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Hermílio Nina, técnico do São Luís, fala da importância do intercâmbio propiciado pela LDB e conta os planos para o futuro do time

Uma das equipes que não disputam o NBB e que foram convidadas para a 2ª edição da LDB é o São Luís Basquetebol Clube, do Maranhão. Um projeto que nasceu em 2007  e que, no futuro, quer fazer parte não apenas da Liga de Desenvolvimento, mas também do principal campeonato de basquete do país.

Até aqui a equipe maranhense não conseguiu nenhuma vitória na LDB. Foram duas partidas e duas derrotas, mas o resultado é o que menos interessa como nos conta Hermílio Nina, técnico da equipe.

Sabíamos que seriam jogos difíceis e já esperávamos por estes resultados. Nosso principal objetivo aqui é o intercâmbio, é propiciar troca para que estes meninos possam evoluir. Este ano viemos com uma equipe bem jovem, a base é sub 19 e temos alguns garotos até do Sub 17. No Maranhão não temos a oportunidade de enfrentar equipes do eixo Rio-São Paulo, então estar aqui na LDB é um grande privilégio pra gente. A gente espera poder voltar e que no ano que vem possamos nos preparar melhor e trazer um time mais forte.

Ele conta como seu time chegou à LDB.

O convite foi feito pelo Lula Ferreira quando ele ainda era o Gerente Técnico da LNB, era uma ideia da Liga de, através da LDB, promover este intercâmbio com equipes de fora do NBB. O Paulo Bassul que o substituiu no cargo também nos deu todo o apoio e foi assim que entramos na LDB.

Hermílio credita à esta falta de intercâmbio o maior problema do basquete nordestino.

Com certeza a falta de intercâmbio é o maior entrave ao crescimento do basquete maranhense e nordestino. Na região já temos muita coisa acontecendo, Copa Nordeste, tem competições. Mas falta um intercâmbio maior com outras regiões do país e, principalmente na base. Esta troca tem que começar na base e bem cedo.

Ele também elogia os Brasileiros de Base da CBB e conta que o Maranhão estará na 1ª divisão em 3 categorias na próxima temporada.

Esse formato dos brasileiros de base ficou muito bom! Antes ele era regionalizado e acabava que as equipes que não avançavam jogavam apenas contra times de sua própria região. Hoje com a criação das divisões ficou bem melhor porque cada divisão tem seleções do país inteiro. Em 2013 o Maranhão terá 3 categorias na 1ª divisão. O Sub 17 e o Sub 15 que conseguiram o rankeamento neste ano e o Sub 14. Ainda não há um ranking do Sub 14, então como temos o Sub 15 e 17 na primeira, nosso sub 14 também começa na 1ª divisão.

Hermílio usa o time feminino do Maranhão que disputou a LBF como exemplo pra falar de como o Estado é apaixonado pela bola laranja.

Acho que o amor do maranhense pelo basquete é indiscutível. Maior exemplo disto é o time feminino que disputou a LBF, eu era delegado dos jogos em São Luís e toda partida era ginásio lotado, o menor público na temporada foi de 2500 pessoas.

O técnico também conta um pouco da história do São Luís Basquetebol Clube.

Em 2006 tivemos uma equipe do Piauí na Nossa Liga de Basquete, o Teresinense. Eu conhecia o Chiaretto Costa, que dirigia o time que tinha alguns jogadores maranhenses. Em 2007 montamos o São Luís para disputar a Copa NLB, que foi realizada no Guarujá, em São Paulo. Em 2010 começamos o trabalho de base e agora, a partir de 2013, teremos todas as categorias na base, desde o mini até o sub 19.

E pra finalizar, ele fala dos objetivos do time para o futuro cercano.

Nosso objetivo principal continuar fomentando o basquete maranhense, tanto na base como no adulto. Na base como te disse anteriormente, teremos todas as categorias a partir de 2013. No adulto queremos participar da Liga do Nordeste, da Copa Nordeste, conseguir uma classificação para Supercopa Brasil e, posteriormente, para a 2ª divisão do NBB que será criada na próxima temporada.

Imagens: LNB e Território LNB
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Arthur é um dos espectadores dos grupos de Brasília da LDB. O ala fala da competição e lamenta que em sua época não era assim

Quem está acompanhando os jogos da LDB na capital federal pôde notar um espectador ilustre na ASCEB.

Arthur, tricampeão do NBB pelo Brasília, é figurinha carimbada nas partidas da competição.

Como bom basqueteiro, fanático pela modalidade, ele não perderia uma competição deste nível em sua cidade.

Eu gosto demais, sempre que eu posso estou vendo jogo de basquete. E um campeonato deste nível, na minha cidade, eu tinha que vir prestigiar!

O jogador lamenta que em sua época não era assim.

Infelizmente na minha época não tinha este tipo de competição. Estou achando bem legal de assistir e te falo que dá até um pouco de inveja. Seria muito bacana se na minha época tivéssemos um campeonato assim no período de transição pro adulto. É um período complicado pro atleta, muitas vezes ele já tem condições de jogar, mas ainda não conquistou seu espaço no profissional.

Arthur ressalta que embora seja uma competição sub 22, não se pode usar o termo molecada com estes atletas.

Nem pode chamar esses caras de moleques. Já são companheiros de time ou rivais né. A maioria do time do UniCEUB treina e joga com a gente. E vi um monte de jogador que já enfrentei no NBB, alguns eu nem sabia que tinham 22 anos, muito legal.

O tricampeão do NBB acha que a LDB pode ajudar o basquete brasileiro criando rivalidades que extrapolam as fronteiras estaduais.

Uma das coisas mais positivas que vejo na LDB é este intercâmbio nacional. Na minha época de base era muito mais restrito, a gente praticamente jogava só Estadual, então não tinha essa rivalidade nacional nem o intercâmbio com outros Estados. Acho que a médio prazo essas rivalidades mais nacionalizadas podem ser muito positivas pro basquete brasileiro.

E outro ponto lembrado por Arthur é estender o período de base criando competições pro momento de transição.

Acho que aumentar o período de base pra 22 anos é muito importante. Na minha época muita gente parava de jogar com 19, 20 anos porque não arrumava time adulto. Com a LDB a gente consegue aumentar um pouco esta janela, propiciar mais lugares pra jogadores jovens que estão fazendo a transição pro profissional.

Pra fechar, Arthur fala de sua torcida pelo Brasília e da importância da capital federal sediar a competição.

Eu acompanho sempre o treino do nosso Sub 22 e estou torcendo muito pra eles! O time vem fazendo uma bela primeira fase e esperamos que possam dar prosseguimento à esta boa campanha. Também fico muito feliz por Brasília sediar uma competição tão importante, acho que dá ainda mais crédito para a cidade no cenário do basquete nacional.

Imagem: LNB
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Dusan Radivojevic fala sobre o início da carreira de treinador, os desafios no comando do Vitória e da admiração pelo vizinho Obradovic

Há 7 meses Dusan Radivojevic pendurou os tênis e resolveu iniciar a carreira de treinador.

Na 2ª edição da LDB o sérvio dirige o Vitória. É sua primeira competição oficial no comando da equipe e ele diz que, assim como seus atletas, está na Liga de Desenvolvimento para aprender.

Este é meu 1º campeonato como técnico. Preciso aprender muito ainda, mais até que meus próprios jogadores. Meu trabalho no Vitória está apenas começando, assim como a minha carreira. Neste começo criamos um programa de trabalho a médio e longo prazo, nosso objetivo é que em 3 anos figuremos entre os 8 principais times do país.

Dusan enfatiza que o objetivo do seu time na 2ª edição da LDB é aprender e evoluir.

Viemos pro campeonato com o time praticamente todo juvenil. São garotos bem abaixo da idade limite, a questão física pesa muito. Outra coisa que pesa demais é que no Espírito Santo não temos competições, nosso último jogo foi há mais de um mês, chegamos aqui sem ritmo nenhum de competição. Não estamos preocupados com resultado, nosso interesse é no intercâmbio, no aprendizado. Estamos muito felizes por estar aqui!

Ele também fala das dificuldades estruturais para desenvolver seu trabalho no Vitória.

É complicado, não temos por exemplo uma quadra pra treinar. Nos últimos meses venho implorando a diversas pessoas por um local de treinamento e até agora nada. Mas não sou de lamentar, mesmo com as dificuldades sigo animado, correndo atrás de condições melhores.

E Dusan também cita um aspecto pouco discutido no Brasil, a baixa formação educacional dos nossos atletas.

Outra dificuldade que tenho encontrado é em relação ao entendimento do jogo por parte dos atletas. E não só do jogo, mas a questão de entendimento e percepção de forma geral. Este é um ponto que abrange questões muito maiores que o basquete, mas nestes meses tenho percebido uma grande deficiência no sistema educacional, jovens que estudam pouco e, mais, que têm acesso a uma educação de baixa qualidade. E isto influencia de forma direta a formação do atleta. Uma pessoa que não desenvolveu amplamente suas capacidades cognitivas será um atleta que não entenderá o jogo em todas as suas nuances, que terá dificuldade para tomar decisões  e fazer boas escolhas dentro de uma partida. Uma educação melhor é fundamental para a evolução do basquete brasileiro.

Dusan está só começando. Mas ele vem de Cacak, terra que deu ao mundo do basquete uma de suas maiores lendas, Zeljko Obradovic, mítico treinador sérvio, 8 vezes campeão da Euroliga. Para se ter uma ideia, entre os times apenas o Real Madrid levantou 8 vezes o troféu da maior competição europeia. E Dusan realmente venera seu conterrâneo.

Eu fico até emocionado em falar do Zeljko. Não existem adjetivos que possam classificá-lo, é uma verdadeira entidade do basquete sérvio e mundial, um dos melhores de todos os tempos no basquete FIBA. Tenho uma grande admiração por ele e por tudo que fez, com certeza é meu grande ídolo e espelho no basquete. Tive a oportunidade de acompanhar muitos treinos dele na Sérvia, ele organizava excursões com seus times pelo país e fazia treinos abertos, era sensacional! Ele é um treinador e uma pessoa espetacular. Sempre fiquei admirado com o respeito que ele inspirava em seus atletas, sua palavra é lei para os jogadores que seguem sua disciplina quase militar, Obradovic é um mito!

O técnico do Vitória nos contou que não só vem da mesma cidade que Obradovic, mas que eram quase vizinhos.

Não somos só conterrâneos, éramos praticamente vizinhos. A casa dele ficava a mais ou menos duas quadras da minha. Infelizmente nunca pude ser treinado por ele porque ele estava em outro nível, mas nos conhecemos e isto já é um grande orgulho pra mim.

Mas Obradovic não é o único ídolo do treinador do Vitória na LDB.

Pra mim é impossível falar de basquete sem falar também de Dusan Ivkovic. Outro que faltam palavras pra descrever quão grande e brilhante. Na minha casa em Cacak tenho vídeos em vhs dos treinamentos dele na seleção pra Olimpíada de Seul, nossa, isso é um tesouro. É outro que é um grande norte pra mim.

Dusan Radivojevic também falou da possível parceria entre Vitória e Jundiaí.

Aguardo com muita expectativa o fechamento desta parceria com Jundiaí. Será um passo importante pra promover o intercâmbio que tanto falta pros nossos atletas. Ela está muito bem encaminhada, mas ainda não está fechada. Caso se confirme,colocaremos atletas  capixabas pra jogar o sub 19 e o sub 17 em São Paulo, isto vai ser muito importante pra evolução não só do Vitória, mas do basquete do Espírito Santo como um todo.

Dusan é um inconformado, no melhor sentido da palavra. Não satisfeito com o que tem visto em Vitória, o sérvio tem viajado pelo interior do Espírito Santo em busca de novos talentos para o basquete capixaba.

Na Sérvia onde você anda você vê alguém jogando basquete. Aqui já não é assim, mas o Brasil tem um potencial humano enorme. É um país muito grande, com muita gente e diversidade de biotipos. Como a dimensão não permite viajar por todo o país,tenho rodado o Espírito Santo. Outro dia conheci um garoto de 13 anos e 2m03 de altura. O pai dele tinha 2m10 e a mãe 1m80 e ele tava lá escondido no interior do Estado, provavelmente passaria sem que ninguém o conhecesse.

Pra finalizar, Dusan reforça que o objetivo do Vitória é, em 3 anos, estar entre as 8 equipes mais fortes do Brasil.

Queremos crescer, mas ainda precisamos de tempo. Criei um programa para que em 3 anos possamos estar entre os melhores do país. Hoje ainda não temos nem quadra pra treinar, nossos jogadores não possuem competições pra disputar, nossa realidade é esta, mas podemos mudá-la. O que não podemos é nos abraçar aos problemas e ficarmos somente lamentando. Se a situação é difícil então temos que ter criatividade e trabalhar ainda mais. O caminho é longo mas estou seguro que podemos alcançar nossos objetivos.

Imagem: Território LNB
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Flávio Davis fala da expectativa pela 2ª edição da LDB, da alegria do Minas em sediar a competição e ressalta o foco na formação

Entre os dias 26 e 30 de dezembro, o Minas recebe os grupos C e D da 2ª edição da Liga de Desenvolvimento de Basquete, organizada em parceria pela LNB e pelo Ministério do Esporte.

Em BH, 9 equipes lutam pelas 4 vagas na 2ª fase da competição e uma pessoa no tradicional clube do bairro de Lourdes parece especialmente feliz com a realização da LDB na capital mineira.

No 1º dia de jogos, bastava uma rápida olhada pra arquibancada pra ver a felicidade de Flávio Davis, técnico principal da base minastenista.

Sem esconder o contentamento por receber a 1ª fase da LDB e com um sorriso estampado no rosto, ele falou ao Território.

Pro Minas receber a LDB é um grande privilégio! Estamos acolhendo aqui não simplesmente um campeonato, mas um pensamento, um sonho que virou realidade. Já há algum tempo a gente idealizava esta competição que este ano chega a sua 2ª edição, é uma grande alegria. A gente vê várias Ligas do mundo que criam as condições para que os jogadores subam este último degrau, que façam a transição da base para o adulto, e agora nós também estamos fazendo isto. Claro que estamos só engatinhando, isto aqui é só o começo e o formato ainda está longe de ser o ideal, mas repetir a LDB pelo 2º ano seguido já é uma vitória. Ainda temos muito o que percorrer, mas tenho certeza que a Liga de Desenvolvimento será um grande sucesso e vai contribuir muito para a evolução do basquete brasileiro.

Flávio Davis também falou da expectativa pela 2ª edição da LDB.

Eu espero que seja um grande sucesso! To vendo estes meninos muito motivados, muito empolgados com a competição. A gente vê muitos jogadores que estiveram na 1ª LDB, outros que estreiam nesta edição, mas em todos notamos um grande entusiasmo com o campeonato, e isto é muito importante. A Liga de Desenvolvimento é uma experiência importante no processo de formação destes atletas. No adulto a maioria deles não são protagonistas e aqui têm a chance de sê-lo, isto é muito importante pro amadurecimento dos jogadores.

Embora a maioria dos atletas da LDB lutem por minutos em quadra no adulto, alguns deles já possuem papel de protagonismo em suas equipes principais, como é o caso do estadunidense Desmond Holloway, 1º estrangeiro a atuar na Liga de Desenvolvimento e principal destaque da Liga Sorocabana no NBB5. Davis também comentou esta situação.

É importante a presença de atletas na LDB que já atuam com protagonismo em seus times no adulto. Eles agregam experiência ao campeonato, elevam ainda mais o nível. Mas é sempre bom frisar que nem mesmo estes atletas que já são titulares de suas equipes principais estão prontos, formados. Todos eles estão no processo de formação e a LDB é mais uma etapa nesta evolução.

Flávio Davis também falou da expectativa pela participação do Minas na 2ª edição da LDB e fez questão de ressaltar, o foco não pode ser o resultado, mas a formação.

Aqui no Minas a gente espera que eles façam o máximo, deem o melhor e, principalmente, evoluam. Temos no Grupo da LDB 3 atletas que disputaram a última Copa América Sub 18, o Leonardo Demétrio, o Wilsinho e o Danilo Fuzaro. Acho que pra estes 3 jogadores a LDB pode ser fundamental para que estejam no grupo que disputará o Mundial Sub 19 da República Tcheca, em 2013. Sobre onde o Minas pode chegar na 2ª edição da LDB, sinceramente não nos preocupa. Aqui no clube não pensamos em resultados neste tipo de competição, o que vale é a evolução dos atletas, o processo de formação em si. O objetivo não é resultado e nem ser campeão, é dar mais rodagem aos jovens talentos e permitir que eles sigam evoluindo neste processo de formação.

Pra finalizar, Flávio Davis citou algumas forças da LDB e disse que espera por surpresas na competição.

É muito difícil falar de favoritismo porque estamos aqui em Belo Horizonte e temos uma vaga ideia do que está acontecendo nos grupos de Brasília. A gente lê, conversa com o pessoal que está lá, busca informações, mas não dá pra ter uma ideia exata, então fica quase impossível apontar favoritos. A gente sabe de algumas equipes fortes. O Franca que tem na equipe sub 22 a base do time adulto, o Flamengo que é o atual campeão da LDB, o Bauru que tem um belo time e logo na 1ª rodada já mostrou sua força. Paulistano e Pinheiros fazem belos trabalhos nas categorias de base, então sempre vêm muito fortes, o Brasília que tem um grupo formado há mais de um ano e já ficou entre os 4 na edição passada, o Minas que tem vários atletas com passagens pelas seleções menores. Todas estas equipes são forças da LDB, mas é difícil apontar favoritos. Acho que tem muito espaço pra surpresas e isto é o que a gente espera, que tenhamos muitas surpresas nesta Liga de Desenvolvimento porque isto é o sinal de que mais jogadores de qualidade estão se formando, mais times estão se consolidando neste trabalho de formação.

Imagem: LNB
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Pouco a pouco, o cubano Allens Jemmott vai se adaptando ao basquete brasileiro e conta que já se sente em casa em Vila Velha

Allens Jemmott chegou ao Vila Velha no final de outubro.

O cubano, que fez 6 partidas pelo Santos no Campeonato Paulista, vem sendo o grande destaque da equipe capixaba neste início de NBB5.

Com média de 16 pontos por partida, Jemmott tem impressionado pela facilidade em pontuar e por sua velocidade, mesmo não sendo mais um garoto.

O jogador conversou com a repórter Adriana Berlinck, do Globoesporte.com, e falou um pouco da sua adaptação ao basquete brasileiro e à cidade de Vila Velha, confira!

Vídeo: Globo
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Único medalhista olímpico no NBB5, Miguel Ângelo da Luz, técnico do Tijuca, fala com exclusividade ao Território, confira a entrevista!

Nesta sexta, 23 de novembro, Minas e Tijuca abrem a 5ª edição do NBB! A partida será realizada na Arena Vivo, em Belo Horizonte, às 9 da noite.

Antes da estreia, o técnico da equipe carioca, Miguel Ângelo da Luz, concedeu uma entrevista exclusiva ao Território LNB.

Entre outras coisas, o único medalhista olímpico da competição (prata em Atlanta 96) falou sobre a expectativa pelo início do NBB5, a reformulação do elenco tijucano para esta temporada e os objetivos da equipe na competição.

Miguel Ângelo da Luz lembrou grandes momentos da sua carreira como o título mundial com a Seleção Feminina em 1994, a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) e a conquista do Brasileiro de 2005 com o Telemar.

O treinador também analisou o atual momento do basquete feminino brasileiro e da modalidade no estado do Rio e não deixou de puxar a orelha dos nossos dirigentes.

Um papo franco que você confere no vídeo abaixo!

Vídeo: NBB
Imagem: LNB
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O pivô Bábby fala do seu ano sabático, do retorno às quadras, da escolha pelo Mogi, da vida fora do basquete e da expectativa pelo NBB5

Pra quem não se lembra, Bábby foi um dos destaques da 1ª edição do NBB. Naquela ocasião o pivô sagrou-se campeão da competição com o Flamengo atuando em 36 das 39 partidas do rubro negro carioca. Ele finalizou o campeonato com médias de 13,06 pontos e 6,06 rebotes por jogo e integrou o quinteto ideal do NBB1.

Mas desde então o gigante de 2m11 não conseguiu brilhar com a mesma intensidade. Depois de passar pelo Paulistano e voltar ao Flamengo, na temporada passada Bábby desembarcou em Franca, a capital nacional da bola laranja, com a esperança de reencontrar o seu melhor basquete.

Mas as seguidas lesões deixaram que ele fizesse apenas 6 partidas com a tradicional camisa francana e Bábby decidiu por deixar provisoriamente as quadras, dedicando-se à família, à sua loja B66 e, claro, a si mesmo.

Depois do seu ano sabático, Bábby está de volta! Agora defendendo as cores do Mogi, uma das equipes que estreiam no NBB na 5ª edição da competição.

E o pivô justifica sua escolha pela equipe mogiana.

Como é o 1º NBB do Mogi e eu estou encarando minha volta como um recomeço de carreira, pesou muito a chance de crescermos juntos. A diretoria montou uma estrutura muito legal, o projeto me pareceu bem sólido, sem falar em toda tradição da cidade no basquete. Além disto pesou muito este lance de ser um começo para os dois, tanto pra mim como pro time. Como eu disse, é uma oportunidade pra desenvolvermos juntos.

Bábby conta que seu ano sabático foi bom não só para o corpo, mas também para a mente.

Este tempo que eu fiquei fora do basquete profissional foi muito bom pra mim. Atleta não tem tempo pra nada, é só a rotina de treinos, viagens e jogos, não sobra tempo pra nada. Então neste ano que fiquei parado pude curtir bastante a família, minha esposa e minha filha, curti muito este período paizão e maridão em tempo integral! Também abri minha loja de moda fitness e esportiva, a 1ª de um atleta no Brasil. Sinto que meu corpo precisava deste descanso e que agora está recuperado. Sem falar na cabeça, um ano sem jogar te dá tempo pra pensar, sem dúvida foi um processo de purificação da mente que acredito tenha sido muito positivo pra mim.

Ele ressalta que fisicamente está 100% para defender o Mogi.

Fisicamente estou 100%, completamente livre das lesões que me atormentaram nos últimos anos. Já estou treinando forte com o grupo há 3 semanas e o que me falta agora é ritmo de jogo. Estou bem física e mentalmente, mas depois de quase um ano parado a questão do ritmo de jogo e de competição pesa. Antes da estreia do NBB5 fizemos alguns amistosos e temos os Jogos Abertos, mas acho que pro início do nacional ainda devo sentir um pouco a falta de ritmo, principalmente de competição. Mas acredito que em 2013 isso já terá sido superado.

Bábby ao lado de Ricardo Maurício. 49 centímetros separam o pivô do piloto!

Mesmo com seu retorno às quadras e o tempo voltando a escassear, Bábby garante que os negócios fora do basquete continuam.

A B66 segue firme! A loja foi criada em Franca e neste próximo verão deve passar uma temporada no litoral paulista, mais especificamente no Guarujá. A Vivian, minha esposa, me ajuda muito neste projeto que continua de pé, mesmo com minha volta ao basquete profissional. Acredito muito na ideia da B66 que vai evoluindo passo a passo.

Ele conta que a expectativa é grande pelo início do NBB, não só dele, mas da cidade de Mogi como um todo.

A minha expectativa não podia ser melhor! Depois de quase um ano parado é muito bom poder voltar a jogar, sentir novamente aquela adrenalina pré jogo. Mogi tem tradição e está com um projeto novo muito legal, dando toda estrutura para que atletas e comissão técnica possam trabalhar e pensar exclusivamente em basquete. Pelo que pude ver até agora, a cidade também está muito empolgada por voltar à elite do basquete nacional.

O pivô também fala sobre a possibilidade de trabalhar com o espanhol Paco García, que vem de uma escola de basquete bem diferente da nossa.

Acho que é uma grande oportunidade pra aprender. É sempre bom poder ter contato com novas culturas, com coisas diferentes. Trazendo isso pro esporte acho que só temos a ganhar com este intercâmbio, ainda mais se tratando de um centro tão desenvolvido e vencedor como a Espanha. O Paco é um treinador muito experiente que vai trazer uma outra cultura de basquete, uma outra visão sobre o jogo. Acho que todo mundo tem a ganhar com isso.

E finalizando, Bábby deixa um recado para a torcida Mogiana.

Quero agradecer à torcida pelo carinho com que fui recebido e pela confiança que me foi depositada! E também quero dizer que chego à cidade para agregar ao projeto, para somar. Podem ter certeza que vou me esforçar muito para honrar a camisa do Mogi e que vamos crescer juntos ao longo da temporada!

Bábby, com a bola na mão, durante as gravações da invasão do NBB na Stock Car

Imagens: MogiTerritório LNB
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José Carlos Vidal fala da expectativa para o NBB5, das opções táticas do Brasília e de como manter motivada uma equipe tão vencedora

Sem dúvida alguma, o Brasília é o time a ser batido no NBB5.

Todos querem tirar sua casquinha da equipe do Distrito Federal.

E os outros 17 times do campeonato possuem uma missão em comum, acabar com a hegemonia dos atuais tricampeões da competição.

Mas tirar a taça de campeão da capital federal não será tarefa fácil.

Se o Brasília não movimentou o mercado com grandes contratações, o maior reforço foi a manutenção da vitoriosa base da equipe.

José Carlos Vidal, técnico bicampeão do NBB, conversou com a equipe do Território LNB sobre os desafios do Brasília para a temporada 2012/2013.

E pra começar, falou sobre a manutenção do elenco, ponto fundamental para que seu time siga forte brigando pelos títulos de todos os campeonatos que disputa.

O mais importante em relação ao início desta temporada foi manter a base da equipe. Temos um elenco forte, entrosado e que se dá super bem, tanto dentro como fora de quadra. Isto é fundamental para qualquer time que pense em disputar títulos importantes, como é o nosso caso.

Ainda em relação ao grupo, Vidal fala da saída do panamenho Danilo Pinnock, que havia chegado ao time com status de estrela e vinha sendo apontado como uma das principais contratações do basquete brasileiro para a temporada 2012/2013.

Foi um duro golpe pro que havíamos planejado para a equipe. Ele teria um papel importante na rotação do time e não temos ninguém no elenco com o mesmo perfil dele. Mas nosso grupo é experiente e temos condições de fazer algumas adaptações. Também estamos estudando a contratação de um jogador pro lugar do Pinnock. Pra Sulamericana não dá mais, mas estamos pensando em alguém pra sequência do NBB, talvez em janeiro tenhamos novidades.

Sobre as possíveis adaptações, Vidal fala de como pode mexer taticamente em sua equipe.

Temos muitas opções. Na temporada passada já usamos o Alex diversas vezes na posição 1, em ausências do Nezinho e mesmo com ele à disposição. Nesta situação temos agora o Isaac que pode fazer tanto a do Alex como a do Arthur e aí liberar nosso capitão pra rodar com o Nezinho. Também temos dois jogadores da posição 2 – o Ismar e o Vítor, que veio do Estados Unidos – que em determinadas situações podem jogar de armador. E a partir da posição 3 temos mais opções ainda. Posso usar o Guilherme (Giovannoni) na 3 e ter um time mais forte no garrafão, como posso colocar o Ronald na 5 e aí ter uma equipe mais rápida, apoiada no jogo de transição. São muitas opções que nos permitem jogar de diferentes maneiras, de acordo com nossos adversários ou com as situações que se apresentem ao longo da competição.

Ronald é uma das grandes promessas do basquete brasileiro. Destaque na 1ª edição da LDB e convidado por Magnano para compor o grupo nos treinamentos da Seleção antes dos Jogos Olímpicos de Londres, José Carlos Vidal acredita que este será o ano do jovem ala pivô.

O Ronald é um jogador especial, muito móvel e habilidoso pro tamanho dele. Na temporada passada ele já jogou bastante, mas este tem tudo pra ser o ano dele. Ele vem ganhando espaço em nossa equipe e nesta temporada deve ter ainda mais minutos em quadra pra mostrar o seu valor, tudo vai depender dele.

A falta de um regional forte no Distrito Federal, somado ao cansaço de suas principais estrelas em função do calendário de seleções trouxe problemas ao Brasília na temporada passada que começou o NBB4 com 5 derrotas em 10 jogos, seu pior início na história da competição. Vidal acredita que sua equipe terá as mesmas dificuldades este ano, mas alerta, sua equipe está mais consciente e preparada para esta situação.

Deveremos ter as mesmas dificuldades da temporada passada em relação à falta de ritmo de jogo nas primeiras rodadas do campeonato, principalmente em comparação com as equipes paulistas que vêm em um ritmo forte em função de contarem com o melhor campeonato estadual do país. Começamos esta temporada mais conscientes sobre esta situação e esperamos virar o ano pelo menos entre os 4 primeiros colocados, o que vai nos permitir brigar ainda mais em cima na segunda metade do campeonato.

Outro ponto fundamental para a conquista do tetra é a motivação da equipe. Muita gente questiona como fazer para motivar um time tão vencedor, com jogadores que já ganharam praticamente tudo, tanto no âmbito nacional como no continental. Mas Vidal não vê problema aí.

Quem pratica esporte começa sem saber que aquilo será sua profissão. O prazer da prática esportiva é intrínseco ao esportista, mesmo o profissional. Então acho que não preciso me preocupar com a motivação do meu time em relação à competitividade e ao prazer de entrar em quadra e jogar basquete, isto é inerente a todos no grupo. Pra mim o mais difícil junto a um time tão campeão é não deixar que os sucessos passados subam à cabeça dos atletas e fazer com que jogadores tão vitoriosos e experientes sigam evoluindo, mesmo que isto não pareça mais possível.

Vidal fala que conta com um poderoso aliado neste processo de não deixar o sucesso subir à cabeça do time.

O envolvimento da cidade com a equipe ajuda muito nisto. Nossa torcida é fanática, apóia muito, mas também cobra. E esta cobrança ajuda a nos manter em alerta permanente. Os jogadores sabem que representamos uma cidade que vive intensamente o basquete e se vacilamos na quadra somos cobrados fora dela. Isto aconteceu na temporada passada quando começamos muito mal o NBB e foi um dos fatores que ajudaram em nossa recuperação dentro da competição.

Pra finalizar, Vidal deixa uma mensagem pra torcida brasiliense.

Primeiramente tenho que agradecer todo apoio e carinho que essa torcida maravilhosa nos deu durante a última temporada, principalmente nos momentos mais difíceis. E estejam certos que vamos lutar muito e dar o nosso máximo em busca de novas conquistas, o tetra do NBB, a Sulamericana e a Liga das Américas. Título não prometo, mas empenho não vai faltar à nossa equipe, isto eles podem ter certeza!

Imagens: LNB
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O espanhol, treinador do Mogi, falou ao Território sobre a expectativa em trabalhar no basquete brasileiro e muito mais, confira o papo!

Na última sexta, 11 de novembro, a LNB realizou o lançamento oficial do NBB5!

O evento aconteceu em Brasília onde, antes da festa, jogadores se juntaram aos pilotos da Stock Car para um torneio de duplas no autódromo Nélson Piquet.

Bábby, grande reforço do Mogi para a temporada, foi um dos atletas que bateram uma bola na pista e ele foi observado de perto por seu treinador, o espanhol Paco García.

O Território LNB aproveitou a festa de cestas e bandeiradas no autódromo Nélson Piquet pra bater um papo com o primeiro técnico europeu da história do NBB. De uma simplicidade ímpar e demonstrando muito respeito pelo basquete brasileiro, o carismático Paco conversou com nossa equipe em um tom informal onde falou da expectativa pelo início do campeonato, da influência de grandes nomes como o mestre Ary Vidal e Moncho Monsalve em sua escolha pelo Mogi, e do momento brasileiro não só em relação ao basquete. Paco García também contou de sua antiga relação com Alvaro Calvo, atleta do São José, e declarou que espera, acima de tudo, aprender e crescer com o basquete brasileiro!

Sem mais, confira o papo logo abaixo!

Território LNB: Por que o Brasil e por que o Mogi?

Paco García: Sempre tive muito interesse em trabalhar fora da Espanha, esta experiência de viver e trabalhar fora do meu país sempre me pareceu uma grande oportunidade de crescimento não só profissional, mas também pessoal. Quando surgiu a proposta do Brasil fiquei muito feliz por ser um país em grande crescimento e com uma liga nacional forte e que também cresce a cada edição. Conversei com algumas pessoas ligadas ao basquete brasileiro que me falaram um pouco mais sobre o Mogi e a tradição da cidade na modalidade. O pessoal do clube me apresentou um projeto muito bom, sério e muito sólido. Me pareceu uma ótima oportunidade profissional e não hesitei em aceitar o convite!

Território LNB: Você chegou ao país há pouco tempo. O que já deu pra ver do basquete brasileiro? E o que você já conhecia daqui?

Paco García: Cheguei no Brasil há duas semanas e tenho tentado acompanhar tudo que posso. Vi alguns jogos do Paulista, uns in loco e outros pela TV. Conheço alguns jogadores do NBB que já passaram pelo basquete espanhol como o Giovannoni, o Fiorotto, o Fúlvio e o Calvo, que conheço desde pequeno. Além disto sempre vi a seleção jogar nos torneios internacionais adultos e de base.

Território LNB: Aproveitando a deixa, fala um pouco da sua relação com o Alvaro Calvo.

Paco García: Conheço o Calvo desde que ele era muito pequeno, acho que desde os 5 anos. Somos quase conterrâneos, ele é de Palencia que fica ao lado de Valladolid, minha cidade, então o conheço desde os tempos de festivais de mini. Ele também foi meu atleta no Valladolid e no Tenerife. Gosto muito dele, não só como pessoa, mas também como jogador. É um atleta que tem fundamentos muito bons, tem um excelente chute de média e longa distância e, além disto, joga com o coração. Acredito que em São José ele encontrou o lugar perfeito pra desenvolver seu melhor basquete, o time é muito bom, o técnico (Régis Marrelli) confia nele e parece já ter estabelecido uma relação muito próxima com seus companheiros. Torço muito pelo Calvo e tenho certeza que ele pode ser uma das referências do São José e até mesmo do NBB.

Território LNB: E qual sua expectativa para o NBB5?

Paco García: Primeiramente é uma grande honra ser o primeiro treinador europeu na história do NBB! A expectativa é ótima, acredito que será um campeonato muito equilibrado, muito competitivo. A liga brasileira vem em franco crescimento e esse ano chega a 18 clubes. Acho que teremos um excelente nível técnico já que o país conta com ótimos jogadores e treinadores, tem tudo pra ser um grande campeonato!

Território LNB: Você vem de uma escola de basquete muito importante, talvez a grande escola da atualidade fora dos Estados Unidos. Neste contexto, o que você pode agregar ao basquete brasileiro?

Paco García: Sem dúvida que a Espanha é uma das escolas de basquete mais fortes do mundo na atualidade, mas o que tenho na cabeça é que chego aqui para aprender! Tenho muito respeito pelo basquete e pelos treinadores brasileiros, um dos meus grandes mestres é o Ary Vidal de quem tive o prazer de ser assistente na Espanha. Acho que a vinda ao Brasil vai me agregar muito como treinador, tenho certeza que será um período de grande aprendizagem e crescimento. Logicamente também venho para contribuir. Tenho quase 30 anos trabalhando como treinador, já vivi muitas coisas no basquete e acho que essa experiência de quase 3 décadas em quadra é o que mais posso agregar ao basquete brasileiro.

Território LNB: Você falou que trabalhou com o Ary Vidal, conta um pouco desta história pra gente.

Paco García: Sim, tive o prazer de ser assistente do Ary no Murcia, mais ou menos uns 25 anos atrás. É uma pessoa muito especial, tenho um carinho enorme por ele. Como treinador dispensa comentários, é um dos grandes e tem todo o meu respeito e admiração. Aprendi muito com o Ary no Murcia e, sem dúvida alguma, ele é uma das pessoas mais importantes no meu desenvolvimento como técnico de basquete.

Território LNB: E como você avalia o nível dos treinadores brasileiros?

Paco García: Excelente! A escola brasileira é muito tradicional no mundo do basquete e sempre formou grandes treinadores. O basquete brasileiro sempre teve um excelente nível técnico e isto se deve muito aos treinadores e ao trabalho que é desenvolvido desde a base até o adulto.

Território LNB: Quem mais influenciou sua vinda pra Mogi?

Paco García: Uma outra pessoa muito importante na minha decisão foi o Moncho Monsalve, ex técnico da Seleção Brasileira. Quando recebi o convite do Mogi conversei com ele que me falou maravilhas do Brasil, não só em relação ao basquete, mas ao país como um todo. Moncho me falou muito sobre a LNB e o NBB, de como o projeto aqui é sério e o campeonato competitivo. Sem dúvida ele foi outra grande influência na minha decisão de vir trabalhar no Brasil.

Território LNB: Pra fechar, diga o que a torcida do Mogi pode esperar da equipe no NBB5.

Paco García: Em primeiro lugar, quero falar pra nossa torcida desfrutar a competição, saborear o retorno da equipe à elite do basquete brasileiro! Depois o que quero dizer é que vamos fazer o possível para que torcedores e a cidade de Mogi se sintam orgulhosos pelo nosso time. Não vamos prometer nada em relação a resultados, mas garanto que trabalharemos muito em busca do nosso melhor e que luta não vai faltar a esta equipe!

Imagens: Mogi
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Confira a ótima entrevista publicada no Zona Pintada com o ala Andre Laws, o Homem de Gelo do São José!

Na última sexta, 19 de outubro, o Zona Pintada publicou uma ótima entrevista com Andre Laws, um dos destaques do São José no último NBB.

De forma franca e descontraída, o Homem de Gelo, como é carinhosamente chamado pela imprensa joseense, conversou com o repórter David Rangel de Albuquerque.

E Laws não se limitou aos aspectos da quadra e da bola.

Logicamente falou do jogo em si, do São José, da expectativa para o NBB5 e Liga Sulamericana, mas também versou sobre outros temas como a amizade do elenco joseense fora das quadras, do respeito que tem pelo técnico Régis Marrelli, a cidade de São José dos Campos e sua experiência com a bola laranja pelos quatro cantos, incluindo os dois anos em que foi dirigido por Rubén Magnano na Argentina.

Pra conferir a entrevista, é só clicar no play!

Além do David, já citado acima, agradecemos aos demais membros do Zona PintadaJoão Paulo de Campos, Marcelo Sacilotti Pascon e Marcelo Carreira – pela cessão da entrevista.

Imagem: LNB
Vídeo: Zona Pintada
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