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Entre os dias 22 e 25 de junho, a ENTB (Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol) realizará dois cursos no ginásio do Minas, em Belo Horizonte. Serão ministrados dois módulos, Formação de Treinadores de Basquetebol Nível I e Reciclagem para o Nível III. E a ENTB levará uma turma de peso pra BH. Além de [...]

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Entre os dias 22 e 25 de junho, a ENTB (Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol) realizará dois cursos no ginásio do Minas, em Belo Horizonte.

Serão ministrados dois módulos, Formação de Treinadores de Basquetebol Nível I e Reciclagem para o Nível III.

E a ENTB levará uma turma de peso pra BH.

Além de Paulo Bassul (ex treinador da Seleção Feminina), Flávio Davis (ex técnico da equipe principal do Minas e atualmente uma espécie de gerente da base minastenista), Dante de Rose (Coordenador Pedagógico da ENTB), os cursos de Belo Horizonte também contarão com dois importantes nomes do basquete internacional, Del Harris e Mario Mouche.

Del Harris faz parte do Hall da Fama, possui mais de 600 vitórias como treinador principal da NBA e, na temporada 94/95, faturou o título de técnico do ano na liga estadounidense, quando dirigia o Lakers.

Mario Mouche foi o responsável pela preparação física da Argentina campeã olímpicia, em 2004, nos jogos de Atenas.

As inscrições para os cursos da ENTB em Belo Horizonte estão abertas. Pra quem se interessar, é só clicar aqui e saber mais sobre o conteúdo programático e as condições de participação.

Imagens Originais: Excepionally Average e Unex
Montagem: Picnik
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Em 1993 a cineasta Jennifer Linch lançava seu primeiro filme, o surpreendente Boxing Helena, no Brasil Encaixotando Helena. Na obra de estréia da filha de David Linch, um solitário e obcecado médico amputa os membros de uma prostituta por quem se apaixonou, com a intenção de que ela não fugisse mais dele. E foi mais [...]

Em 1993 a cineasta Jennifer Linch lançava seu primeiro filme, o surpreendente Boxing Helena, no Brasil Encaixotando Helena. Na obra de estréia da filha de David Linch, um solitário e obcecado médico amputa os membros de uma prostituta por quem se apaixonou, com a intenção de que ela não fugisse mais dele.

E foi mais ou menos o que fez a Lituânia na partida contra a Argentina. Sem a necessidade de cortar pernas e braços, os comandados do jovem treinador Kestutis Kemzura encaixotaram Luis Scola e com seu craque limitado a 13 pontos, os sulamericanos não tiveram a menor chance na partida.

Foi uma verdadeira aula da equipe lituana, uma partida quase perfeita tanto na defesa como no ataque.

Javtokas e seu substituto Jankunas foram os responsáveis pela marcação individual em Luis Scola. Tanto um como o outro marcaram o argentino bem de perto, grudados. Sempre com o peito colado no ombro esquerdo de Scola, evitando o giro pra dentro do garrafão. E nunca, digo nunca mesmo, saindo pra ajudar na marcação de outro atleta. Se Delfino ou Jasen encontravam espaços, não era nem Javtokas nem Jankunas que saiam na ajuda. Eles ainda recebiam a constante dobra de Linas Kleiza e, como se não bastasse, quando Scola estava bem próximo à cesta Jasaitis também se juntava aos outros dois companheiros, formando um triângulo ao redor do craque argentino.

encaixotando_scola-lituania_argentina

O cuidado extremo valeu à pena. Desde o primeiro quarto viu-se um Scola incomodado, buscando espaços fora de sua zona de conforto. Aos poucos o argentino foi ficando nervoso e acabou se perdendo completamente no jogo. Junto com ele sua seleção que, sem o homem dos 30 pontos, não soube o que fazer contra um adversário tão bem preparado pro confronto.

No ataque a Lituânia foi organizada e letal. Sob o comando de um inteligentíssimo Mantas Kalniets, o time europeu utilizou 9 jogadores na partida e 7 deles anotaram 12 ou mais pontos. Pelo lado argentino somente 3 jogadores chegaram aos dois dígitos na pontuação.

O aproveitamento do perímetro foi outro fator de desequilíbrio. Na primeira etapa a Lituânia chutou 10 bolas de 3 pontos e converteu 8! Já a Argentina não acertou nenhuma bola de fora em 9 tentativas, o que rendeu o placar de 50 X 30 para os europeus antes do intervalo.

No vídeo abaixo dá pra ver bastante das movimentações defensivas e ofensivas da Lituânia. Pra quem gosta do basquete bem jogado – e para aqueles que não engoliram bem a derrota brasileira para os hermanos - é um deleite!

Vídeo: farshas333

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Na primeira fase do Mundial da Turquia o Brasil já conseguiu alguns feitos. Voltou a vencer um adversário europeu, algo que não acontecia desde 2002, em Indianápolis. E limitou o EUA a apenas 70 pontos, menor contagem da seleção ianque desde que os jogadores da NBA adentraram aos torneios da FIBA. Na partida contra a [...]

Na primeira fase do Mundial da Turquia o Brasil já conseguiu alguns feitos.

Voltou a vencer um adversário europeu, algo que não acontecia desde 2002, em Indianápolis. E limitou o EUA a apenas 70 pontos, menor contagem da seleção ianque desde que os jogadores da NBA adentraram aos torneios da FIBA.

Na partida contra a Eslovênia perdemos e não conseguimos atingir nenhuma marca histórica. Mas a forma como o Brasil saiu do buraco naquele jogo foi impressionante e a atuação no último período - quando concedemos apenas 13 pontos ao fortíssimo time esloveno – foi digna de nota.

O que tem chamado a atenção – inclusive da imprensa internacional – é o ótimo trabalho defensivo da Seleção Brasileira, principalmente nos jogos contra os adversários mais fortes.

Nas partidas contra EUA, Croácia e no segundo tempo contra a Eslovênia, Magnano utilizou sistemas mistos de defesa (Match-Up Defense) que obtiveram bons resultados. Foram 70 pontos sofridos contra os estadounidenses, 74 dos croatas e 36 da Eslovênia no segundo tempo de partida.

Dentro destes trabalhos de defesa mista realizados pelo Brasil, três variações se destacaram: O Box And One, o Diamond And One e a chamada Defesa Ameba (Amoeba Defense). Todas estas variações exigem muita mobilidade e força física dos atletas, já que a velocidade na rotação é uma das chaves para o sucesso nos três sistemas citados.

primeiro modelo foi muito utilizado com Anderson Varejão em quadra, os outros dois quando o jogados do Cavs estava fora de combate.

O sistema Box And One consiste em 4 jogadores marcando zona, dois sob o post e dois perimetrais, formando um quadrado, tipo uma caixa mesmo. O quinto atleta é o único a marcar individualmente e ele cuida do adversário com maior potencial ofensivo. Os jogadores do quadrado são responsáveis pela ajuda ao atleta que executa a marcação individual e, geralmente, as dobras saem da base oposta à bola, gerando uma meia pressão na metade da quadra. Ou seja, se o jogador com a bola está no perímetro, a dobra sai de um dos homens do poste, se o oponente está próxima à área pintada um dos atletas que marca o perímetro é quem sai para a ajuda.

Diamond And One é apenas uma variação do Box. Ao invés de dois jogadores plantados sob o poste e dois cuidando do perímetro, apenas um fica fixo embaixo da cesta enquanto os outros 3 se dispõe não linearmente à frente, formando uma espécie de losango ou diamante. O quinto jogador continua responsável pela marcação individual e, como na Box And One, as dobras e ajudas que saem do diamante geralmente vem do lado oposto à bola, repetindo assim a meia pressão do sistema anterior.

Embora o nome sugira o contrário, a Defesa Ameba pode ser muito eficiente, principalmente para equipes velozes, com forte jogo de transição. Ela também pode ser bem interessante para anular sistemas ofensivos que utilizem dois armadores natos. A Defesa Ameba foi criada na década de 70 por Fran Webster, assistente do técnico Charles Ridl, na Universidade de Pittsburgh. No primeiro ano atuando com esta defesa, 1974, os Panthers conseguiram a incrível marca de 22 vitórias consecutivas na NCAA quando chegaram entre as 8 melhores universidades do país, algo que não acontecia desde 1941. O sistema ganhou este nome devido à sua rotação, muito parecida com a bipartição, forma mais comum de reprodução das amebas. Pat Riley, que figura entre os 10 maiores técnicos da NBA e atualmente é o presidente do Miami Heat, é um dos maiores entusiastas da Defesa Ameba.

A formação inicial da Defesa Ameba consiste em um jogador embaixo do poste, dois sequentes na lateral do garrafão e mais dois na altura da linha dos 3 pontos. O sistema sempre deixa 4 jogadores marcando por zona e um dos dois jogadores do topo marcando homem a homem, mas o atleta responsável pela individual varia de acordo com a posição da bola. Quando a bola se encontra no lado esquerdo da defesa, o marcador do topo – do mesmo lado - sai na individual e os demais se movimentam a fim de manter o diamante da zona. Do lado oposto ocorre o inverso da movimentação.

Para melhor visualização, abaixo seguem algumas representações das zonas mistas de Magnano.

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Há alguns dias falei aqui do novo espaço para colunas no sítio oficial da LNB. Dois novos textos foram publicados ontem. Um assinado por Carlos Osso, ex jogador e dirigente da Federação Paulista. O outro por João Paulo Borin, renomado preparador físico que atua como assessor e consultor científico de diversos times do NBB, além [...]

Há alguns dias falei aqui do novo espaço para colunas no sítio oficial da LNB.

Dois novos textos foram publicados ontem.

Um assinado por Carlos Osso, ex jogador e dirigente da Federação Paulista. O outro por João Paulo Borin, renomado preparador físico que atua como assessor e consultor científico de diversos times do NBB, além de ser um dos envolvidos no projeto que a LNB desenvolve em parceria com a Unicamp na preparação dos árbitros.

Para ler as colunas, é só clicar nos links abaixo.

Amor à camisa, por Carlos Osso.

A preparação física, por João Paulo Borin.

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O sítio oficial da Liga Nacional de Basquete conta agora com um espaço reservado para colunistas. Sem periodicidade definida, o sítio receberá colunas assinadas por especialistas de diversas áreas ligadas ao basquete. As três primeiras já estão disponíveis e são assinadas por Lula Ferreira, técnico campeão da segunda edição do NBB pelo Universo/Brasília, José Luiz [...]

O sítio oficial da Liga Nacional de Basquete conta agora com um espaço reservado para colunistas.

Sem periodicidade definida, o sítio receberá colunas assinadas por especialistas de diversas áreas ligadas ao basquete.

As três primeiras já estão disponíveis e são assinadas por Lula Ferreira, técnico campeão da segunda edição do NBB pelo Universo/Brasília, José Luiz Lana Mattos, presidente da Comissão Disciplinar da Liga Nacional de Basquete, e Rubens Calixto, renomado jurista e integrante do Conselho Nato da LNB.

Para ler, é só clicar nos links abaixo.

O Técnico – Parte 1, por Lula Ferreira.

Doping, por José Luiz Lana Mattos.

Os guardiões da disciplina no NBB, por Rubens Calixto.

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A partir desta quarta feira, 7 de junho, o Pinheiros abrigará o Curso de Certificação Nível III, da Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol. Além do clube da capital paulista, que abriga o evento, algumas pessoas ligadas ao NBB também participam do Curso. Alberto Bial e Guerrinha, respectivamente técnicos de Joinville e Bauru, estão entre [...]

escola_nacional_de_treinadores_de_basquetebol-entbA partir desta quarta feira, 7 de junho, o Pinheiros abrigará o Curso de Certificação Nível III, da Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol.

Além do clube da capital paulista, que abriga o evento, algumas pessoas ligadas ao NBB também participam do Curso.

Alberto Bial e Guerrinha, respectivamente técnicos de Joinville e Bauru, estão entre os palestrantes. Assim como Flávio Davis Furtado – treinador do Minas nas duas primeiras edições do NBB e atual coordenador da base do clube mineiro – e João Borim, um dos responsáveis pelo trabalho que a LNB vem desenvolvendo com os árbitros fora das quadras.

O Curso de Certificação Nível III da Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol também receberá convidados internacionais. Entre eles os dois técnicos da seleções brasileiras adultas, o argentino Rubén Magnano que dirige o time masculino e o espanhol Carlos Colinas que comanda a equipe feminina.

Além deles, o estadounidense Jim Foster, assistente de Chuck Daly na Seleção do Estados Unidos na Olimpíada de Barcelona, em 1992, e Neven Spahija, técnico que levou o Sub 21 da Croácia ao vice campeonato mundial em 2001 e foi campeão espanhol na temporada 2007/2008 dirigindo o Tau Cerâmica, também ministrarão palestras.

O técnico porto riquenho Victor Ojeda, diretor da Academia de Basquete da Fiba Américas, também participa do evento no Pinheiros.

O Curso de Certificação Nível III da Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol acontece no clube Pinheiros, em São Paulo, de 7 a 10 de julho.

Saiba mais no sítio da CBB.

Imagem: CBB
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A LNB realizou na última semana, em Indaiatuba (SP), o I Congresso Técnico LNB para Treinadores de Alto Nível. O evento foi idealizado pelo Conselho Técnico da Liga e contou com a participação dos treinadores e assistentes técnicos das 14 equipes que disputaram a segunda edição do NBB. Além de Rubén Magnano, técnico da Seleção [...]

A LNB realizou na última semana, em Indaiatuba (SP), o I Congresso Técnico LNB para Treinadores de Alto Nível.

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O evento foi idealizado pelo Conselho Técnico da Liga e contou com a participação dos treinadores e assistentes técnicos das 14 equipes que disputaram a segunda edição do NBB. Além de Rubén Magnano, técnico da Seleção Brasileira, que no segundo dia dos trabalhos  ministrou a palestra Perspectivas do Basquete Brasileiro – Conceitos Técnicos.

Os treinadores do NBB fizeram apresentações sobre o trabalho desenvolvido durante a temporada e – confinados durante 3 dias em um hotel fazenda – tiveram a oportunidade de trocar experiências, dificuldades, dividir boas idéias, enfim, um intercâmbio importante para o desenvolvimento.

A aprovação do evento foi geral, confira o que disseram os técnicos no sítio oficial da LNB.

Imagem: LNB
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Vocês se lembram das análises táticas dos confrontos das quartas de final do NBB 09/10 que foram publicadas sítio oficial da LNB? Agora chegou a hora da apreciação das semifinais. Pra conferir, é só clicar nos confrontos abaixo! Universo X Minas Flamengo X Franca

Vocês se lembram das análises táticas dos confrontos das quartas de final do NBB 09/10 que foram publicadas sítio oficial da LNB?

Agora chegou a hora da apreciação das semifinais.

Pra conferir, é só clicar nos confrontos abaixo!

Universo X Minas

Flamengo X Franca

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Dê um gravador para quase qualquer técnico de basquete e o peça para falar sobre o time que ele dirige. Se você não cortá-lo, terá pelo menos duas horas de gravação. Agora, peça pra este mesmo treinador analisar o adversário e a chance de obter respostas pra lá de evasivas é quase certa! Até por [...]

Dê um gravador para quase qualquer técnico de basquete e o peça para falar sobre o time que ele dirige. Se você não cortá-lo, terá pelo menos duas horas de gravação.

Agora, peça pra este mesmo treinador analisar o adversário e a chance de obter respostas pra lá de evasivas é quase certa! Até por uma questão ética, geralmente técnicos evitam falar de seus oponentes.

Mas Guilherme Buso, o assessor de comunicação da LNB, conseguiu o que é quase impossível. Arrancar dos 4 técnicos envolvidos nas semifinais do NBB uma análise substancial de seus oponentes.

A excelente série de matérias Visão do Adversário já está disponível no sítio oficial da LNB e se eu fosse você não perderia!

Nela, Lula Ferreira, Paulo Chupeta, Hélio Rubes e Flávio Davis discorrem, sem pisar em ovos, sobre seus rivais nas semifinais do NBB que se avizinham. Simplesmente imperdível!

Os links estão logo abaixo, não deixe de conferir!

Lula Ferreira

Paulo Chupeta

Hélio Rubens

Flávio Davis

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Enviado pela leitora Lilian Santos O basquete é uma das modalidades esportivas onde podem ocorrer mais lesões por ser um esporte dinâmico e de muito contato físico. Poderia citar várias, mas vou escrever apenas sobre a articulação do joelho, por ser uma articulação que tem alta freqüência de entorses. O joelho tem uma importância muito [...]

Enviado pela leitora Lilian Santos

lesao-joelhoO basquete é uma das modalidades esportivas onde podem ocorrer mais lesões por ser um esporte dinâmico e de muito contato físico. Poderia citar várias, mas vou escrever apenas sobre a articulação do joelho, por ser uma articulação que tem alta freqüência de entorses.

O joelho tem uma importância muito significativa para os movimentos corporais. Ele é composto pelos ossos fêmur (coxa), tíbia (perna), patela (antigamente chamada de rótula), por ligamentos (colaterais e cruzados) e pelos meniscos (que absorvem o impacto do nosso corpo). Essas estruturas, quando lesionadas, impedem que o atleta tenha bom desempenho desportivo para alcançar seus objetivos.

Os ossos do joelho são conectados uns aos outros através de ligamentos e cápsulas articulares. Eles agem unindo os ossos para manter a estabilidade da articulação.

Uma lesão ligamentar, por exemplo, pode afastar um jogador por vários meses, pois deve-se respeitar o processo de reestruturação e cicatrização do tecido lesionado. Caso contrário, isso poderá trazer sequelas de difícil tratamento. O tempo para cicatrização é de, aproximadamente, 60 dias. Os ligamentos podem se regenerar espontaneamente, porém, com a fisioterapia esse processo é acelerado. O retorno do atleta ás atividades vai depender do grau da lesão:

colagem_joelho

  • Grau 1: ocorre lesão de apenas algumas fibras, sendo capaz ainda de manter a estabilidade da articulação.
  • Grau 2: ocorre uma ruptura parcial das fibras.
  • Grau 3: essa lesão ocorre quando há uma ruptura total do ligamento tornando a articulação instável, onde seria necessário a realização de cirurgia para a reconstrução do mesmo.

menisco-crop

menisco14-medialelateralQualquer trauma direto sobre o joelho ou uma mudança brusca de movimento (torção), pode acarretar em lesão. Em uma torção dos joelhos os meniscos podem ser afetados, como fraturas dos mesmos, tendo indicação de correção cirúrgica por vídeo artroscopia.

Sobrecarga (excesso) de treinamento pode causar inflamações (tendinites) no joelho do atleta. É de suma importância realizar fisioterapia preventiva com o fisioterapeuta para minimizar a ocorrência de lesões através de reequilíbrio muscular, ganho de flexibilidade e exercícios proprioceptivos.

Sempre que o atleta sentir dores e desconforto na articulação é necessário procurar orientação médica e fisioterápica para ter diagnóstico e iniciar o tratamento o mais precocemente possível.

Clique na imagem abaixo para ampliar o perfil ou visite o Twitter da Lilian.
perfil-lilian

Imagens Originais: Senado, Milton Miszputen e USP.

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