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Durante 16 anos procuramos justificativas. Derrota após derrota, apontávamos o dedo em busca de vilões. Os mais otimistas colocavam tudo na conta da sorte, ou do azar. Pensamos que 2000 era apenas um acidente de percurso. E acordamos todas as madrugadas com aquele sentimento de que poderíamos estar lá, que Sydney era logo ali. Em [...]

Durante 16 anos procuramos justificativas.

Derrota após derrota, apontávamos o dedo em busca de vilões.

Os mais otimistas colocavam tudo na conta da sorte, ou do azar.

Pensamos que 2000 era apenas um acidente de percurso. E acordamos todas as madrugadas com aquele sentimento de que poderíamos estar lá, que Sydney era logo ali.

Em 2004 já foi mais duro. Os jogos voltavam ao seu berço histórico e, mais uma vez, estávamos ausentes. Vimos nosso vizinho brilhar em Atenas pensando, se ele podem, por que a gente não? Uma inveja doída que hoje, só de pensar, constrange. E começamos a nos perguntar, por que?

Em 2008 o clima já era de depressão. Já não havia esperança ou, pelo menos se havia, era bem pouca, muito mais coisa de querença do que propriamente crível. Pequim era longe demais, grande demais para o tamanho que tínhamos atingido, um passo maior que nossas diminutas e atrofiadas pernas poderiam dar.

Ainda em 2008 desistimos da falácia da revolução e apostamos na evolução. E começamos a arrumar a casa.

Primeiro surgiu a ideia de que juntos somos mais fortes e com ela os clubes se levantaram. Os gigantes adormecidos deram as mãos e começaram a caminhar, todos juntos, na mesma direção. Eles determinaram que, daquele momento em diante, pensariam no todo, não mais em si próprios. Os campeonatos seriam decididos no solo sagrado da quadra, somente ali, por aqueles que calçam tênis e usam bermudões. Nunca mais no piso frio dos tribunais onde, o arremesso da vitória, é feito por engravatados que sequer parecem transpirar. O EU deu lugar ao NÓS.

Em 2009, a mudança aconteceu nos andares superiores. Depois de mais uma década, o poder mudou de mãos. Novas idéias, novas pessoas, novos desafios e um mesmo ideal, fazer renascer o amado esporte no Brasil. Revitalizar e reestruturar deixaram de ser apenas palavras no dicionário e tornaram-se norte.

2010 começou com a contratação do comandante rival, aquele mesmo que, em 2004, nos deixou com inveja do brilho dourado pendurado no peito dos hermanos. Muita gente chiou, outros tantos não se conformaram, mas o tempo mostrou que a opção havia sido correta, mesmo que em terras turcas o resultado não tenha sido aquele esperado. No mesmo ano os nossos comandantes se juntaram, se organizaram em busca de um sonho antigo, o aperfeiçoamento e a melhor formação.

Em 2011 foi a vez de fortalecer os alicerces da casa. Juntamos nossos meninos, nossas crias, nossas promessas. Passaram-se dias, semanas, meses, e eles lá, treinando. Vivenciando a formação de um grupo no sentido mais amplo que a palavra pode carregar. Em quadras letãs também não obtivemos os resultados que esperávamos, mas a bola que quicou por lá nos encheu de esperança.

E então veio Mar del Plata com seu vento incessante, a fúria atlântica carregada de memórias de um tempo em que os anéis olímpicos eram muito mais que sonho, que desejo, eram realidade.

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Foi nesta terra, quase mágica, que começamos a reescrever a nossa história.

2012 ainda está por vir. E o futuro, como só ele, é carregado de incertezas.

Mas neste mundo cheio de dúvidas, de perguntas sobre os dias que ainda chegarão, uma coisa é líquida e certa, estaremos em Londres!

Jogadores, comissão técnica, diretores e, principalmente, todos os corações basqueteiros que tanto sofreram nesta década e meia, todos nós estaremos na capital inglesa em 2012!

E viva o basquete brasileiro!

Imagem: FIBA Américas
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Vocês se lembram da promoção Arremesso Campeão? Na parceria entre SporTV e LNB, 5 torcedores – com mais 5 acompanhantes – tiveram a chance de levar uma bolada pra casa, bastava acertar um arremesso do meio da quadra. A premiação era cumulativa e, na etapa final, chegou a 100 mil reais! Ninguém acertou o arremesso, [...]

Vocês se lembram da promoção Arremesso Campeão? Na parceria entre SporTV e LNB, 5 torcedores – com mais 5 acompanhantes – tiveram a chance de levar uma bolada pra casa, bastava acertar um arremesso do meio da quadra.

A premiação era cumulativa e, na etapa final, chegou a 100 mil reais!

Ninguém acertou o arremesso, nem mesmo o ex jogador Edu Mineiro, que foi um dos acompanhantes que tentaram a sorte do meio da quadra, em Franca.

Como ninguém acertou, ninguém ganhou, certo?

glpv-hospital_do_cancer-imagem-hugueney_bisnetoErrado, 60 cidades e mais de 50 mil pessoas acabaram vencedoras com o Arremesso Campeão!

É que, pelo regulamento da promoção, caso ninguém fizesse a cesta do meio da quadra, os 100 mil reais seriam repassados a uma instituição escolhida pela equipe Fair Play do NBB.

O time que ficou com este título foi o Uberlândia e a entidade escolhida pela equipe do Triângulo Mineiro foi o Hospital do Câncer de Uberlândia.

Mantido por doações do empresariado e da população através da ong Grupo Luta Pela Vida e do Setor de Oncologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia, o Hospital do Câncer realiza um maravilhoso trabalho há mais de 11 anos, a primeira ala foi inaugurada em abril de 2000.

De lá pra cá já foram realizadas mais de 50 mil consultas, que vão desde o tratamento ambulatorial, passando por quimio e radioterapia, sem falar nas quase mil cirurgias oncológicas feitas ao longo deste tempo.

Cerca de 60 cidades são atendidas pelo hospital que, na próxima segunda feira, 11 de julho, receberá do SporTV, da LNB e do time de Uberlândia a doação de 100 mil reais!

Então se você acha que o Arremesso Campeão não teve um ganhador, é hora de rever os conceitos porque muita gente saiu vencedora com a promoção!

Que estes 100 mil reais ajudem o Hospital do Câncer a continuar realizando o belo trabalho que desenvolve há mais de 11 anos!

Como foi frisado pela leitora Maria/Uberlândia, o Hospital do Câncer é, na verdade, a ala oncológica do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HCU-UFU).

Imagem: Hugueney Bisneto
Vídeo: TV Gustavo HBO

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Porto Feliz é uma cidade do interior de São Paulo que, segundo o Censo do IBGE de 2010, conta com 48914 habitantes. E o que coloca este pequeno município a 112 quilômetros da capital paulista no mapa do basquete brasileiro? O abnegado trabalho de um amante da bola laranja que acredita na força do esporte [...]

Porto Feliz é uma cidade do interior de São Paulo que, segundo o Censo do IBGE de 2010, conta com 48914 habitantes. E o que coloca este pequeno município a 112 quilômetros da capital paulista no mapa do basquete brasileiro? O abnegado trabalho de um amante da bola laranja que acredita na força do esporte como ferramenta de formação pessoal e inclusão social.

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Em 1990 o professor Luiz Antônio Batista dos Santos, o Luizito, foi convidado para auxiliar o diretor Abel Cardoso e os técnicos José da Silva e Ricardo Gallo no projeto que desenvolviam na Escola Municipal Coronel Esmédio, em Porto Feliz.

Um ano depois, só Luizito continuava na escola e aí começa realmente a nossa história.

Nesta época, a quadra da escola Coronel Esmédio contava com duas tabelas e o então diretor, Vitor Previtali, conseguiu mais 4 tabelas de cimento para a parte externa. A partir daí foi como se realizasse o milagre da multiplicação.

Em 1994, a Secretaria de Esportes e Turismo de Porto Feliz, através do diretor Guido Chatel Stetner, doou mais 4 tabelas para a escola. Medida que foi seguida pelos senhores Eduardo Borin e José Maria Torres, responsáveis pela doação de mais duas tabelas móveis feitas de cano e pela instalação dos novos equipamentos do colégio.

Em 2006, um novo boom! 16 novas tabelas foram colocadas na quadra da Escola Municipal Coronel Esmédio. 10 vieram da Prefeitura de Porto Feliz, 4 da Joeval Indústria e Comércio de Artefatos de Cimento e outras duas de pais e amigos de jovens atendidos pela equipe do colégio.

Nesta época, a quadra da Escola Coronel Esmédio já contava com 22 tabelas internas, o que lhe valeu o recorde do Rank Brasil, e mais 6 externas.

No ano passado, a Metaltru trocou as 22 tabelas internas da escola. Do total de 28 tabelas, 26 possuem redinhas feitas com restos de coleira de cachorro, todas confeccionadas pelo professor Luizito.

Questionado sobre tantas tabelas para uma única quadra, Luizito responde com segurança:

É uma questão de lógica. Imagina se você tem um grupo de 10 pessoas para usar um computador, cada pessoa ficará 6 minutos no computador. Mas se você tem 10 computadores, cada uma das 10 pessoas poderá usar o computador por 60 minutos, o que tornará o aprendizado bem mais rápido! Utilizamos as tabelas para treinar os fundamentos. Antes, um grupo de jogadoras demorava cerca de 2 anos pra chegar em um estágio bom de fundamentos do jogo. Já com a nossa quadra com 28 tabelas, conseguimos reduzir este tempo para um ano.

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Nestes 21 anos trabalhando voluntariamente na Escola Coronel Esmédio, de Porto Feliz, Luizito já atendeu 694 meninas registradas, mas o próprio técnico admite que, possivelmente, mais de 1000 garotas já tenham passado pela quadra do colégio. Atualmente, pela falta de apoio, principalmente em relação ao transporte das jogadoras, apenas 16 meninas, de 8 a 15 anos, participam do projeto.

Luizito também faz questão de mencionar a contribuição de Everton de Lima Silva, Sandro Ricardo Gonçalves da Silva, Eduardo Lima de Oliveira, Kayque Fernandes Valtre, Ricardo dos Santos e Humberto Francisco da Silva, pais, parentes e amigos de jogadoras do time da Coronel Esmédio que, nestes 21 anos de projeto, ajudaram com a instalação e pintura das tabelas, além do apoio incontestável à equipe.

Além do social, a equipe da Escola Coronel Esmédio também pode se gabar dos feitos esportivos. 3 atletas saíram da pequena Porto Feliz para defender a seleções brasileiras de base. Mariana, hoje com 16 anos e jogando na base do Americana defendeu a Seleção Brasileira Sub 15. Érika, de 18 anos, está na Seleção Brasileira Sub 19 e Monique, de 14, que defende a Seleção Brasileira Sub 16. Além das selecionáveis, outras meninas integram a base de alguns dos principais times do basquete feminino brasileiro, como nos casos de Júlia, de 16 anos, que está no Jundiaí; e Luciana, de 15, no Americana.

Embora tão exitoso, o projeto da Escola Coronel Esmédio passa por dificuldades. Os treinos acontecem de segunda a sexta, das 5 da tarde às 8 e meia da noite, e aos sábados, de 9 ao meio dia. Luizito conta que o maior problema para o desenvolvimento dos trabalhos hoje é em relação ao transporte das jogadoras:

Os treinos acabam tarde durante a semana e sem o transporte diário para as meninas fica muito difícil desenvolvermos o trabalho. Nosso projeto vive sua pior fase de 1990 em virtude da falta de transporte que leva as meninas às suas residências após o treinamento. Esse é o fator preponderante para que hoje contemos apenas com 16 meninas no time.

Pra quem estiver em São Paulo ou na microrregião de Sorocaba e quiser conferir de perto o projeto do professor Luizito, a Escola Municipal Coronel Esmédio fica na rua Ademar de Barros, número 120, centro de Porto Feliz.

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O que dizer sobre a atuação de Marcelinho Huertas na derrota pra Argentina? O melhor jogador brasileiro na partida anotou incríveis 32 pontos, roubou uma bola, pegou um rebote, deu duas assistências e terminou o jogo sem nenhum desperdício de bola. No confronto contra o badalado Prigioni, colocou o armador argentino no bolso, assim como [...]

huertas_chorando-cropO que dizer sobre a atuação de Marcelinho Huertas na derrota pra Argentina?

O melhor jogador brasileiro na partida anotou incríveis 32 pontos, roubou uma bola, pegou um rebote, deu duas assistências e terminou o jogo sem nenhum desperdício de bola. No confronto contra o badalado Prigioni, colocou o armador argentino no bolso, assim como fez na última temporada de clubes.

O que falar sobre o Mundial de Huertas?

O melhor jogador brasileiro na competição mostrou todo seu valor, liderou a estatística de assistências até as oitavas de final, mostrou garra, liderança e muita categoria. Um armador na plenitude de sua forma, com nível pra jogar em qualquer time e liga do mundo – se liga Pat Riley, tá aí o armador que LeBron e Wade precisam! – um capitão ciente de suas responsabilidades e sabedor dos atalhos do jogo.

Ao fim da partida de ontem, Huertas deixou que as lágrimas rolassem livremente. Chorou copiosamente, como uma criança que acabou de estragar seu brinquedo preferido, talvez o único.

Huertas comoveu todo o Brasil com seu choro. Caráter, hombridade, frustração, estava tudo mesclado em suas lágrimas. Altivo no jogo e fora dele, brios que mostrou dentro e fora de quadra, como um grande capitão.

Inclusive os rivais os argentinos ficaram sentidos com as lágrimas do nosso capitão. Após o jogo, Scola, Oberto, Delfino, Jasen, Juan Gutierrez e até o treinador Sergio Hernández foram cumprimentá-lo, consolá-lo pela derrota, tão difícil de se assimilar.

O baixinho Huertas foi um gigante! Um capitão na acepção da palavra. E, hoje, o mundo do basquete tem conhecimento que conta com mais um gênio da armação!

Como diz a hashtag que surgiu ontem no Twitter, viva a #HuertasMania!

Imagem: FIBA
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Por caprichos da bola laranja – que rodou, rodou e não entrou – o Brasil não venceu o Estados Unidos nesta segunda feira. Mas nem por isto os comandados de Rubén Magnano deixaram de fazer história na Turquia. E não se trata aqui de uma exagerada comemoração por uma derrota. É que nunca – desde [...]

durant_pressionado-foto_fibaPor caprichos da bola laranja – que rodou, rodou e não entrou – o Brasil não venceu o Estados Unidos nesta segunda feira.

Mas nem por isto os comandados de Rubén Magnano deixaram de fazer história na Turquia. E não se trata aqui de uma exagerada comemoração por uma derrota.

É que nunca – desde que os profissionais da NBA adentraram às competições da FIBA – uma seleção ianque marcou tão poucos pontos em uma única partida.

É isto mesmo, a derrota brasileira por 70 X 68 marcou a pior produção ofensiva do time estadounidense desde 1992. Histórico ou não?

Mérito da defesa, mas também do ataque brasileiro. A turma do Coach K não conseguiu encaixar seu jogo de transição e se complicou no 5 contra 5, pressionada pelas diversas variações de zona organizadas por Magnano.

Nestes 18 anos de NBA’s no basquete Fiba, o Estados Unidos carregava uma média de 104 pontos por partida. Contra o Brasil só marcou 70, quase 33% a menos que o habitual.

Nem na clamorosa derrota para Porto Rico na estréia da Olímpiada de Atenas (2004), 92 X 73, os ianques haviam tido uma produção ofensiva tão baixa.

E olha que hoje, do outro lado, além da camiseta com a inscrição USA, também tinha um tal de Kevin Durant que por si só vale por todo um time.

Portanto, mesmo perdendo, o Brasil fez história nesta segunda.

Para ler a análise completa da partida, clique aqui.

Imagem: FIBA
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O Capitão Marcelinho Huertas foi o coração do time. Ditou o ritmo de jogo, ofuscou os badalados Chauncey Billups e Derrick Rose. Quando tudo estava perdido encontrou a solução em uma tijolada no lance livre que deixou os ianques sem saber o que fazer, coisa de capitão! O Leão Tiago Splitter foi, mais uma vez, [...]

O Capitão

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Marcelinho Huertas foi o coração do time. Ditou o ritmo de jogo, ofuscou os badalados Chauncey Billups e Derrick Rose. Quando tudo estava perdido encontrou a solução em uma tijolada no lance livre que deixou os ianques sem saber o que fazer, coisa de capitão!

O Leão

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Tiago Splitter foi, mais uma vez, um leão em quadra. Brigou, lutou e, claro, jogou muito! É, sem dúvida alguma, um dos melhores pivôs do mundo jogando nas regras da FIBA e tem tudo pra ser um dos melhores também na NBA.

A Flecha Humana

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Se o Estados Unidos gosta de jogar em velocidade, nós tínhamos Leandrinho. Na defesa foi um gigante, roubou 4 bolas e pegou 4 rebotes. E no ataque o craque do Toronto Raptors foi o desafogo brasileiro contra a intensidade da defesa ianque. Sem falar que até assumiu a armação da equipe quando Huertas teve que ir pro banco.

O Renegado

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Marquinhos é um dos jogadores com maior índice de rejeição no basquete brasileiro, muito em função daquele pré olímpico de Las Vegas. Mas tecnicamente ele é indiscutível, excelente jogador. Alto, polivalente e com um potencial ofensivo letal. Marquinhos mostrou tudo isto contra o Estados Unidos, fez 16 pontos, abaixo apenas do fenômeno Kevin Durant.

O Matador

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Vira e mexe Marcelinho Machado é acusado de abusar da individualidade. Contra o Estados Unidos ele jogou 13 minutos e chutou apenas 3 bolas. Acertou todas. Com Huertas fora de quadra, também foi essencial no apoio a Leandrinho na condução da bola. Sem ter que ser o cara, vem mostrando a cada dia que segue sendo extremamente importante para a Seleção Brasileira.

O Brabo

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No primeiro nível internacional, Alex Garcia não consegue repetir a produção ofensiva que registra no basquete doméstico. Mas na defesa continua sendo de uma vitalidade e eficiência impressionantes. Foi discreto, mas pegou 3 rebotes ofensivos em momentos cruciais da partida.

O Cerebral

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Pela primeira vez no Mundial da Turquia Giovannoni começou o jogo na reserva. E parece que começar vendo a partida de fora fez muito bem para ele. Guilherme saiu do banco pra atuar com inteligência, sem forçar nem desperdiçar bolas. Atuou com aquilo que tem de melhor, a inteligência e excelente leitura de jogo.

O Lutador

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Com a rotação mais enxuta, Murilo Becker só teve quatro minutos em quadra. Mas soube usar muito bem seu pouco tempo. Lutou muito e segurou as pontas quando Tiago Splitter teve que sair, mantendo o nível de jogo da equipe.

O Trombador

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JP Batista foi o único – dos que entraram – que não teve uma boa atuação. Mas não faltou vontade ao substituto de Nenê que trombou, brigou e tentou.

O Comandante

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Rubén Magnano dispensa comentários e apresentações. Campeão olímpico, vice mundial, o argentino ostenta um currículo impecável. E hoje mostrou tudo que sabe. Tirou o contra ataque da seleção ianque que fez sua menor pontuação desde que os NBA’s adentraram ao basquete FIBA. E incutiu na cabeça dos nossos jogadores que podemos ser grandes novamente.

Os Heróis Invisíveis

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Varejão, Nezinho e Raulzinho não entraram em quadra. Mas mesmo assim tiveram sua importância. Do banco vibraram, torceram e sofreram com seus companheiros. Apoiaram aqueles que corriam e suavam em nome de todos.

Para ler a análise completa da partida, clique aqui.

Imagens: Fiba e Globoesporte.com
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O final da partida entre Brasil e Estados Unidos foi pra matar cardíaco. E digo mais, até os corações saudáveis correram risco. Se não acredita, confira os momentos derradeiros do jogo no vídeo abaixo. Mas não se esqueça do chazinho de erva cidreira porque até em VT é emocionante. Para ler a análise completa da [...]

O final da partida entre Brasil e Estados Unidos foi pra matar cardíaco.

E digo mais, até os corações saudáveis correram risco.

Se não acredita, confira os momentos derradeiros do jogo no vídeo abaixo.

Mas não se esqueça do chazinho de erva cidreira porque até em VT é emocionante.

Para ler a análise completa da partida, clique aqui.

Vídeo: Globo

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O pivô Murilo Becker, recentemente contratado pelo São José, foi eleito o MVP do 44º Campeonato Sulamericano, disputado em Neiva, na Colômbia. E se os grandes jogadores se diferenciam nas grandes decisões, então não há o que contestar sobre a escolha do pivô gaúcho para o posto de melhor atleta do sulamericano. Quando o torneio [...]

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O pivô Murilo Becker, recentemente contratado pelo São José, foi eleito o MVP do 44º Campeonato Sulamericano, disputado em Neiva, na Colômbia.

E se os grandes jogadores se diferenciam nas grandes decisões, então não há o que contestar sobre a escolha do pivô gaúcho para o posto de melhor atleta do sulamericano.

Quando o torneio afunilou, foi Murilo quem apareceu. Na semifinal contra a Venezuela foram 25 pontos e 7 rebotes. E na finalíssima, contra a Argentina, o pivô fez ainda melhor, 30 pontos e 10 rebotes. Jogador mais que fundamental para a conquista brasileira.

Murilo terminou a competição com médias de 21,2 pontos e 9 rebotes por jogo. Foi o segundo cestinha e o terceiro reboteiro do torneio. O pivô também aparece bem nas estatísticas de roubo de bola, foram 10 ao todo, uma média de duas recuperações por partida, 3º lugar neste quesito também.

Além disto, Murilo leva pra casa uma marca que acredito ser inédita. O pivô foi o líder de aproveitamento nas bolas de 3 pontos no Coliseu de Neiva. Nas 5 partidas, Murilo chutou 13 bolas de 3 e converteu 8, o que lhe deu o ótimo aproveitamento de 61,5% nos arremessos de fora.

Murilo vive uma grande fase! Depois de uma frustrante passagem pelo basquete europeu ele reencontrou seu melhor jogo nestes dois anos atuando pelo Minas. E parece viver o melhor momento de sua carreira.

O título de MVP do Sulamericano é mais que justo, parabéns Murilo!

Imagem: Fiba Américas
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O Brasil sagrou-se campeão do 44º Campeonato Sulamericano de Basquete Masculino Adulto, disputado em Neiva, na Colômbia. Na final o time dirigido por João Marcelo Leite bateu a Argentina por 87 X 77 de maneira incontestável. O grande destaque – mais uma vez – foi Murilo Becker. O pivô do São José teve uma atuação [...]

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O Brasil sagrou-se campeão do 44º Campeonato Sulamericano de Basquete Masculino Adulto, disputado em Neiva, na Colômbia.

Na final o time dirigido por João Marcelo Leite bateu a Argentina por 87 X 77 de maneira incontestável.

O grande destaque – mais uma vez – foi Murilo Becker. O pivô do São José teve uma atuação de luxo e chegou ao duplo duplo com 10 rebotes e 30 pontos, sendo 12 deles em 4 certeiros chutes de 3, arma que ele já havia demonstrado na última temporada do NBB, atuando pelo Minas. De quebra, Murilo foi eleito o MVP da competição!

Este foi o 18º título sulamericano conquistado pela Seleção Brasileira, maior vencedora do torneio.

A conquista serviu para apagar a má impressão do último sulamericano em Puerto Montt, no Chile, quando terminamos em um melancólico 4º lugar. E também para reforçar o bom momento que atravessa o basquete brasileiro.

Outro ponto positivo que o time traz da Colômbia é a certeza de que temos, mesmo na Seleção B, bons jogadores capazes de serem úteis no Mundial. Magnano, de olho, já mandou subir Nezinho e Murilo para o grupo principal que treina no Rio e ainda esta semana disputa um Super Four em Brasília.

Imagem: Fiba Américas
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Em San Antonio, no Texas, o Brasil foi derrotado pelo Estados Unidos na final da Copa América de Basquete Sub 18 por 81 X 78. Mas mesmo com o resultado adverso, os garotos comandados por Walter Roese fizeram uma partida pra encher o torcedor brasileiro de orgulho e esperança. Nunca é fácil enfrentar uma seleção [...]

felipe_vezaro-vibra-foto_ross_davis-fiba_americas-compEm San Antonio, no Texas, o Brasil foi derrotado pelo Estados Unidos na final da Copa América de Basquete Sub 18 por 81 X 78. Mas mesmo com o resultado adverso, os garotos comandados por Walter Roese fizeram uma partida pra encher o torcedor brasileiro de orgulho e esperança.

Nunca é fácil enfrentar uma seleção ianque, principalmente na casa deles. Ainda mais quando esta equipe conta com dois jogadores rankeados entre os dez melhores do país em sua categoria. É o caso dos excelentes Austin Rivers e Kyrie Irving, este último já acertado com a universidade de Duke para a próxima temporada.

Mas o Brasil chegou na decisão da Copa América e encarou o bicho papão de igual pra igual. A Seleção Brasileira levou o jogo até a última bola e poderia sim ter vencido. Um triplo de Raulzinho levou o placar à igualdade faltando apenas 40 segundos para terminar a partida. E outro tiro de 3 –  desta vez de Quincy Miller, com 25 segundos no relógio – garantiu a vitória aos donos da casa.

Bruno Irigoyen ainda teve a última bola que não entrou, e o Brasil ficou mesmo com o vice campeonato, sua melhor colocação na história da competição.

Mas depois de toda a campanha brasileira, o resultado ficou em segundo plano. O que nos encheu de orgulho e esperança não foi o vice campeonato, mas a forma como esta equipe se comportou durante todo o torneio.

Um time organizado, vibrante e destemido, que encarou todos adversários em pé de igualdade fazendo um jogo coletivo e pensado, algo que há muito não víamos em nossas seleções de base.

Individualmente, esta equipe apresentou e ratificou alguns nomes que provavelmente ouviremos muito nos próximos anos.

Lucas Bebê mostrou ser um monstro dentro da garrafão; um jogador de inestimável potencial, forte, rápido e muito agressivo no ataque e na defesa. Foi o reboteiro e o jogador que mais deu tocos no torneio.

Contra o Canadá, Raulzinho igualou a marca de 34 pontos conseguida por Calbert Chaney contra o Brasil na primeira edição da Copa América Sub 18, em 1990, recorde de pontos da competição. Este número foi batido posteriormente por Austin Rivers na semifinal contra o Canadá, 35 pontos com 9 triplos para o filho do treinador Doc Rivers, que assistiu a decisão de ontem no ginásio em San Antonio.

Mas voltando a Raulzinho, o armador do Minas apresentou mais uma vez que tem qualidades suficientes para, no futuro, ser o principal armador do basquete brasileiro; ele foi o segundo em assistências na Copa América, atrás apenas do excelente canadense Lukusa Kabongo.

Felipe Vezaro, do Joinville, mostrou que é uma ala versátil, capaz de jogar dentro e fora do garrafão, com bom potencial de infiltrações e arremessos. Gabriel Aguirre (Cajasol/Espanha), Felipe Taddei (Franca) e Durval (Limeira) oscilaram, mas também mostraram grande potencial.

Como diz o título, a atuação da Seleção Brasileira na Copa América Sub 18 nos encheu de orgulho e esperança. Orgulho pela maravilhosa campanha, por bater a Argentina depois de passar quase 4 anos só perdendo para os hermanos na base, por fazer uma final tão disputada contra o Estados Unidos em território ianque. E esperança de que os próximos anos são pra lá de promissores para o basquete brasileiro.

Imagem: Fiba Américas
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