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O pivô Bábby fala do seu ano sabático, do retorno às quadras, da escolha pelo Mogi, da vida fora do basquete e da expectativa pelo NBB5

Pra quem não se lembra, Bábby foi um dos destaques da 1ª edição do NBB. Naquela ocasião o pivô sagrou-se campeão da competição com o Flamengo atuando em 36 das 39 partidas do rubro negro carioca. Ele finalizou o campeonato com médias de 13,06 pontos e 6,06 rebotes por jogo e integrou o quinteto ideal do NBB1.

Mas desde então o gigante de 2m11 não conseguiu brilhar com a mesma intensidade. Depois de passar pelo Paulistano e voltar ao Flamengo, na temporada passada Bábby desembarcou em Franca, a capital nacional da bola laranja, com a esperança de reencontrar o seu melhor basquete.

Mas as seguidas lesões deixaram que ele fizesse apenas 6 partidas com a tradicional camisa francana e Bábby decidiu por deixar provisoriamente as quadras, dedicando-se à família, à sua loja B66 e, claro, a si mesmo.

Depois do seu ano sabático, Bábby está de volta! Agora defendendo as cores do Mogi, uma das equipes que estreiam no NBB na 5ª edição da competição.

E o pivô justifica sua escolha pela equipe mogiana.

Como é o 1º NBB do Mogi e eu estou encarando minha volta como um recomeço de carreira, pesou muito a chance de crescermos juntos. A diretoria montou uma estrutura muito legal, o projeto me pareceu bem sólido, sem falar em toda tradição da cidade no basquete. Além disto pesou muito este lance de ser um começo para os dois, tanto pra mim como pro time. Como eu disse, é uma oportunidade pra desenvolvermos juntos.

Bábby conta que seu ano sabático foi bom não só para o corpo, mas também para a mente.

Este tempo que eu fiquei fora do basquete profissional foi muito bom pra mim. Atleta não tem tempo pra nada, é só a rotina de treinos, viagens e jogos, não sobra tempo pra nada. Então neste ano que fiquei parado pude curtir bastante a família, minha esposa e minha filha, curti muito este período paizão e maridão em tempo integral! Também abri minha loja de moda fitness e esportiva, a 1ª de um atleta no Brasil. Sinto que meu corpo precisava deste descanso e que agora está recuperado. Sem falar na cabeça, um ano sem jogar te dá tempo pra pensar, sem dúvida foi um processo de purificação da mente que acredito tenha sido muito positivo pra mim.

Ele ressalta que fisicamente está 100% para defender o Mogi.

Fisicamente estou 100%, completamente livre das lesões que me atormentaram nos últimos anos. Já estou treinando forte com o grupo há 3 semanas e o que me falta agora é ritmo de jogo. Estou bem física e mentalmente, mas depois de quase um ano parado a questão do ritmo de jogo e de competição pesa. Antes da estreia do NBB5 fizemos alguns amistosos e temos os Jogos Abertos, mas acho que pro início do nacional ainda devo sentir um pouco a falta de ritmo, principalmente de competição. Mas acredito que em 2013 isso já terá sido superado.

Bábby ao lado de Ricardo Maurício. 49 centímetros separam o pivô do piloto!

Mesmo com seu retorno às quadras e o tempo voltando a escassear, Bábby garante que os negócios fora do basquete continuam.

A B66 segue firme! A loja foi criada em Franca e neste próximo verão deve passar uma temporada no litoral paulista, mais especificamente no Guarujá. A Vivian, minha esposa, me ajuda muito neste projeto que continua de pé, mesmo com minha volta ao basquete profissional. Acredito muito na ideia da B66 que vai evoluindo passo a passo.

Ele conta que a expectativa é grande pelo início do NBB, não só dele, mas da cidade de Mogi como um todo.

A minha expectativa não podia ser melhor! Depois de quase um ano parado é muito bom poder voltar a jogar, sentir novamente aquela adrenalina pré jogo. Mogi tem tradição e está com um projeto novo muito legal, dando toda estrutura para que atletas e comissão técnica possam trabalhar e pensar exclusivamente em basquete. Pelo que pude ver até agora, a cidade também está muito empolgada por voltar à elite do basquete nacional.

O pivô também fala sobre a possibilidade de trabalhar com o espanhol Paco García, que vem de uma escola de basquete bem diferente da nossa.

Acho que é uma grande oportunidade pra aprender. É sempre bom poder ter contato com novas culturas, com coisas diferentes. Trazendo isso pro esporte acho que só temos a ganhar com este intercâmbio, ainda mais se tratando de um centro tão desenvolvido e vencedor como a Espanha. O Paco é um treinador muito experiente que vai trazer uma outra cultura de basquete, uma outra visão sobre o jogo. Acho que todo mundo tem a ganhar com isso.

E finalizando, Bábby deixa um recado para a torcida Mogiana.

Quero agradecer à torcida pelo carinho com que fui recebido e pela confiança que me foi depositada! E também quero dizer que chego à cidade para agregar ao projeto, para somar. Podem ter certeza que vou me esforçar muito para honrar a camisa do Mogi e que vamos crescer juntos ao longo da temporada!

Bábby, com a bola na mão, durante as gravações da invasão do NBB na Stock Car

Imagens: MogiTerritório LNB
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José Carlos Vidal fala da expectativa para o NBB5, das opções táticas do Brasília e de como manter motivada uma equipe tão vencedora

Sem dúvida alguma, o Brasília é o time a ser batido no NBB5.

Todos querem tirar sua casquinha da equipe do Distrito Federal.

E os outros 17 times do campeonato possuem uma missão em comum, acabar com a hegemonia dos atuais tricampeões da competição.

Mas tirar a taça de campeão da capital federal não será tarefa fácil.

Se o Brasília não movimentou o mercado com grandes contratações, o maior reforço foi a manutenção da vitoriosa base da equipe.

José Carlos Vidal, técnico bicampeão do NBB, conversou com a equipe do Território LNB sobre os desafios do Brasília para a temporada 2012/2013.

E pra começar, falou sobre a manutenção do elenco, ponto fundamental para que seu time siga forte brigando pelos títulos de todos os campeonatos que disputa.

O mais importante em relação ao início desta temporada foi manter a base da equipe. Temos um elenco forte, entrosado e que se dá super bem, tanto dentro como fora de quadra. Isto é fundamental para qualquer time que pense em disputar títulos importantes, como é o nosso caso.

Ainda em relação ao grupo, Vidal fala da saída do panamenho Danilo Pinnock, que havia chegado ao time com status de estrela e vinha sendo apontado como uma das principais contratações do basquete brasileiro para a temporada 2012/2013.

Foi um duro golpe pro que havíamos planejado para a equipe. Ele teria um papel importante na rotação do time e não temos ninguém no elenco com o mesmo perfil dele. Mas nosso grupo é experiente e temos condições de fazer algumas adaptações. Também estamos estudando a contratação de um jogador pro lugar do Pinnock. Pra Sulamericana não dá mais, mas estamos pensando em alguém pra sequência do NBB, talvez em janeiro tenhamos novidades.

Sobre as possíveis adaptações, Vidal fala de como pode mexer taticamente em sua equipe.

Temos muitas opções. Na temporada passada já usamos o Alex diversas vezes na posição 1, em ausências do Nezinho e mesmo com ele à disposição. Nesta situação temos agora o Isaac que pode fazer tanto a do Alex como a do Arthur e aí liberar nosso capitão pra rodar com o Nezinho. Também temos dois jogadores da posição 2 – o Ismar e o Vítor, que veio do Estados Unidos – que em determinadas situações podem jogar de armador. E a partir da posição 3 temos mais opções ainda. Posso usar o Guilherme (Giovannoni) na 3 e ter um time mais forte no garrafão, como posso colocar o Ronald na 5 e aí ter uma equipe mais rápida, apoiada no jogo de transição. São muitas opções que nos permitem jogar de diferentes maneiras, de acordo com nossos adversários ou com as situações que se apresentem ao longo da competição.

Ronald é uma das grandes promessas do basquete brasileiro. Destaque na 1ª edição da LDB e convidado por Magnano para compor o grupo nos treinamentos da Seleção antes dos Jogos Olímpicos de Londres, José Carlos Vidal acredita que este será o ano do jovem ala pivô.

O Ronald é um jogador especial, muito móvel e habilidoso pro tamanho dele. Na temporada passada ele já jogou bastante, mas este tem tudo pra ser o ano dele. Ele vem ganhando espaço em nossa equipe e nesta temporada deve ter ainda mais minutos em quadra pra mostrar o seu valor, tudo vai depender dele.

A falta de um regional forte no Distrito Federal, somado ao cansaço de suas principais estrelas em função do calendário de seleções trouxe problemas ao Brasília na temporada passada que começou o NBB4 com 5 derrotas em 10 jogos, seu pior início na história da competição. Vidal acredita que sua equipe terá as mesmas dificuldades este ano, mas alerta, sua equipe está mais consciente e preparada para esta situação.

Deveremos ter as mesmas dificuldades da temporada passada em relação à falta de ritmo de jogo nas primeiras rodadas do campeonato, principalmente em comparação com as equipes paulistas que vêm em um ritmo forte em função de contarem com o melhor campeonato estadual do país. Começamos esta temporada mais conscientes sobre esta situação e esperamos virar o ano pelo menos entre os 4 primeiros colocados, o que vai nos permitir brigar ainda mais em cima na segunda metade do campeonato.

Outro ponto fundamental para a conquista do tetra é a motivação da equipe. Muita gente questiona como fazer para motivar um time tão vencedor, com jogadores que já ganharam praticamente tudo, tanto no âmbito nacional como no continental. Mas Vidal não vê problema aí.

Quem pratica esporte começa sem saber que aquilo será sua profissão. O prazer da prática esportiva é intrínseco ao esportista, mesmo o profissional. Então acho que não preciso me preocupar com a motivação do meu time em relação à competitividade e ao prazer de entrar em quadra e jogar basquete, isto é inerente a todos no grupo. Pra mim o mais difícil junto a um time tão campeão é não deixar que os sucessos passados subam à cabeça dos atletas e fazer com que jogadores tão vitoriosos e experientes sigam evoluindo, mesmo que isto não pareça mais possível.

Vidal fala que conta com um poderoso aliado neste processo de não deixar o sucesso subir à cabeça do time.

O envolvimento da cidade com a equipe ajuda muito nisto. Nossa torcida é fanática, apóia muito, mas também cobra. E esta cobrança ajuda a nos manter em alerta permanente. Os jogadores sabem que representamos uma cidade que vive intensamente o basquete e se vacilamos na quadra somos cobrados fora dela. Isto aconteceu na temporada passada quando começamos muito mal o NBB e foi um dos fatores que ajudaram em nossa recuperação dentro da competição.

Pra finalizar, Vidal deixa uma mensagem pra torcida brasiliense.

Primeiramente tenho que agradecer todo apoio e carinho que essa torcida maravilhosa nos deu durante a última temporada, principalmente nos momentos mais difíceis. E estejam certos que vamos lutar muito e dar o nosso máximo em busca de novas conquistas, o tetra do NBB, a Sulamericana e a Liga das Américas. Título não prometo, mas empenho não vai faltar à nossa equipe, isto eles podem ter certeza!

Imagens: LNB
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O espanhol, treinador do Mogi, falou ao Território sobre a expectativa em trabalhar no basquete brasileiro e muito mais, confira o papo!

Na última sexta, 11 de novembro, a LNB realizou o lançamento oficial do NBB5!

O evento aconteceu em Brasília onde, antes da festa, jogadores se juntaram aos pilotos da Stock Car para um torneio de duplas no autódromo Nélson Piquet.

Bábby, grande reforço do Mogi para a temporada, foi um dos atletas que bateram uma bola na pista e ele foi observado de perto por seu treinador, o espanhol Paco García.

O Território LNB aproveitou a festa de cestas e bandeiradas no autódromo Nélson Piquet pra bater um papo com o primeiro técnico europeu da história do NBB. De uma simplicidade ímpar e demonstrando muito respeito pelo basquete brasileiro, o carismático Paco conversou com nossa equipe em um tom informal onde falou da expectativa pelo início do campeonato, da influência de grandes nomes como o mestre Ary Vidal e Moncho Monsalve em sua escolha pelo Mogi, e do momento brasileiro não só em relação ao basquete. Paco García também contou de sua antiga relação com Alvaro Calvo, atleta do São José, e declarou que espera, acima de tudo, aprender e crescer com o basquete brasileiro!

Sem mais, confira o papo logo abaixo!

Território LNB: Por que o Brasil e por que o Mogi?

Paco García: Sempre tive muito interesse em trabalhar fora da Espanha, esta experiência de viver e trabalhar fora do meu país sempre me pareceu uma grande oportunidade de crescimento não só profissional, mas também pessoal. Quando surgiu a proposta do Brasil fiquei muito feliz por ser um país em grande crescimento e com uma liga nacional forte e que também cresce a cada edição. Conversei com algumas pessoas ligadas ao basquete brasileiro que me falaram um pouco mais sobre o Mogi e a tradição da cidade na modalidade. O pessoal do clube me apresentou um projeto muito bom, sério e muito sólido. Me pareceu uma ótima oportunidade profissional e não hesitei em aceitar o convite!

Território LNB: Você chegou ao país há pouco tempo. O que já deu pra ver do basquete brasileiro? E o que você já conhecia daqui?

Paco García: Cheguei no Brasil há duas semanas e tenho tentado acompanhar tudo que posso. Vi alguns jogos do Paulista, uns in loco e outros pela TV. Conheço alguns jogadores do NBB que já passaram pelo basquete espanhol como o Giovannoni, o Fiorotto, o Fúlvio e o Calvo, que conheço desde pequeno. Além disto sempre vi a seleção jogar nos torneios internacionais adultos e de base.

Território LNB: Aproveitando a deixa, fala um pouco da sua relação com o Alvaro Calvo.

Paco García: Conheço o Calvo desde que ele era muito pequeno, acho que desde os 5 anos. Somos quase conterrâneos, ele é de Palencia que fica ao lado de Valladolid, minha cidade, então o conheço desde os tempos de festivais de mini. Ele também foi meu atleta no Valladolid e no Tenerife. Gosto muito dele, não só como pessoa, mas também como jogador. É um atleta que tem fundamentos muito bons, tem um excelente chute de média e longa distância e, além disto, joga com o coração. Acredito que em São José ele encontrou o lugar perfeito pra desenvolver seu melhor basquete, o time é muito bom, o técnico (Régis Marrelli) confia nele e parece já ter estabelecido uma relação muito próxima com seus companheiros. Torço muito pelo Calvo e tenho certeza que ele pode ser uma das referências do São José e até mesmo do NBB.

Território LNB: E qual sua expectativa para o NBB5?

Paco García: Primeiramente é uma grande honra ser o primeiro treinador europeu na história do NBB! A expectativa é ótima, acredito que será um campeonato muito equilibrado, muito competitivo. A liga brasileira vem em franco crescimento e esse ano chega a 18 clubes. Acho que teremos um excelente nível técnico já que o país conta com ótimos jogadores e treinadores, tem tudo pra ser um grande campeonato!

Território LNB: Você vem de uma escola de basquete muito importante, talvez a grande escola da atualidade fora dos Estados Unidos. Neste contexto, o que você pode agregar ao basquete brasileiro?

Paco García: Sem dúvida que a Espanha é uma das escolas de basquete mais fortes do mundo na atualidade, mas o que tenho na cabeça é que chego aqui para aprender! Tenho muito respeito pelo basquete e pelos treinadores brasileiros, um dos meus grandes mestres é o Ary Vidal de quem tive o prazer de ser assistente na Espanha. Acho que a vinda ao Brasil vai me agregar muito como treinador, tenho certeza que será um período de grande aprendizagem e crescimento. Logicamente também venho para contribuir. Tenho quase 30 anos trabalhando como treinador, já vivi muitas coisas no basquete e acho que essa experiência de quase 3 décadas em quadra é o que mais posso agregar ao basquete brasileiro.

Território LNB: Você falou que trabalhou com o Ary Vidal, conta um pouco desta história pra gente.

Paco García: Sim, tive o prazer de ser assistente do Ary no Murcia, mais ou menos uns 25 anos atrás. É uma pessoa muito especial, tenho um carinho enorme por ele. Como treinador dispensa comentários, é um dos grandes e tem todo o meu respeito e admiração. Aprendi muito com o Ary no Murcia e, sem dúvida alguma, ele é uma das pessoas mais importantes no meu desenvolvimento como técnico de basquete.

Território LNB: E como você avalia o nível dos treinadores brasileiros?

Paco García: Excelente! A escola brasileira é muito tradicional no mundo do basquete e sempre formou grandes treinadores. O basquete brasileiro sempre teve um excelente nível técnico e isto se deve muito aos treinadores e ao trabalho que é desenvolvido desde a base até o adulto.

Território LNB: Quem mais influenciou sua vinda pra Mogi?

Paco García: Uma outra pessoa muito importante na minha decisão foi o Moncho Monsalve, ex técnico da Seleção Brasileira. Quando recebi o convite do Mogi conversei com ele que me falou maravilhas do Brasil, não só em relação ao basquete, mas ao país como um todo. Moncho me falou muito sobre a LNB e o NBB, de como o projeto aqui é sério e o campeonato competitivo. Sem dúvida ele foi outra grande influência na minha decisão de vir trabalhar no Brasil.

Território LNB: Pra fechar, diga o que a torcida do Mogi pode esperar da equipe no NBB5.

Paco García: Em primeiro lugar, quero falar pra nossa torcida desfrutar a competição, saborear o retorno da equipe à elite do basquete brasileiro! Depois o que quero dizer é que vamos fazer o possível para que torcedores e a cidade de Mogi se sintam orgulhosos pelo nosso time. Não vamos prometer nada em relação a resultados, mas garanto que trabalharemos muito em busca do nosso melhor e que luta não vai faltar a esta equipe!

Imagens: Mogi
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Confira a ótima entrevista publicada no Zona Pintada com o ala Andre Laws, o Homem de Gelo do São José!

Na última sexta, 19 de outubro, o Zona Pintada publicou uma ótima entrevista com Andre Laws, um dos destaques do São José no último NBB.

De forma franca e descontraída, o Homem de Gelo, como é carinhosamente chamado pela imprensa joseense, conversou com o repórter David Rangel de Albuquerque.

E Laws não se limitou aos aspectos da quadra e da bola.

Logicamente falou do jogo em si, do São José, da expectativa para o NBB5 e Liga Sulamericana, mas também versou sobre outros temas como a amizade do elenco joseense fora das quadras, do respeito que tem pelo técnico Régis Marrelli, a cidade de São José dos Campos e sua experiência com a bola laranja pelos quatro cantos, incluindo os dois anos em que foi dirigido por Rubén Magnano na Argentina.

Pra conferir a entrevista, é só clicar no play!

Além do David, já citado acima, agradecemos aos demais membros do Zona PintadaJoão Paulo de Campos, Marcelo Sacilotti Pascon e Marcelo Carreira – pela cessão da entrevista.

Imagem: LNB
Vídeo: Zona Pintada
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Paulo Bassul, gerente técnico da Liga Nacional de Basquete, em entrevista ao Bala na Cesta. Leitura obrigatória!

Como vocês já sabem, Paulo Bassul é o atual gerente técnico da LNB.

O ex treinador da Seleção Brasileira feminina assumiu o cargo no início de julho e a partir de 24 de novembro encara seu 1º NBB nesta nova função.

Nesta sexta, 19 de outubro, o Fabio Balassiano publicou uma ótima entrevista com Paulo Bassul onde o gerente técnico da LNB fala sobre a evolução do basquete brasileiro dentro e fora das quadras.

Bassul também falou de metas da LNB para os próximos anos, evolução técnica do NBB, uma política nacional para o esporte brasileiro e do atual momento do basquete feminino no país.

Leitura obrigatória, imperdível!

Pra ler a entrevista do Paulo Bassul no Bala na Cesta, é só clicar aqui!

Imagem: Território LNB
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Entrevista exclusiva com Rinaldo Rodrigues, técnico da Liga Sorocabana.

A sabedoria popular diz que de médico e louco todo mundo tem um pouco, certo? E Rinaldo Rodrigues, técnico e presidente da Liga Sorocabana, não foge da raia, pelo menos no que tange à segunda parte do ditado. Em entrevista exclusiva ao Território LNB, Rinaldo diz não se importar com o rótulo, mas mostra muito mais que a tal insanidade. Na longa conversa com o blog, intermediada pela assessoria de comunicação do time, o técnico da Liga Sorocabana mostra que, acima de tudo, é um apaixonado pelo basquete, um dedicado lutador que batalha incansavelmente a favor da bola laranja.

Rinaldo também falou sobre a relação com o pivô Mineiro, as dificuldades e as lições do último campeonato paulista, do investimento na base sorocabana, da relação da equipe com a cidade, dos projetos sociais desenvolvidos ao longo destes 14 anos, dos seus ídolos e guias, Tom Zé e Marco Antônio Aga, e muito mais!

Sem mais delongas, segue abaixo a entrevista com Rinaldo Rodrigues, técnico da Liga Sorocabana.

Território LNB – Conta um pouco a história da Liga Sorocabana. Verdade que até rifas foram organizadas pro time nascer?

Rinaldo Rodrigues – Tudo começou há 14 anos. Eu estava no final da carreira de jogador e precisava fazer alguma coisa pra me manter vivendo de basquete. Aí com a ajuda de alguns alunos das escolinhas de base daqui bolamos algumas rifas, algumas camisas do São Bento que é o time mais famoso daqui, e assim começou a arrecadação de verbas pra criação do time, sempre visando fazer o melhor basquete possível pra cidade.

Território LNB - Você foi jogador, agora é técnico e presidente da Liga Sorocabana. Quais as diferenças e dificuldades de cada função.

Rinaldo Rodrigues – O técnico tem que lidar com muitas pessoas e o presidente lida com dinheiro, tem que saber administrar. Às vezes acontece das coisas não darem certo na quadra e a gente não consegue separar. Mas agora graças a Deus consegui montar uma equipe fora de quadra muito boa que está me ajudando muito, ajudando inclusive a filtrar fazendo com que não chegue tudo no Rinaldo.

Território LNBO acúmulo de funções atrapalha o Rinaldo treinador?

Rinaldo Rodrigues - Não, eu exerço a função de treinador como qualquer outro técnico do NBB, estudo os adversários, táticas, vejo vídeos, tudo. O Eduardo (de Souza Correa), meu assistente, é uma pessoa muito competente e me auxilia muito nesse trabalho. Eu aprendi uma coisa com o meu pai, quando você se propõe a fazer algo, você tem que fazer. Então eu me propus a ser técnico e presidente, então eu tenho que dar conta. A Liga Sorocabana cresceu muito nos últimos anos, chegou a nossa hora e vai chegar o momento em que teremos que fazer essa separação mais ainda, e aí vou fazer a escolha de deixar a quadra ou não.

Território LNBFala um pouco das ações sociais desenvolvidas pelo time, o Arremesso para o amanhã, as escolinhas, clínicas e o trabalho de base.

Rinaldo Rodrigues – As ações sociais que desenvolvemos, seja o Arremesso para o Amanhã ou as clínicas que levamos às escolas da cidade, são os fatores mais preponderantes pro sucesso do nosso projeto. São essas ações que propiciaram massificar o basquete na cidade, que fizeram o nosso time ser tão conhecido em Sorocaba. As escolinhas são a base da formação dos nossos atletas. Vários jogadores saíram daqui das nossas quadras, hoje tem o Thiago no Paulistano, o Gustavo Scaglia jogando a NCAA na Arizona Western, o próprio Heitor que voltou agora pro nosso time, esses são todos frutos das nossas escolinhas. Agora começamos a investir no juvenil, algo que nunca fizemos. Estamos fortalecendo nossa base e nosso sonho é que, em pouco tempo, possamos ter todas as categorias de base em Sorocaba, desde as escolinhas até a última categoria antes do adulto.

Território LNB - Como você vê a relação da Liga Sorocabana com a cidade?

Rinaldo Rodrigues – É sensacional! Sem dúvida nenhuma, hoje o basquete é o esporte que puxa a cidade. Mas a gente não que puxar só pro nosso lado, nosso objetivo é levantar o esporte em Sorocaba de maneira geral, a gente não pensa só no basquete. Nossa idéia é que o basquete abra as portas pros outros esportes, mostrando que Sorocaba tem valor esportivo e, através do basquete, as outras modalidades cresçam na cidade, vôlei, futsal, tudo. Nosso objetivo é transformar Sorocaba em uma cidade poliesportiva, uma cidade do esporte de competição.

Território LNB - A questão dos recursos é quase sempre um problema nos esportes olímpicos brasileiros. Hoje, como é a situação da Liga Sorocabana em relação aos recursos?

Rinaldo Rodrigues – A gente vem trabalhando pra encontrar mais um parceiro, a gente precisa fechar mais uma cota e a sociedade sorocabana vem nos ajudando muito, cobrando do empresariado local. Nós estamos trabalhando pra cada dia ter mais e melhorar nosso projeto. Já temos os patrocinadores que honram seus compromissos, temos apoiadores aqui que estão conosco há 14 anos e isto é algo raríssimo no esporte, um patrocinador que fique 14 anos com uma equipe, e nós já temos isso aqui em Sorocaba. Temos a esperança de um dia termos uma estrutura maior. A equipe vai ser sempre assim, pensando grande e buscando, mas precisamos crescer pra fortalecer a nossa base e termos no adulto um espelho pra esses jovens que sonham em jogar na elite do basquete brasileiro e, futuramente, até no plano  internacional.

Território LNBVocês tiveram um campeonato paulista difícil nesta temporada. Quais as lições que ficaram?

Rinaldo Rodrigues – Foi a maior lição da minha vida, eu aprendi muito com as situações que vivemos no Paulista. Alguns atletas que vieram aqui não souberam entender nosso projeto. Foi uma decepção, mas acima de tudo uma grande lição. A gente montou uma equipe forte, mas com espírito fraco. E este espírito fraco preponderou no Paulista. Mas isto é passado, aprendemos muito com tudo que aconteceu no Paulista e hoje temos uma equipe comprometida com o projeto, forte tecnicamente, forte de cabeça e de espírito, seja nas vitórias ou nas derrotas.

Território LNB - Como você analisa a campanha da Liga Sorocabana até aqui no NBB?

Rinaldo Rodrigues - Uma campanha regular. A gente vem surpreendendo, tanto por algumas vitórias como por algumas derrotas. Nós sabemos que chegar aos playoffs é muito difícil, mas estamos trabalhando. O que eu não quero neste primeiro ano de NBB é perder de muito, acho que a gente tem que estar sempre incomodando os adversários, como fizemos na maioria dos jogos. A classificação aos playoffs neste primeiro ano é muito difícil e se a gente incomodar no campeonato eu já estarei satisfeito. No segundo ano aí já é diferente, em nossa 2ª temporada no NBB a gente vai em busca de coisas maiores.

Território LNBMuitas pessoas que executam suas funções de forma apaixonada e com extrema dedicação são taxadas de loucas. O rótulo de louco te incomoda?

Rinaldo Rodrigues - Não, de forma alguma! Eu adoro ser louco porque eu amo o que eu faço! Minha família adora o basquete e sabe da importância que esse esporte tem pra minha vida. Eu acho que quando você gosta de uma coisa, não pode exagerar muito, mas eu me entrego de corpo e alma a esse projeto! Nunca visei benefício próprio, sempre o que quis foi devolver à sociedade o que o basquete me deu, trazer de volta o esporte de competição a Sorocaba, o esporte do sonho porque eu sou um sonhador. Hoje estou muito feliz e acredito que a Liga Sorocabana ainda vai crescer muito mais! Acho que todo mundo tem um pouco de louco, eu não fujo disso, não me importo de ser taxado de louco e até uso isso em meu favor como uma forma de marketing pessoal.

Território LNBSua postura dentro de quadra no NBB tem sido muito elogiada. Isto é fruto de um trabalho fora de quadra?

Rinaldo Rodrigues - Então, a gente está tentando respeitar. A LNB respeita muito o trabalho e a história de cada profissional e reconhece o esforço de todos nós aqui em Sorocaba. A arbitragem também está de parabéns no NBB, entendendo bem a nossa luta e respeitando o meu jeito de ser e trabalhar. Todos nós queremos o melhor para o basquete brasileiro, então cada um faz sua parte e respeita o outro, as cobranças existem, mas em forma de diálogo. A única coisa que sei fazer na minha vida é fazer basquete, então tenho que buscar melhorar não só no trabalho, mas também na postura. Eu acho que ainda tenho uma grande contribuição a dar para o basquete brasileiro, faço isto com muito amor e tenho muitas pessoas ao meu lado, me ajudando, me aconselhando. E o que estou tentando é seguir um caminho de evolução pra poder fazer um basquete cada vez melhor.

Território LNBQuando o Mineiro foi anunciado como reforço da Liga Sorocabana, muita gente disse “ou eles se matam ou eles se casam”, em alusão ao temperamento, pra muitos, parecido ao seu. Você vê no Mineiro um novo Rinaldo?

Rinaldo Rodrigues – Logicamente que não, o Mineiro não é o Rinaldo mais novo. O Mineiro foi campeão brasileiro, sulamericano, paulista, já defendeu a Seleção Brasileira, o Rinaldo não chegou a tanto. No temperamento aí sim, ele se parece comigo. Inclusive é um trabalho que tenho feito com ele, explicar que nem sempre as coisas são como a gente acha que são e a gente tem que ter equilíbrio pra conseguir as coisas na vida. Ele é um cara novo que se identifica muito comigo e eu sempre falo pra ele, tem hora que a gente tem que contar até dez. O Mineiro é muito talentoso e eu acho que ele tem tudo pra se tornar o grande pivô brasileiro, eu acredito muito nisso. Ele tem basquete pra isso, tem talento, só falta agora se firmar e querer, porque não adianta que os outros queiram ou falem, tem que partir dele.

Território LNBQueria que você falasse de duas pessoas que sei que foram muito especiais pra que você pudesse estar aqui hoje, o Tom Zé e o Marco Antônio Aga.

Rinaldo Rodrigues – Ah, esses dois são os grandes exemplos de luta da minha vida. O Aga me deu uma grande chance de aprender em Casa Branca. Ele na verdade foi o cara que deu o leite da minha filha, eu estava desempregado e ele me deu uma chance em Casa Branca. É uma situação parecida com a do Mineiro aqui em Sorocaba, como o Aga  também é turrão, todo mundo achou que a gente ia brigar, mas o que aconteceu foi uma grande amizade. Aprendi muita coisa com o Aga, tanto no banco de Casa Branca como dentro de quadra, ele é um cara que faz parte muito forte da história da minha vida. Agora o Tom Zé é meu grande guia! Eu tento representá-lo da forma que ele sempre pensou o basquete, honestidade, seriedade, muito trabalho. Acho que vai ser muito difícil termos outra pessoa igual, uma pessoa que amava o basquete como ele. O Tom Zé também me ajudou muito, veio a Sorocaba, deu clínicas aqui, me ensinou demais. Cuidou do meu temperamento, me deu inúmeros conselhos, abriu muitas portas pra mim, hoje eu me lembro de muitas coisas que ele falava. Hoje ele ta lá em cima, mas sabe que faz parte de tudo isso que está acontecendo. Uma vez, quando dirigia o Araraquara e ia jogar contra Franca, ele falou que eu ainda ia ter o gostinho de ver o ginásio aqui de Sorocaba lotado e em diversos jogos aqui eu senti a presença dele comigo. Nosso sistema de jogo é baseado no dele, com pouquíssimas mudanças, é um grande guia pra mim. Quando você está lá embaixo, pouca gente estende a mão pra você e esses dois (Aga e Tom Zé) não me estenderam a mão, eles quase me carregaram no colo. Um dia o Aga me falou “Rinaldo, o pior é que você está chegando mesmo hein”, sou muito grato a esses dois, devo muito a eles. Meu sonho de consumo era ter esses dois como meus assistentes!

Território LNBPra finalizar, deixa uma mensagem pra torcida sorocabana.

Rinaldo Rodrigues – Não parem de torcer, nem mesmo nas derrotas. As dificuldades dentro de quadra são imensas, nossa torcida está aprendendo a levantar o time e hoje eles já são o nosso sexto, sétimo, oitavo, nono, décimo jogadores! A gente conta demais com nossos torcedores e estamos muito satisfeitos com o que eles estão fazendo nesse NBB. Torcida é o fator fundamental no esporte, ninguém gosta de jogar em ginásio vazio e nós estamos trazendo um dos maiores públicos já na nossa 1ª temporada no NBB. Então eu e todos envolvidos no projeto estamos muito satisfeitos e só temos que agradecer à torcida sorocabana!

Imagens: LNB

 

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Entrevista exclusiva do Território LNB com José Neto, técnico do Joinville.

Nesta quarta, 25 de janeiro, a equipe do Território LNB encontrou com o técnico José Neto, do Joinville, para um longo e interessantíssimo bate papo.

Muito solícito, Neto não economizou e conversou bastante  sobre este início de trabalho no sul do país. Falou da relação do time com a comunidade joinvilense, das jovens promessas da equipe catarinense, do capitão Shilton, dos estrangeiros que chegaram para jogar o NBB, da vaga na Ligas das Américas, da estrutura fora da quadra.

Ele também comentou sua volta ao basquete de clubes e ao campeonato nacional depois de um bom tempo a frente apenas das seleções de base do Brasil.

Mas os assunto não ficou restrito somente ao Joinville e sua carreira. Neto também falou sobre o último Mundial Sub 19, Jonas Valanciunas, categorias de base, LDO, a evolução do basquete brasileiro nos últimos anos e muito mais!

E fechou a entrevista exprimindo um desejo que não é só dele:

Que o basquete de Joinville nunca acabe!

Confira todo o papo com José Neto no vídeo abaixo.

Imagem: Joinville
Vídeo: Território LNB
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Na noite desta quarta, 30 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e MVP da última edição da competição. Durante uma hora, Giovannoni atendeu a todos solicitamente, respondendo todas as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que participaram e tanto enriqueceram […]

Na noite desta quarta, 30 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e MVP da última edição da competição.

Durante uma hora, Giovannoni atendeu a todos solicitamente, respondendo todas as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que participaram e tanto enriqueceram nossa entrevista aberta.

Abaixo, um resumo da #twitrevista com Guilherme Giovannoni. Quem quiser ver todas as respostas, é so clicar aqui e conferir o perfil pessoal do jogador.

Papel do NBB na evolução do basquete brasileiro

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Torcida do Brasília

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Asceb ou Nilson Nelson?

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Escolinha GG12

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O Brasil pode sonhar com uma medalha em Londres 2012?

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Alex e Nezinho

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Coletivismo X Individualidade

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Melhor marcador do NBB

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O que o Brasília precisa fazer pra chegar ao tri do NBB?

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Basquete francano

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Qual título do NBB foi mais especial?

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Objetivos para a temporada 2011/2012

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Campeão e MVP, dá pra repetir a dobradinha neste NBB?

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Favoritos ao título do NBB

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Times que podem surpreender

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Jogadores, do passado e da atualidade, que mais gosta de ver jogar

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Alimentação antes de uma partida

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Dicas pra quem está começando no basquete

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Melhores jogadores da NBA

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Importância da manutenção do elenco da temporada passada para a atual

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Adiamento do hexagonal final da Liga Sulamericana

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Você teme que a Liga Sulamericana não chegue ao fim?

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Arbitragem brasileira

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Desistência do Vitória

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Final em jogo único

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Espera reencontrar o Flamengo na final do NBB?

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Diferenças do basquete brasileiro para o europeu

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Taticamente, o basquete brasileiro ainda está muito distante do europeu?

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Atletas estrangeiros no NBB

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Basquete feminino brasileiro está muito distante do masculino?

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Melhores técnicos com quem trabalhou

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Importância do Magnano na conquista da vaga olímpica

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Nenê deve ir aos Jogos Olímpicos?

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Despedida

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Nesta quarta, 30 de novembro, tem mais uma #twitrevista do @NBB_Oficial! E o convidado é o Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e atual MVP da competição! Uma ótima oportunidade pro torcedor conversar com um dos melhores jogadores brasileiros da atualidade! A #twitrevista com Guilherme Giovannoni começará às 10 da noite e, durante uma […]

giovannoni-foto_luiz_piresNesta quarta, 30 de novembro, tem mais uma #twitrevista do @NBB_Oficial!

E o convidado é o Guilherme Giovannoni, bicampeão do NBB pelo Brasília e atual MVP da competição!

Uma ótima oportunidade pro torcedor conversar com um dos melhores jogadores brasileiros da atualidade!

A #twitrevista com Guilherme Giovannoni começará às 10 da noite e, durante uma hora, o craque do Brasília responderá as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs da bola laranja que queiram participar e contribuir com nossa entrevista aberta.

Pra participar é muito fácil, basta estar cadastrado no twitter, seguir os perfis do NBB e do Guilherme Giovannoni e, a partir das 22 horas desta quarta, enviar suas perguntas diretamente para o @giovannoni12.

Sempre colocando a tag #twitrevista pra facilitar a vida do nosso entrevistado.

Contamos com a sua participação!

Pra saber o que é uma #twitrevista, é só clicar aqui.

Imagem: LNB
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Na noite desta terça, 29 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com o o ala Fernando Fischer, cestinha e um dos destaques do Bauru, única equipe que permanece invicta no NBB 2011/2012. Durante mais de uma hora, Fischer atendeu a todos solicitamente, respondendo as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs […]

Na noite desta terça, 29 de novembro, o @NBB_Oficial realizou mais uma #twitrevista, desta vez com o o ala Fernando Fischer, cestinha e um dos destaques do Bauru, única equipe que permanece invicta no NBB 2011/2012.

Durante mais de uma hora, Fischer atendeu a todos solicitamente, respondendo as perguntas do @NBB_Oficial e dos demais fãs de basquete que tanto enriqueceram a entrevista aberta.

O papo ainda contou com participações ilustres, como do armador Larry Taylor, companheiro de Fischer no Bauru.

Abaixo, um resumo da conversa com Fernando Fischer. Quem quiser ver todas as respostas, é só clicar aqui e conferir o perfil pessoal do jogador.

Até onde o Bauru pode chegar neste NBB?

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Principal aprendizado da carreira

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Quais fundamentos trabalha mais pra evoluir?

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Evolução do NBB

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Melhores técnicos com quem já trabalhou

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Guerrinha

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Jogador do NBB que gostaria de levar pro Bauru

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Marcador mais implacável que enfrentou no NBB

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Melhores jogadores da NBA, do basquete FIBA e do NBB

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Expectativa para a disputa da Liga das Américas

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Torcida mais dífícil de enfrentar

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Larry Taylor

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Torcida bauruense

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Com a Panela de Pressão, Bauru fica ainda mais forte?

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Este é o ano do Bauru?

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Característica do seu jogo que precisa melhorar mais

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Bauru já pode ser considerado um dos favoritos ao título do NBB?

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Bauru na LDO

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Principais favoritos ao título do NBB

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Equipes que defendeu ao longo da carreira

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Já jogou ao lado do irmão Ricardo Fischer? E rola alguma aposta quando vocês se enfrentam?

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Ensinamentos que trouxe do basquete europeu

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Segredo do ótimo aproveitamento da linha dos 3 pontos

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Rotina de treinamentos pras bolas de 3 pontos

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Segredo do Bauru

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Melhores arremessadores do perímetro no NBB

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Ídolos no basquete

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Ainda pensa em defender a Seleção?

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Flamengo é o time a ser batido neste NBB?

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Maior dificuldade em se fazer basquete no Brasil

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Brasil, país do futebol. Esta mono esportividade atrapalha?

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Retorno aos Jogos Olímpicos

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Nenê e Leandrinho nos Jogos Olímpicos

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Despedida

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