocaba, o esporte do sonho porque eu sou um sonhador. Hoje estou muito feliz e acredito que a Liga Sorocabana ainda vai crescer muito mais! Acho que todo mundo tem um pouco de louco, eu não fujo disso, não me importo de ser taxado de louco e até uso isso em meu favor como uma forma de marketing pessoal.

Território LNBSua postura dentro de quadra no NBB tem sido muito elogiada. Isto é fruto de um trabalho fora de quadra?

Rinaldo Rodrigues - Então, a gente está tentando respeitar. A LNB respeita muito o trabalho e a história de cada profissional e reconhece o esforço de todos nós aqui em Sorocaba. A arbitragem também está de parabéns no NBB, entendendo bem a nossa luta e respeitando o meu jeito de ser e trabalhar. Todos nós queremos o melhor para o basquete brasileiro, então cada um faz sua parte e respeita o outro, as cobranças existem, mas em forma de diálogo. A única coisa que sei fazer na minha vida é fazer basquete, então tenho que buscar melhorar não só no trabalho, mas também na postura. Eu acho que ainda tenho uma grande contribuição a dar para o basquete brasileiro, faço isto com muito amor e tenho muitas pessoas ao meu lado, me ajudando, me aconselhando. E o que estou tentando é seguir um caminho de evolução pra poder fazer um basquete cada vez melhor.

Território LNBQuando o Mineiro foi anunciado como reforço da Liga Sorocabana, muita gente disse “ou eles se matam ou eles se casam”, em alusão ao temperamento, pra muitos, parecido ao seu. Você vê no Mineiro um novo Rinaldo?

Rinaldo Rodrigues – Logicamente que não, o Mineiro não é o Rinaldo mais novo. O Mineiro foi campeão brasileiro, sulamericano, paulista, já defendeu a Seleção Brasileira, o Rinaldo não chegou a tanto. No temperamento aí sim, ele se parece comigo. Inclusive é um trabalho que tenho feito com ele, explicar que nem sempre as coisas são como a gente acha que são e a gente tem que ter equilíbrio pra conseguir as coisas na vida. Ele é um cara novo que se identifica muito comigo e eu sempre falo pra ele, tem hora que a gente tem que contar até dez. O Mineiro é muito talentoso e eu acho que ele tem tudo pra se tornar o grande pivô brasileiro, eu acredito muito nisso. Ele tem basquete pra isso, tem talento, só falta agora se firmar e querer, porque não adianta que os outros queiram ou falem, tem que partir dele.

Território LNBQueria que você falasse de duas pessoas que sei que foram muito especiais pra que você pudesse estar aqui hoje, o Tom Zé e o Marco Antônio Aga.

Rinaldo Rodrigues – Ah, esses dois são os grandes exemplos de luta da minha vida. O Aga me deu uma grande chance de aprender em Casa Branca. Ele na verdade foi o cara que deu o leite da minha filha, eu estava desempregado e ele me deu uma chance em Casa Branca. É uma situação parecida com a do Mineiro aqui em Sorocaba, como o Aga  também é turrão, todo mundo achou que a gente ia brigar, mas o que aconteceu foi uma grande amizade. Aprendi muita coisa com o Aga, tanto no banco de Casa Branca como dentro de quadra, ele é um cara que faz parte muito forte da história da minha vida. Agora o Tom Zé é meu grande guia! Eu tento representá-lo da forma que ele sempre pensou o basquete, honestidade, seriedade, muito trabalho. Acho que vai ser muito difícil termos outra pessoa igual, uma pessoa que amava o basquete como ele. O Tom Zé também me ajudou muito, veio a Sorocaba, deu clínicas aqui, me ensinou demais. Cuidou do meu temperamento, me deu inúmeros conselhos, abriu muitas portas pra mim, hoje eu me lembro de muitas coisas que ele falava. Hoje ele ta lá em cima, mas sabe que faz parte de tudo isso que está acontecendo. Uma vez, quando dirigia o Araraquara e ia jogar contra Franca, ele falou que eu ainda ia ter o gostinho de ver o ginásio aqui de Sorocaba lotado e em diversos jogos aqui eu senti a presença dele comigo. Nosso sistema de jogo é baseado no dele, com pouquíssimas mudanças, é um grande guia pra mim. Quando você está lá embaixo, pouca gente estende a mão pra você e esses dois (Aga e Tom Zé) não me estenderam a mão, eles quase me carregaram no colo. Um dia o Aga me falou “Rinaldo, o pior é que você está chegando mesmo hein”, sou muito grato a esses dois, devo muito a eles. Meu sonho de consumo era ter esses dois como meus assistentes!

Território LNBPra finalizar, deixa uma mensagem pra torcida sorocabana.

Rinaldo Rodrigues – Não parem de torcer, nem mesmo nas derrotas. As dificuldades dentro de quadra são imensas, nossa torcida está aprendendo a levantar o time e hoje eles já são o nosso sexto, sétimo, oitavo, nono, décimo jogadores! A gente conta demais com nossos torcedores e estamos muito satisfeitos com o que eles estão fazendo nesse NBB. Torcida é o fator fundamental no esporte, ninguém gosta de jogar em ginásio vazio e nós estamos trazendo um dos maiores públicos já na nossa 1ª temporada no NBB. Então eu e todos envolvidos no projeto estamos muito satisfeitos e só temos que agradecer à torcida sorocabana!

Imagens: LNB

 

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Entrevista exclusiva do Território LNB com José Neto, técnico do Joinville.

Nesta quarta, 25 de janeiro, a equipe do Território LNB encontrou com o técnico José Neto, do Joinville, para um longo e interessantíssimo bate papo.

Muito solícito, Neto não economizou e conversou bastante  sobre este início de trabalho no sul do país. Falou da relação do time com a comunidade joinvilense, das jovens promessas da equipe catarinense, do capitão Shilton, dos estrangeiros que chegaram para jogar o NBB, da vaga na Ligas das Américas, da estrutura fora da quadra.

Ele também comentou sua volta ao basquete de clubes e ao campeonato nacional depois de um bom tempo a frente apenas das seleções de base do Brasil.

Mas os assunto não ficou restrito somente ao Joinville e sua carreira. Neto também falou sobre o último Mundial Sub 19, Jonas Valanciunas, categorias de base, LDO, a evolução do basquete brasileiro nos últimos anos e muito mais!

E fechou a entrevista exprimindo um desejo que não é só dele:

Que o basquete de Joinville nunca acabe!

Confira todo o papo com José Neto no vídeo abaixo.

Imagem: Joinville
Vídeo: Território LNB
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Na noite desta quarta, 30 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e MVP da última edição da competição. Durante uma hora, Giovannoni atendeu a todos solicitamente, respondendo todas as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que participaram e tanto enriqueceram [...]

Na noite desta quarta, 30 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e MVP da última edição da competição.

Durante uma hora, Giovannoni atendeu a todos solicitamente, respondendo todas as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que participaram e tanto enriqueceram nossa entrevista aberta.

Abaixo, um resumo da #twitrevista com Guilherme Giovannoni. Quem quiser ver todas as respostas, é so clicar aqui e conferir o perfil pessoal do jogador.

Papel do NBB na evolução do basquete brasileiro

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Torcida do Brasília

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Asceb ou Nilson Nelson?

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Escolinha GG12

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O Brasil pode sonhar com uma medalha em Londres 2012?

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Alex e Nezinho

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Coletivismo X Individualidade

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Melhor marcador do NBB

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O que o Brasília precisa fazer pra chegar ao tri do NBB?

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Basquete francano

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Qual título do NBB foi mais especial?

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Objetivos para a temporada 2011/2012

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Campeão e MVP, dá pra repetir a dobradinha neste NBB?

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Favoritos ao título do NBB

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Times que podem surpreender

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Jogadores, do passado e da atualidade, que mais gosta de ver jogar

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Alimentação antes de uma partida

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Dicas pra quem está começando no basquete

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Melhores jogadores da NBA

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Importância da manutenção do elenco da temporada passada para a atual

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Adiamento do hexagonal final da Liga Sulamericana

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Você teme que a Liga Sulamericana não chegue ao fim?

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Arbitragem brasileira

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Desistência do Vitória

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Final em jogo único

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Espera reencontrar o Flamengo na final do NBB?

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Diferenças do basquete brasileiro para o europeu

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Taticamente, o basquete brasileiro ainda está muito distante do europeu?

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Atletas estrangeiros no NBB

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Basquete feminino brasileiro está muito distante do masculino?

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Melhores técnicos com quem trabalhou

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Importância do Magnano na conquista da vaga olímpica

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Nenê deve ir aos Jogos Olímpicos?

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Despedida

despedida

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Nesta quarta, 30 de novembro, tem mais uma #twitrevista do @NBB_Oficial! E o convidado é o Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e atual MVP da competição! Uma ótima oportunidade pro torcedor conversar com um dos melhores jogadores brasileiros da atualidade! A #twitrevista com Guilherme Giovannoni começará às 10 da noite e, durante uma [...]

giovannoni-foto_luiz_piresNesta quarta, 30 de novembro, tem mais uma #twitrevista do @NBB_Oficial!

E o convidado é o Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e atual MVP da competição!

Uma ótima oportunidade pro torcedor conversar com um dos melhores jogadores brasileiros da atualidade!

A #twitrevista com Guilherme Giovannoni começará às 10 da noite e, durante uma hora, o craque do Brasília responderá as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs da bola laranja que queiram participar e contribuir com nossa entrevista aberta.

Pra participar é muito fácil, basta estar cadastrado no twitter, seguir os perfis do NBB e do Guilherme Giovannoni e, a partir das 22 horas desta quarta, enviar suas perguntas diretamente para o @giovannoni12.

Sempre colocando a tag #twitrevista pra facilitar a vida do nosso entrevistado.

Contamos com a sua participação!

Pra saber o que é uma #twitrevista, é só clicar aqui.

Imagem: LNB
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Na noite desta terça, 29 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com o o ala Fernando Fischer, cestinha e um dos destaques do Bauru, única equipe que permanece invicta no NBB 2011/2012. Durante mais de uma hora, Fischer atendeu a todos solicitamente, respondendo as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs [...]

Na noite desta terça, 29 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com o o ala Fernando Fischer, cestinha e um dos destaques do Bauru, única equipe que permanece invicta no NBB 2011/2012.

Durante mais de uma hora, Fischer atendeu a todos solicitamente, respondendo as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que tanto enriqueceram a entrevista aberta.

O papo ainda contou com participações ilustres, como do armador Larry Taylor, companheiro de Fischer no Bauru.

Abaixo, um resumo da conversa com Fernando Fischer. Quem quiser ver todas as respostas, é só clicar aqui e conferir o perfil pessoal do jogador.

Até onde o Bauru pode chegar neste NBB?

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Principal aprendizado da carreira

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Quais fundamentos trabalha mais pra evoluir?

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Evolução do NBB

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Melhores técnicos com quem já trabalhou

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Guerrinha

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Jogador do NBB que gostaria de levar pro Bauru

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Marcador mais implacável que enfrentou no NBB

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Melhores jogadores da NBA, do basquete FIBA e do NBB

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Expectativa para a disputa da Liga das Américas

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Torcida mais dífícil de enfrentar

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Larry Taylor

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Torcida bauruense

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Com a Panela de Pressão, Bauru fica ainda mais forte?

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Este é o ano do Bauru?

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Característica do seu jogo que precisa melhorar mais

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Bauru já pode ser considerado um dos favoritos ao título do NBB?

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Bauru na LDO

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Principais favoritos ao título do NBB

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Equipes que defendeu ao longo da carreira

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Já jogou ao lado do irmão Ricardo Fischer? E rola alguma aposta quando vocês se enfrentam?

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Ensinamentos que trouxe do basquete europeu

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Segredo do ótimo aproveitamento da linha dos 3 pontos

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Rotina de treinamentos pras bolas de 3 pontos

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Segredo do Bauru

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Melhores arremessadores do perímetro no NBB

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Ídolos no basquete

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Ainda pensa em defender a Seleção?

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Flamengo é o time a ser batido neste NBB?

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Maior dificuldade em se fazer basquete no Brasil

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Brasil, país do futebol. Esta mono esportividade atrapalha?

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Retorno aos Jogos Olímpicos

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Nenê e Leandrinho nos Jogos Olímpicos

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Despedida

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Por Victor Moraes Depois de oito temporadas atuando na NBA, Leandrinho está de volta ao Brasil para jogar pelo Flamengo. Com o impasse entre jogadores e donos de franquias na terra do Tio Sam, o ala armador aceitou o desafio de defender o rubro negro enquanto durar o locaute na liga estadounidense. Perto da família [...]

Por Victor Moraes

Depois de oito temporadas atuando na NBA, Leandrinho está de volta ao Brasil para jogar pelo Flamengo. Com o impasse entre jogadores e donos de franquias na terra do Tio Sam, o ala armador aceitou o desafio de defender o rubro negro enquanto durar o locaute na liga estadounidense.

Perto da família e da filha, Leandrinho é só sorrisos e quer aproveitar ao máximo o período no Rio de Janeiro. Dentro de quadra, a fase ainda é de adaptação. Nova equipe, novos companheiros, novo técnico, mas o astro brasileiro está animado para ajudar o Flamengo na luta para recuperar o título do NBB e quer estar com o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Confira a entrevista exclusiva com o craque do Flamengo.

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Território LNB: Com esse tempo que você está aqui no Flamengo, como você está se sentindo e como vem sendo a sua adaptação ao Rio de Janeiro?

Leandrinho: Está sendo boa. Acho que é tudo um pouco novo para mim… O jeito de jogar, cidade nova, clima novo, jogadores novos, time novo. Então é uma nova vida. Estou muito feliz e vem sendo muito bacana, principalmente para a minha experiência como jogador de basquete. É sempre um prazer poder jogar no meu país, já que sai daqui há um tempo. Pra mim é um orgulho estar de volta.

Território LNB: Foram oito anos jogando na NBA e agora, neste retorno, onde você mais sentiu diferença? Quais as principais mudanças entre o basquete que é jogado aqui e o da NBA?

Leandrinho: Eu acho que é o espaço, dentro do garrafão é mais difícil fazer a penetração. As regras do basquete brasileiro pra contato também são bem diferentes que as de lá. Então estou nessa fase que eu tenho que me acostumar ao basquete brasileiro para poder me entregar junto com o grupo e poder ajudar.

Território LNB: Na NBA você estava jogando a maior parte do tempo na posição dois, como um ala armador. Aqui no Flamengo você está atuando mais como um armador principal. Como está sendo voltar a jogar na posição 1? Em que aspectos você sente mais dificuldade e como você acha que pode se encaixar ao esquema que o técnico quer adotar aqui?

Leandrinho: Eu acho que ele está me ajudando de todas as formas para eu poder colaborar com o time, dando mais controle dentro de quadra. Temos jogadores muito fortes no time, então eu estou aprendendo a controlar. Eu joguei um tempo lá nos Estados Unidos na posição 1, mas depois deixei de jogar um pouco nessa função e acabei indo mais para a posição 2. Eu acho que cada um tem que saber sua função dentro do time, a gente sabendo o que tem que fazer e, principalmente, recebendo a palavra do técnico, fica tranquilo. É só questão de um pouquinho mais de tempo para eu poder me readaptar nessa posição.

leandrinho-foto_alexandre_vidal-fla_imagem-lnbTerritório LNB: E o que pesou na hora de você aceitar a proposta de vir jogar no Flamengo?

Leandrinho: Não pesou muita coisa não. Foi uma paquera que existiu entre o Flamengo e eu, uma paquera que já vinha de algum tempo. Recebi outras propostas para ir jogar na Europa, mas achei que aqui seria um lugar mais legal, que eu seria mais feliz aqui, até porque estou perto da minha família, da minha filha principalmente. Achei que seria uma situação melhor para mim ficar aqui perto das pessoas que eu mais amo.

Território LNB: O que você sabe da situação da NBA? Até quando você fica no Flamengo?

Leandrinho: Só daria para jogar o NBB inteiro se acontecesse de não ter campeonato lá. Acho que vai ser um pouco difícil disso acontecer. Eu acho que vai ter, mas a gente só não sabe quando vai começar. A situação está difícil lá, tanto economicamente quanto em termos de negociações com os jogadores e donos dos times. Então temos que esperar. Os números que a gente quer não estão sendo bem recebidos pelos donos dos times, então é uma briga muito forte. Temos que esperar e ter paciência pra saber o que vai acontecer.

Território LNB: Qual sua expectativa para o NBB? Como você vê esse momento do basquete brasileiro?

Leandrinho: É um momento muito bom do NBB, é o basquete brasileiro que está sendo bem organizado, bem feito. Tenho certeza que vai ser um campeonato muito difícil. Vejo que tem muitos times querendo chegar ao título, então vai ser uma competição muito complicada. E isso é muito bom, porque a gente percebe que o nosso basquete  está sendo bem visto nos outros países e a gente quer dar continuidade a isso.

Território LNB: Falando de Olimpíada, que é o sonho de todo atleta. Como sua estada no Flamengo pode te ajudar a conquistar um espaço no grupo brasileiro que vai a Londres?

Leandrinho: Me ajuda em todos os lados. Estou me dedicando para estar preparado, mas aí já não depende de mim. Não sei se as pessoas que estão lá na CBB vão querer que eu esteja em Londres. Mas eu estou fazendo o meu trabalho e se eu for chamado, poxa… Vou ficar muito feliz de estar lá!

Território LNB: E o punho? Já está 100%?

Leandrinho: Não está 100%, mas estou trabalhando bastante na fisioterapia. Estou com saúde, melhor do que eu estava antes. E estou muito feliz com o meu rendimento.

Imagens: LNB
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Na noite desta quarta, 16 de novembro, o @NBB_Oficial conversou com o João Marcelo Leite – assistente técnico do Pinheiros – em nossa já tradicional #twitrevista. Durante mais de uma hora, João Marcelo atendeu solicitamente a todos, respondendo todas as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que tanto enriqueceram a entrevista aberta. [...]

Na noite desta quarta, 16 de novembro, o @NBB_Oficial conversou com o João Marcelo Leite – assistente técnico do Pinheiros – em nossa já tradicional #twitrevista.

Durante mais de uma hora, João Marcelo atendeu solicitamente a todos, respondendo todas as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que tanto enriqueceram a entrevista aberta.

Abaixo, um pequeno resumo do bate papo. Quem quiser ver todas as respostas, é só clicar aqui e conferir o perfil oficial do João Marcelo Leite.

Favoritos ao título do NBB 2011/2012

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Retorno aos Jogos Olímpicos

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Jogadores do NBB que gostaria de ver em seu time

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Jogador da NBA que gostaria de ver em seu time

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Pinheiros pode vencer o NBB e a Liga Sulamericana?

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Os 3 melhores jogadores atuando no Brasil

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A importância do armador Figueroa pro time do Pinheiros

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Trabalhar ao lado de Claudio Mortari

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Treinadores que admira dentro e fora do Brasil

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Ídolos no basquete

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A filosofia de Phil Jackson

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A relação com Anderson Varejão

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Leandrinho no Brasil

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Tempo Livre

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Derrota mais dura e vitória mais saborosa

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Dica pra quem está começando

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Relação entre os técnicos no Brasil

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A volta ao cargo de assistente técnico

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Maior defeito e maior virtude do jeito de jogar do brasileiro

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Desistência do Vitória

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Despedida

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Nesta quarta, 16 de novembro, tem mais uma #twitrevista do @NBB_Oficial! O convidado desta quarta é o treinador João Marcelo Leite, assistente técnico do Pinheiros na conquista do último Campeonato Paulista! Uma ótima oportunidade para sabermos mais do título e das aspirações de um dos favoritos ao título da quarta edição do NBB. A #twitrevista [...]

joao-marcelo_pinheiros-foto_lnbNesta quarta, 16 de novembro, tem mais uma #twitrevista do @NBB_Oficial!

O convidado desta quarta é o treinador João Marcelo Leite, assistente técnico do Pinheiros na conquista do último Campeonato Paulista!

Uma ótima oportunidade para sabermos mais do título e das aspirações de um dos favoritos ao título da quarta edição do NBB.

A #twitrevista com João Marcelo Leite começará às oito da noite e, durante uma hora, o assistente técnico do Pinheiros responderá as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs da bola laranja que queiram participar e contribuir com a nossa entrevista aberta.

Pra participar é muito fácil, basta estar cadastrado no twitter, seguir os perfis do NBB e do João Marcelo Leite e, a partir das 20 horas desta quarta, enviar suas perguntas diretamente para o @jm_basket.

Sempre lembrando de colocar a tag #twitrevista pra facilitar a vida do nosso entrevistado.

Contamos com sua participação!

Pra saber o que é uma #twitrevista, é só clicar aqui.

Imagem: LNB
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Como nos foi passado pelo Fábio Balassiano, autor e editor do Bala na Cesta, na noite deste domingo, 13 de novembro, a NBA entrou na era das #twitrevistas, as entrevistas abertas que, desde abril de 2011, o perfil oficial do NBB reliza via twitter. O modelo adotado pela NBA foi um pouco diferente do nosso. [...]

nba_twitrevista

Como nos foi passado pelo Fábio Balassiano, autor e editor do Bala na Cesta, na noite deste domingo, 13 de novembro, a NBA entrou na era das #twitrevistas, as entrevistas abertas que, desde abril de 2011, o perfil oficial do NBB reliza via twitter.

O modelo adotado pela NBA foi um pouco diferente do nosso.

Enquanto nas nossas #twitrevistas o perfil oficial do NBB, o @NBB_Oficial, apenas media a entrevista, no caso da NBA os chefões David Stern e Adam Silver utilizaram o perfil oficial da liga estadounidense, o @NBA, para responder os fãs de todo o mundo, angustiados pela questão do locaute.

Com mais um detalhe, o momento delicado das relações entre NBA e atletas fez com que vários jogadores, alguns deles de peso como Dwyane Wade e Chris Paul, participassem da #twitrevista, colocando a principal liga de basquete do mundo em uma posição um tanto quanto desconfortável, tipo uma sinuca de bico.

Quem quiser saber mais sobre a #twitrevista da NBA é só clicar aqui e conferir as respostas do David Stern e do Adam Silver através do @NBA.

Aproveitando a deixa, nesta quarta, 16 de novembro, tem mais uma #twitrevista do @NBB_Oficial!

Desta vez o convidado é o treinador João Marcelo Leite, assistente técnico do Claudio Mortari no Pinheiros que, recentemente, venceu o Campeonato Paulista, primeiro título do basquete adulto na história do centenário clube.

A #twitrevista com João Marcelo Leite terá início às 8 da noite, nesta quarta, 16 de novembro, participe!

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O professor Ronaldo Pacheco de Oliveira Filho é o técnico do Brasília na Liga de Desenvolvimento Olímpico. Uma das cabeças mais vibrantes do nosso meio esportivo e acadêmico, Ronaldo ficou mais conhecido nos últimos anos após a publicação do seu belo texto intitulado Desculpas ao esporte e aos atletas brasileiros, compartilhado exaustivamente na internet nos [...]

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O professor Ronaldo Pacheco de Oliveira Filho é o técnico do Brasília na Liga de Desenvolvimento Olímpico.

Uma das cabeças mais vibrantes do nosso meio esportivo e acadêmico, Ronaldo ficou mais conhecido nos últimos anos após a publicação do seu belo texto intitulado Desculpas ao esporte e aos atletas brasileiros, compartilhado exaustivamente na internet nos últimos três anos.

Apaixonado por Brasília, pelo basquete e pela educação, Ronaldo Pacheco é a garantia de um ótimo papo, sempre com muita sobriedade e sem perder o senso crítico.

No último domingo, o Território conversou com o professor Ronaldo Pacheco e a entrevista você confere no player logo abaixo.

Imagem: LNB

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