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Hélio Rubens, sinônimo de basquete, dedicação e amor à bola laranja!

Hélio Rubens - Melhor Técnico

Hélio Rubens com o troféu de Melhor Técnico da temporada 2010/2011 (Foto: Luiz Pires/LNB)

Nesta segunda, 14 de maio, chegou ao fim uma das histórias mais lindas do basquete brasileiro. Hélio Rubens anunciou oficialmente sua saída do comando técnico do Franca, clube no qual ele viveu durante quase meio século.

Aos 17 anos, incentivado pelo pai e pelo professor Pedroca, que hoje dá nome ao ginásio poliesportivo de Franca, o habilidoso meia trocou a camisa 10 da Veterana pela bola laranja. E a decisão não poderia ter sido mais acertada, o basquete já era parte dele.

Durante 24 anos, Hélio Rubens jogou pelo time francano onde conquistou títulos, se destacou e chegou à Seleção Brasileira. Só a carreira como jogador bastaria para que ele se transformasse em uma lenda, um mito, uma verdadeira bandeira da capital brasileira do basquete.

Mas Hélio queria maise sabia que podia dar mais ao basquete francano e brasileiro. No início dos anos de 1980, quando ainda atuava, ele acumulou a função de treinador, cuja qual, pouco depois, passou a exercer exclusivamente.

Adepto da filosofia basquetebolística do professor Pedroca, Hélio Rubens construiu uma carreira pra lá de vitoriosa como treinador, sendo até hoje o técnico recordista de títulos nacionais, 9 ao todo, 6 pelo Franca, dois pelo Vasco e um pelo Uberlândia.

Mas a importância de Hélio Rubens para o basquete brasileiro não pode ser medida apenas pelas conquistas, nem mesmo por seus 53 anos inteiramente dedicados à modalidade, 48 deles em Franca.

Não é comum encontrar uma pessoa de 71 anos que os olhos ainda brilhem ao falar sobre sua área de atividade, na qual atuou por mais de meio século. E esta chama segue presente em Hélio Rubens, como se fosse apenas um garoto em início de carreira.

O amor pela bola laranja se faz presente em todos os momentos de sua vida, no DNA de sua família tão basqueteira. Nas lágrimas que brotam dos seus olhos quando o assunto Pedroca é colocado em pauta.

Eleito pelo jornal britânico The Sunday Times como um dos mil esportistas mais importantes do século passado, Hélio Rubens é sinônimo de basquete, de dedicação e amor à bola laranja.

E com toda certeza, seja como treinador ou em outra função, ainda tem muito o que contribuir com o desenvolvimento do basquete brasileiro.

Imagens: LNB
Vídeo: Globo
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Saiba quais são os jogadores que lideram as estatísticas históricas das semifinais do NBB!

Nesta terça, 15 de maio, começam as semifinais do NBB 2011/2012.

Antes da bola subir, veremos quais jogadores lideram os principais fundamentos nas semifinais das 3 edições anteriores do campeonato.

Só um detalhe, os times que constam entre parênteses não são necessariamente os atuais clubes dos jogadores, mas aqueles pelos quais eles jogaram as semis do NBB. E as estatísticas dizem respeito somente à fase semifinal.

Cestinhas

Médias

1º) Marcelinho (Flamengo) – 27,10 pontos por jogo
2º) Marquinhos (Pinheiros) – 24,25 pontos por jogo
3º)Guilherme Giovannoni (Brasília) e Manteguinha (Joinville) – 22,67 pontos por jogo
5º) Murilo (Minas) – 19,55 pontos por jogo
6º) Shipp (Minas) – 19,50 pontos por jogo
7º) Alex (Brasília) – 19,08 pontos por jogo
8º)Vitor Benite (Franca) – 18 pontos por jogo
9º) Helinho (Franca) – 17,29 pontos por jogo
10º) Shamell (Pinheiros) – 17 pontos por jogo

Números Absolutos

1º) Marcelinho (Flamengo) – 271 pontos
2º) Alex (Brasília) – 248 pontos
3º)Guilherme Giovannoni (Brasília) – 204 pontos
4º) Arthur (Brasília) – 180 pontos
5º) Murilo (Minas) – 176 pontos
6º) Nezinho (Brasília) – 140 pontos
7º) Valtinho (Brasília) – 122 pontos
8º) Helinho (Franca) e Jefferson (Flamengo) – 121 pontos
10º) Márcio (Franca) – 118 pontos

Rebotes

Médias

1º) Shilton (Joinville) – 10 rebotes por jogo
2º) Guilherme Giovannoni (Brasília) – 8,77 rebotes por jogo
3º) Murilo (Minas) – 8,22 rebotes por jogo
4º) Bábby (Flamengo) – 7,33 rebotes por jogo
5º) Olivinha (Pinheiros) – 6,50 rebotes por jogo
6º) Drudi (Minas/Franca) – 6,25 rebotes por jogo
7º) Tiagão (Joinville) – 6 rebotes por jogo
8º) Ricardo Probst (Minas/Franca) – 5,82 rebotes por jogo
9º) Jefferson (Flamengo) – 5,70 rebotes por jogo
10º) Alex (Brasília) – 5,38 rebotes por jogo

Números Absolutos

1º) Guilherme Giovannoni (Brasília) – 79 rebotes
2º) Murilo (Minas) – 74 rebotes
3º) Alex (Brasília) – 70 rebotes
4º) Ricardo Probst (Minas/Franca) – 64 rebotes
5º) Jefferson (Flamengo) – 57 rebotes
6º) Marcelinho (Flamengo) – 52 rebotes
7º) Drudi (Minas/Franca) – 50 rebotes
8º) Márcio Cipriano (Brasília) – 48 rebotes
9º) Hélio (Flamengo) – 38 rebotes
10º) Arthur(Brasília) – 35 rebotes

Assistências

Médias

1º) Sucatzky (Minas) – 8,40 assistências por jogo
2º) Valtinho (Brasília) – 5,55 assistências por jogo
3º) Manteguinha (Joinville) – 5,33 assistências por jogo
4º) Nezinho (Brasília) – 4,67 assistências por jogo
5º) Shilton (Joinville) – 4,33 assistências por jogo
6º) Jeffries (Minas) – 4,20 assistências por jogo
7º) Luiz Felipe (Minas) – 4,11 assistências por jogo
8º) Fernando Penna (Franca) – 4 assistências por jogo
9º) Helinho (Franca) – 3,86 assistências por jogo
10º) Marcelinho (Flamengo) – 3,40 assistências por jogo

Números Absolutos

1º) Valtinho (Brasília) – 50 assistências
2º) Alex (Brasília) – 44 assistências
3º) Nezinho (Brasília) e Sucatzky (Minas) – 42 assistências
5º) Luiz Felipe (Minas) – 37 assistências
6º) Marcelinho (Flamengo) – 34 assistências
7º) Hélio (Flamengo) – 29 assistências
8º) Duda (Flamengo) – 28 assistências
9º) Helinho (Franca) – 27 assistências
10º) Arthur (Brasília) – 23 assistências

Roubos de Bola

Médias

1º) Nezinho (Brasília) – 2,22 roubos de bola por jogo
2º) Marquinhos (Pinheiros) e Sobral (Joinville) – 2 roubos de bola por jogo
4º) Ratto (Brasília) – 1,75 roubos de bola por jogo
5º) Duda (Flamengo) – 1,70 roubos de bola por jogo
6º) Antwine Williams (Joinville) e Tiagão (Joinville) – 1,67 roubos de bola por jogo
8º) Márcio (Franca) – 1,57 roubos de bola por jogo
9º) Valtinho (Brasília) – 1,44 roubos de bola por jogo
10º) Manteguinha (Joinville) – 1,33 roubos de bola por jogo

Números Absolutos

1º) Nezinho (Brasília) – 20 roubos de bola
2º) Alex (Brasília) e Duda (Flamengo) – 17 roubos de bola
4º) Marcelinho (Flamengo) e Valtinho (Brasília) – 13 roubos de bola
6º) Márcio (Franca) – 11 roubos de bola
7º) Ricardo Probst (Minas/Franca) e Rossi (Brasília) – 9 roubos de bola
9º) Arthur (Brasília), Drudi (Minas/Franca), Jefferson (Flamengo), Leandro (Minas), Marquinhos (Pinheiros) e Murilo (Minas) – 8 roubos de bola

Tocos

Médias

1º) Harper Williams (Franca) – 1,25 tocos por jogo
2º) Estevam (Brasília) – 1,22 tocos por jogo
3º) Bruno Fiorotto (Pinheiros), Morro (Pinheiros) e Shilton (Joinville) – 1 toco por jogo
6º) Murilo (Minas) – 0,88 tocos por jogo
7º) Jeffries (Minas) – 0,80 tocos por jogo
8º) Adriano Machado (Joinville), Guilherme Hubner (Minas) e Tiagão (Joinville) – 0,67 tocos por jogo

Números Absolutos

1º) Estevam (Brasília) – 11 tocos
2º) Alex (Brasília) e Murilo (Minas) – 8 tocos
4º) Márcio Cipriano (Brasília) – 7 tocos
5º) Harper Williams (Franca) – 5 tocos
6º) Bruno Fiorotto (Pinheiros), Jeffries (Minas), Morro (Pinheiros), Ricardo Probst (Minas/Franca) e Teichmann (Flamengo) – 4 tocos

Imagem: LNB
Efeitos: PicMonkey
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Dois tabus históricos do NBB estão em jogo nesta sexta. E pelo menos um cai…

Nesta sexta, 11 de maio, serão definidos os dois últimos semifinalistas do NBB 2011/2012.

Às 18:45h, jogam em São Paulo Pinheiros X Joinville, e às 20:45h, Flamengo X Uberlândia se enfrentam no Rio de Janeiro, ambos com transmissão ao vivo do SporTV!

Dois tabus históricos do NBB estão em jogo na noite desta sexta. E pelo menos um cai.

Na série entre Flamengo e Uberlândia, o time mineiro pode ser o primeiro na história do NBB a sair do buraco em uma série de playoff, 0 X 2, e virar pra 3 X 2. Outra façanha que pode ser atingida pela equipe do Triângulo Mineiro é ser o 1º time não classificado entre os 4 melhores da fase de classificação a chegar a uma semifinal de NBB.

O Joinville também pode conseguir o mesmo feito histórico, ser o 1º semifinalista de um NBB que não ficou entre os 4 melhores da fase de classificação.

Por outro lado, o Pinheiros também pode alcançar a virada histórica na série contra os catarinenses. Se vencerem hoje, os paulistas saem do buraco do 0 X 2 direto pra semifinal!

Ou seja, a série entre Pinheiros e Joinville é a garantia que pelo menos um tabu cai nesta sexta.

E em caso de vitórias de Joinville e Uberlândia, ou mesmo só do time mineiro, serão dois em uma noite só!

E pra você, qual ou quais times alcançarão um feito histórico nesta sexta?

Imagem: LNB

 

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Classificação do São José às semifinais ratifica a história de evolução da equipe joseense ao longo destes 4 anos de NBB.

Na noite desta quinta, 3 de maio, o São José venceu o Franca por 94 X 80 e conseguiu a classificação para a semifinal do NBB 11/12, feito inédito para a equipe do Vale do Paraíba.

Até então, a fase mais aguda do campeonato alcançada pelo time joseense havia sido as quartas de final, o que ocorreu nas duas últimas temporadas.

A evolução do São José é nítida. No NBB 2009 a equipe do Vale do Paraíba nem chegou aos playoffs, terminou a fase de classificação em 13º lugar – à frente apenas de Saldanha da Gama e Bira Lajeado – e mesmo que já tivéssemos a fase de oitavas de final, implementada somente na temporada seguinte, o time joseense teria ficado fora do pós temporada. Ainda na 1ª edição do NBB, o São José chegou a registrar 15 derrotas consecutivas, passou parte do campeonato na lanterna e terminou a competição com apenas 25% de aproveitamento, 7 vitórias e 21 derrotas.

Para o NBB 2009/2010, entre outras contratações, o São José repatriou o armador Fúlvio, peça fundamental para que o time mudasse de patamar. E foi o que aconteceu. O aproveitamento da equipe joseense dobrou, passando dos 25% da 1ª edição para 50% na temporada 2009/2010, 13 vitórias e 13 derrotas que garantiram a 7ª colocação ao time do Vale do Paraíba na fase de classificação. Nas oitavas de final, em sua 1ª série de playoffs no NBB, o São José passou pelo Araraquara por 3 X 1. E caiu nas quartas diante do Flamengo, 3 X 0, equipe que viria a ser vice campeã naquele ano.

Na temporada 2010/2011, mais uma contratação de peso, o pivô Murilo trocou a capital mineira pelo Vale do Paraíba. E embora o time joseense tenha terminado a fase de classificação uma posição abaixo da edição anterior, 8º lugar contra o 7º do NBB 09/10, o aproveitamento da equipe subiu de 50% para 53,57%, com 15 vitórias e as mesmas 13 derrotas da temporada anterior. Nas oitavas, uma duríssima série contra Limeira, vencida pelos joseenses apenas na 5ª partida. Mas o São José voltou a cair nas quartas de final, novamente com um 3 X 0 e, de novo, para o time que viria a ser vice campeão, desta vez o Franca. A contusão do pivô Murilo, que fez o atleta perder parte da temporada e jogar outra parte no sacrifício, deixou um gosto amargo, a sensação que a equipe joseense poderia ter ido mais longe.

Então chegou a temporada 2011/2012. Com as pontas do time cobertas, Fúlvio na armação e Murilo – saudável, operado e plenamente recuperado – no garrafão, a comissão técnica comandada por Régis Marrelli e a diretoria da equipe se movimentaram bem no mercado, tratando de compor o grupo que já possuía seus expoentes. Do Franca trouxeram o ala Dedé, jogador de grande técnica e bom arremesso de fora. Do Flamengo veio Jefferson, ala pivô que sabe jogar tanto dentro como fora do garrafão e que trouxe na bagagem a experiência de duas finais e um título do NBB. Pensando em compor um banco mais forte, a equipe joseense contratou o ala pivô Chico, do Araraquara, e o ala espanhol Alvaro Calvo, do Rojos de Sucre (Venezuela), atletas de grande regularidade e que mantêm o nível de jogo do time no momento da rotação. Pra completar o ciclo de contratações, o time do Vale do Paraíba foi buscar o estadounidense Andre Laws no basquete argentino. O ala que estava no Ciclista Olímpico de Santiago del Estero se encaixou como uma luva na equipe, convertendo-se em um dos jogadores mais importantes do elenco, uma espécie de termômetro que norteia as atuações joseenses.

Com 5 vitórias e 3 derrotas nas 8 primeiras partidas, parecia que o São José ficaria no mesmo patamar da temporada anterior, principalmente quando o armador Fúlvio se lesionou. O fantasma das contusões que tanto assombrou a equipe na temporada 2010/2011 estava de volta, mas o jovem Ricardo Fischer mostrou todo seu talento e, enquanto Fúlvio esteve de fora, comandou a equipe com maestria, transformando-se inclusive em protagonista de muitos jogos, entre eles a fantástica vitória sobre os atuais bicampeões do NBB no Distrito Federal. Aliás, esta partida contra o Brasília é um marco da campanha, foi aí que a Águia do Vale do Paraíba mostrou suas garras e se credenciou realmente para brigar pelo título, afinal, não é qualquer time que pode vencer o Brasília no Distrito Federal, seja na ASCEB, no Nílson Nelson ou nos ginásios do entorno da capital federal onde os bicampeões atuaram nesta temporada. Na sequência deste jogo, derrota para o Minas em Belo Horizonte, 85 X 80. E esta foi a última vez que o São José saiu derrotado de quadra neste NBB. Desde então são 15 vitórias seguidas, incluindo triunfos contra o Pinheiros - em confronto direto que valeu a 1ª colocação da fase de classificação – e  contra o Flamengo no Rio, adversário que até então os joseenses nunca haviam vencido no NBB. Esta é a segunda maior sequência de vitórias na história do NBB, só perdendo para os 24 triunfos consecutivos do Flamengo na primeira edição do campeonato. Com 23 vitórias e apenas 5 derrotas, o São José garantiu a liderança da 1ª fase do NBB com 82,14% de aproveitamento, melhor campanha do time joseense na história do Novo Basquete Brasil.

Na noite desta quinta, 3 de maio, o São José voltou a superar o Franca, fechou a série de quartas de final em 3 X 0 e, pela primeira vez, garantiu seu lugar entre os 4 melhores do NBB. O time vem jogando uma bola redondinha e com um Murilo iluminado – o jogador é apontado quase de forma unânime para o título de MVP da competição – já é considerado por muitos analistas como o grande favorito ao título do NBB 11/12.

Se será, nós não sabemos e nem nos arriscaremos a exercícios de futurologia. Mas o certo é que esta equipe do São José já fez história ao chegar pela primeira vez à semifinal do NBB, ratificando sua caminhada de evolução. E como o processo evolutivo pode ainda estar em curso – ninguém pode afirmar que o time já atingiu seu ápice – não dá pra descartar o título.

E pra você, quão alto pode voar a águia do Vale do Paraíba?

Imagens: LNB
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Larry ETaylor, o alienígena de Bauru, registra seu 3º duplo duplo na história dos NBB’s, o 2º só nesta temporada.

Pros mais novos, Contatos Imediatos de Terceiro Grau (Close Encounters of the Third Kind) é um filme de 1977, dirigido por Steven Spielberg e que relata uma série de episódios de extraterrestres em nosso planeta.

Mas o nosso assunto não é cinema e sim Larry Taylor, o alienígena de Bauru.

Nesta quinta, 1º de março, Larry voltou a fazer jus ao apelido que o classifica como um jogador de outro mundo.

Na vitória do Bauru sobre Limeira por 99 X 79, o armador bauruense anotou 24 pontos, deu 10 assistências e pegou 10 rebotes, triplo duplo pra ele, o segundo só nesta temporada!

Nas 4 edições do NBB, foram registrados 4 triplos duplos, 3 deles do Larry, dois só nesta temporada. O outro TD do armador bauruense aconteceu na 6ª rodada da temporada passada na derrota, em casa, para o Flamengo.

Fora o alienígena de Bauru, apenas Fernando Penna, hoje em Franca, alcançou o feito quando ainda defendia o Paulistano.

Abaixo, os 4 triplos duplos da história dos NBB’s.

Fernando Penna – 23 pontos, 11 assistências e 10 rebotes – Araraquara 106 X 110 Paulistano – 26ª rodada do NBB 2009/2010 (28 de março de 2010)

Larry Taylor – 23 pontos, 12 rebotes e 10 assistências – Bauru 80 X 81 Flamengo – 6ª rodada do NBB 2010/2011 (5 de dezembro de 2010)

Larry Taylor – 10 pontos, 12 assistências e 10 rebotes – Bauru 91 X 77 Vila Velha – 2ª rodada do NBB 2011/2012 (21 de dezembro de 2011)

Larry Taylor – 24 pontos, 10 assistências e 10 rebotes – Bauru 99 X 79 Limeira – 24ª rodada do NBB 2011/2012 (1º de março de 2012)

Imagem: LNB
Efeito: Israel Araújo
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Com exibição de gala, Fúlvio distribui 21 assistências e estabelece novo recorde no NBB.

Na noite desta quinta, 1º de março, o São José deu mais uma demonstração de força no Lineu de Moura ao bater o forte time do Uberlândia por 102 X 86.

4 jogadores tiveram pontuação igual ou superior a 10 tentos e 7 ultrapassaram a marca dos 10 pontos no índice de eficiência, o que mostra o belo trabalho coletivo da equipe do Vale do Paraíba.

E se o conjunto apareceu, méritos para o Fúlvio que, mesmo sem black tie, teve uma noite de gala.

O armador distribuiu incríveis 21 assistências, maior marca em uma única partida de NBB!

O recorde anterior era dividido entre o próprio Fúlvio e Nezinho, do Brasília, com 18 assistências.

Abaixo, os 6 jogos de NBB em que Fúlvio, sempre defendendo o São José, alcançou pelo menos 15 assistências.

1º) 21 assistências – São José 102 X 86 Uberlândia – 24ª rodada do NBB 2011/2012 (1º de março de 2012)
2º) 18 assistências – Pinheiros 70 X 71 São José – 22ª rodada NBB 2009/2010 (14 de março de 2010)
3º) 17 assistências – São José 93 X 76 Joinville – 18ª rodada do NBB 2009/2010 (28 de fevereiro de 2010)
4º) 17 assistências – Minas 72 X 98 São José – 15ª rodada do NBB 2010/2011 (23 de janeiro de 2011)
5º) 15 assistências – São José 88 X 74 Araraquara – 2º jogo da série oitavas de final do NBB 2009/2010 (11 de abril de 2010)
6º) 15 assistências – Tijuca 78 X 89 São José – 22ª rodada do NBB 2011/2012 (23 de fevereiro de 2012)

Imagem: LNB
Montagem: Israel Araújo
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Um dos pontos altos da cerimônia de lançamento da temporada 2011/2012 do NBB foi, sem dúvida alguma, a homenagem a ex atletas e técnicos que serviram a Seleção Brasileira. A LNB criou a carteirinha Para Sempre Seleção, com o bjetivo de homenagear treinadores e atletas que defenderam a equipe nacional, valorizando assim a história do [...]

prasempreselecao-foto_joao_pires-lnb

Um dos pontos altos da cerimônia de lançamento da temporada 2011/2012 do NBB foi, sem dúvida alguma, a homenagem a ex atletas e técnicos que serviram a Seleção Brasileira.

A LNB criou a carteirinha Para Sempre Seleção, com o bjetivo de homenagear treinadores e atletas que defenderam a equipe nacional, valorizando assim a história do nosso basquete.

carteirinha-helio_rubens7 pessoas receberam a carteirinha na cerimônia de hoje, Lula Ferreira, gerente técnico da LNB, Guerrinha e Demétrius, respectivamente treinadores de Bauru e Limeira, Luiz Felipe Azevedo, presidente do Vila Velha, Luis Silva, diretor do Joinville, e Paulinho Villas Boas, dirigente da CBB.

Além destes 6, Hélio Rubens, treinador do Franca que conta com quase 20 anos de serviços prestados à Seleção Brasileira  foi escolhido para receber a carteirinha de número 1 e se mostrou emocionado com a homenagem.

É uma grande honra, um reconhecimento por todos esses anos de basquete. Essa é uma ótima iniciativa da LNB que não só ajuda a preservar e divulgar a história do nosso basquete, mas como ajuda a nos manter cada dia mais motivados.

Os portadores da carteirinha Para Sempre Seleção também passam a ter acesso a todos os jogos organizados pela LNB em território brasileiro, uma forma de trazer nossos ídolos de volta aos ginásios.

Todos aqueles que fizeram parte da equipe nacional tem direito à carteirinha Para Sempre Seleção. Para recebê-la, basta enviar um email para o endereço

parasempreselecao@lnb.com.br

Abaixo, as carteirinhas dos sete técnicos e ex atletas já agraciados com a homenagem.

Imagens: LNB
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Na noite desta quarta, 9 de novembro, o Pinheiros bateu o São José no interior de São Paulo por 82 X 79 e conquistou o título do Campeonato Paulista. O troféu tem um sabor especial já que esta é a primeira conquista do basquete masculino adulto do Pinheiros, clube tão vitorioso nos esportes olímpicos, mas [...]

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Na noite desta quarta, 9 de novembro, o Pinheiros bateu o São José no interior de São Paulo por 82 X 79 e conquistou o título do Campeonato Paulista.

O troféu tem um sabor especial já que esta é a primeira conquista do basquete masculino adulto do Pinheiros, clube tão vitorioso nos esportes olímpicos, mas que, até esta quarta, nunca tinha sentido o gosto da glória no basquete masculino adulto.

olivinha_levanta_a_taca-foto_luiz_pires-divOutro ponto histórico, depois de 25 anos o título do Paulista de basquete volta à capital, a última conquista havia sido do Monte Líbano, em 1986.

Embora o São José tenha sido um brioso adversário na série final, o título do Pinheiros é indiscutível e enche a equipe de moral para o início da quarta edição do NBB onde o time é apontado como um dos principais favoritos, ao lado do atual bicampeão Brasília e do Flamengo.

Mas não foi fácil chegar à glória e depois das três derrotas no início da competição – Americana, Mogi e Paulistano – muita gente chegou a duvidar da equipe dirigida por Claudio Mortari com o auxílio de João Marcelo Leite.

Mas o retorno de Juan Pablo Figueroa e Marquinhos recolocou o time nos trilhos que emendou uma brilhante sequência de 14 vitórias consecutivas, interrompida apenas pela derrota para Limeira no jogo 3 das semifinais.

Aliás, a série semifinal contra Limeira merece um destaque na história do título. Na temporada passada, o Pinheiros foi derrotado na série final por Limeira de maneira inquestionável e muita gente apostou que o script se repetiria este ano. Mas não foi o que aconteceu, o time da capital entrou muito focado nos dois primeiros jogos em São Paulo, abriu 2 X 0 sem dar chances ao adversário e só não varreu o oponente por causa de um quarto período quase perfeito dos limeirenses no jogo 3, onde  a equipe do interior tirou uma diferença de dez pontos nos últimos 7 minutos da partida.

As finais contra o São José seguiram o mesmo roteiro da semi contra os limeirenses. O Pinheiros abriu 2 X 0 nos jogos em São Paulo e por muito pouco não fechou a série no terceiro jogo. A varrida só não aconteceu graças a uma atuação memorável do ala pivô Chico no minuto final do jogo 3, peça fundamental para a virada joseense que tirou uma vantagem de 5 pontos do Pinheiros e, como colocou Claudio Mortari, tirou o doce da boca da equipe da capital.

No jogo 4 quase a história se repetiu. Matheus estava endiabrado, meteu 5 bolas de 3 pontos no quarto derradeiro e o São José, depois de entrar no último período com 11 pontos de desvantagem, chegou a virar o jogo com pouco mais de dois minutos por jogar.

Mas o Pinheiros soube manter a calma, utilizou bem a vantagem física no jogo de um contra um, voltou a liderar o marcador e se manteve à frente até o apito final quando, finalmente, pode soltar o grito de É Campeão!

Parabéns ao Pinheiros pelo título inédito e ao São José por valorizar tanto a conquista do time da capital.


Imagens: LNB
Vídeo: ESPN

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O Memorial do Corinthians abre suas portas para o basquete! Neste sábado, 8 de outubro, Oscar Schmidt entrará na Calçada da Fama do time do Parque São Jorge. As mãos, que já eram santas, serão agora imortais! Oscar falou ao Território sobre a homenagem: É um orgulho danado fazer parte da Calçada da Fama de [...]

oscar_schmidt-corinthians-foto_uol_basquete-crop2O Memorial do Corinthians abre suas portas para o basquete!

Neste sábado, 8 de outubro, Oscar Schmidt entrará na Calçada da Fama do time do Parque São Jorge.

As mãos, que já eram santas, serão agora imortais!

Oscar falou ao Território sobre a homenagem:

É um orgulho danado fazer parte da Calçada da Fama de um time tão importante, ainda mais sendo o time que eu torço! Porque eu já torci pro Santos e pro Fluminense, mas isso até jogar no Corinthians e no Flamengo, aí eu virei a casaca mesmo! Corinthians, Flamengo e Palmeiras são os clubes de futebol que mais fizeram pelo nosso basquete, então essa homenagem do Corinthians tem um peso ainda maior, é uma tremenda honraria. Eu já tenho o orgulho de ter a camisa 14 imortalizada no Flamengo e agora vou fazer parte da Calçada da Fama do Corinthians, é um sonho pra qualquer atleta. Desde que joguei no Corinthians eu me apaixonei, fui tremendamente amado pela torcida e é uma das maiores honras da minha vida ser imortalizado no Memorial do clube.

Entrar para a Calçada da Fama de um time com a história e a torcida do Corinthians já é um orgulho imenso, como disse Oscar. Mas a homenagem pode ganhar uma amplitude ainda maior, já que o Mão Santa é o primeiro atleta de fora do futebol a ingressar no Memorial alvinegro.

Oscar também comentou este detalhe:

É uma honra ainda maior, especialíssimo! Lembro que quando eu voltei da Europa pra jogar no Corinthians, fui recebido igual os grandes craques do futebol, tipo um Sócrates, foi uma coisa de outro planeta. O Corinthians é um time de massa, com uma camisa muito pesada e muita história no basquete também. Ser o primeiro atleta fora do futebol a entrar no Memorial do clube é uma honra ainda maior.

A cerimônia de entrada do ídolo Oscar Schmidt na Calçada da Fama do Corinthians acontece neste sábado, 8 de outubro, às 11:30 da manhã. O Memorial fica na rua São Jorge, 777, no Parque São Jorge.

A entrada é franca, compareça!

Imagem: UOL Basquete
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Há menos de uma semana, o basquete masculino brasileiro conseguiu assegurar seu retorno aos Jogos Olímpicos, competição que nossa Seleção não disputa desde 1996, em Atlanta. E a conquista fez voltar à tona um nome que andava meio esquecido, COC. É que 25% do grupo de jogadores que Rubén Magnano levou a Mar del Plata [...]


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Há menos de uma semana, o basquete masculino brasileiro conseguiu assegurar seu retorno aos Jogos Olímpicos, competição que nossa Seleção não disputa desde 1996, em Atlanta.

E a conquista fez voltar à tona um nome que andava meio esquecido, COC.

É que 25% do grupo de jogadores que Rubén Magnano levou a Mar del Plata e garantiram a vaga olímpica foi formado no extinto projeto ribeirão pretano, uma das equipes mais vitoriosas da história do basquete brasileiro e que deixou sua marca.

nezinho-coc-foto_coc_divAlex Garcia, Nezinho e Rafael Hettsheimeir começaram a vida de basqueteiro profissional no COC, assim como o ala Arthur e o pivô Paulão Prestes, que não foram ao Pré Olímpico, mas participaram da maior parte do período de preparação da Seleção Brasileira neste ano. Sem falar em Guilherme Giovannoni, que não foi formado lá, mas também passou pelas fileiras do Meteoro Azul, apelido pelo qual ficou conhecido o time de Ribeirão Preto.

A influência do projeto COC no atual basquete brasileiro é inquestionável, tanto que a base do Brasília, bicampeão do NBB, vem de lá. Como já dissemos, Alex, Nezinho e Arthur tiveram sua iniciação profissional em Ribeirão Preto e, além deles, Giovannoni e Cipriano também já defenderam a camisa azul e branca.

Outro time que também bebe bastante na fonte do COC é a Winner/Limeira que hoje possui 4 jogadores formados na base do time de Ribeirão Preto, Neto, Eric Tatu, André Bambu e Biro, sem falar no pivô Rafael Mineiro - aquele campeão do 2º NBB pelo Brasília – e que jogou na equipe limeirense na temporada passada.

Tiagão, do Joinville, Chico, do São José, Ricardo de Bem, que disputou o último NBB pelo Vitória, e Soriani, que estava na Liga Sorocabana, também foram formados nas divisões inferiores do COC.

Outros nomes importantes passaram pela base do time ribeirão pretano ou iniciaram suas carreiras profissionais ali, exemplos de Renato Lamas e Rafael Mineiro,cipriano-renato_lamas-foto_coc recentemente contratados pelo Pinheiros. Murilo Becker, do São José, é outro que já defendeu as cores do COC.

Um pouco de história

O COC surgiu em 1997, através de uma parceria com a Polti Vaporetto. E no mesmo ano de sua criação já conseguiu resultados expressivos, um honroso 5º lugar no Campeonato Nacional e o vice campeonato paulista, perdendo na final para o vizinho e arqui rival, Franca.

Em 1998, já sob o comando do Guerrinha, hoje técnico do Bauru, a Polti abandonou a parceria e nasceu, efetivamente, o COC/Ribeirão Preto. Neste ano a equipe ribeirão pretana alcançou a decisão do Campeonato Nacional. A série final contra o Franca foi alucinante, o COC chegou a abrir 2 X 0, mas acabou tomando a virada e amargando o vice campeonato, perdendo os dois últimos jogos em seu mando, mas não em casa, já que as partidas aconteceram em Araras, a 153 km de Ribeirão.

Em 2000, Lula Ferreira assumiu a equipe e implementou um novo sistema de trabalho, privilegiando não só a equipe adulta, mas principalmente o trabalho de formação de atletas. Começava aí uma nova era para o time de Ribeirão Preto. E os resultados não demoraram a aparecer.

Já em 2001 o time chegou a sua segunda final de Campeonato Nacional em 4 anos, mas foi derrotado pelo timaço do Vasco, 3 X 0 na série decisiva. Ainda em 2001, a equipe de Ribeirão Preto conquistou seu primeiro título paulista, batendo o Uniara na final. O time de Araraquara também seria o adversário na histórica decisão do Paulista de 2002 quando, mais uma vez, deu COC. O bicampeonato paulista teve um sabor pra lá de especial já que a conquista de 2002 aconteceu de forma invicta, incríveis 39 vitórias em 39 partidas.

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2003 foi o ano do tricampeonato paulista e da consagração nacional. Na final do regional, o COC bateu o Corinthians/Mogi. E na decisão do Brasileiro a equipe de Ribeirão Preto bateu, por 3 X 1, aquele belíssimo time do Uberlândia que viria a ser campeão nacional no ano seguinte e sulamericano no posterior.

Em 2004 a dinastia regional foi confirmada pela conquista do tetra campeonato paulista, igualando o feito do Palmeiras – então Palestra Itália – entre os anos de 1931 e 1934. Neste Campeonato Paulista de 2004, o adversário do COC nas finais foi a Winner/Limeira.

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No ano seguinte, o pentacampeonato regional foi alcançado ao bater o Paulistano na decisão. Foi a primeira vez na história do Campeonato Paulista que um time foi campeão de forma consecutiva em 5 anos seguidos. Entre 1947 e 1956, o Corinthians venceu 6 paulistas sucessivamente, mas não em 5 anos ininterruptos jé que, entre 1948 e 1950, e também em 1953, não houve disputa do regional mais tradicional do país.

Em 2006 o COC voltou às cabeças do Campeonato Nacional, chegando pela quarta vez em sua história à final da competição, mais uma vez contra o arqui rival Franca, a exemplo do que havia acontecido em 1998. Só que desta vez o Brasileiro não teve campeão, um dos momentos mais tristes da história do nosso basquete. Um imbróglio judicial interrompeu o campeonato durante sua série final e também acabou por sepultar o projeto COC, um dos mais vitoriosos da história do basquete brasileiro.

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O retorno?

Nas últimas semanas, surgiram boatos de que o COC poderia voltar ao basquete.

A equipe de comunicação da LNB conversou com Chaim Zaher, proprietário do Sistema COC de Educação e Comunicação, que se mostrou realmente interessado no retorno.

Vejo hoje o verdadeiro basquete acontecendo no Brasil, um trabalho consistente e sério. Lamento não ter dado continuidade naquela época, mas fomos muitos agredidos e sacrificados pela antiga diretoria da CBB. Chegamos numa decisão de Campeonato Brasileiro – com todos investimentos pessoais, financeiros e esportivos – e não conseguimos disputar a final. O campeonato ficou sem um campeão e aí entendi que não tinha seriedade nem responsabilidade dos dirigentes daquela época; por isto optei por sair, lamentavelmente, do basquete. Mas fico feliz ao ver que os atletas revelados em nosso time estão se destacando na Seleção Brasileira e no exterior. Com essa estrutura e seriedade que vejo atualmente, penso seriamente em retornar ao basquete na próxima temporada.

Imagens: COC
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