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Bom desempenho dos reservas vem sendo diferencial do Flamengo na série semifinal do NBB5 contra o São José

Em seu elenco, o Flamengo conta com vários nomes de peso capazes de desequilibrar ou definir uma partida. Entre eles Marquinhos, titular da Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres.

Mas se engana quem pensa que o grande destaque rubro negro nas semifinais do NBB5 é o Dono da Bola da fase de classificação do campeonato, assim como também não estamos falando dos selecionáveis Benite, Caio Torres e Olivinha e nem do armador Kojo Mensah.

Quem vem brilhando na série contra o São José até agora é o banco de reservas rubro negro!

É isto mesmo, os suplentes da equipe carioca estão fazendo a diferença!

Até o 3º jogo da série, 25,90% dos pontos do Flamengo foram anotado por jogadores que saíram do banco de reservas. A maioria deles feitos por Duda Machado que, nesta série semifinal, registra média de 13,33 pontos por partida.

No 1º jogo da série, em São José dos Campos, o time paulista venceu por 80 X 72, mas os reservas flamenguistas anotaram 17 pontos – Duda (12), Gegê (3) e Shilton (2) – contra apenas 4 dos suplentes joseenses – Calvo (2) e Deivisson (2).

Na 2ª partida, no Rio de Janeiro, o Flamengo venceu por 100 X 84, mas aí os reservas joseenses levaram a melhor, 28 pontos – Calvo (17), Ícaro (5), Chico (3), Devisson (2) e Luiz Felipe (1) – contra 20 dos suplentes rubro negros - Duda (13), Gegê (2), Shilton (2), Zanotti (2) e Diego Marques (1).

No jogo 3, novamente em solo carioca, o Flamengo venceu outra vez, 106 X 86, e desta vez com supremacia dos seus reservas, 35 pontos – Duda (15), Gegê (9), Zanotti (6) e Shilton (5) – contra 16 dos suplentes joseenses – Chico (6), Erick Camilo (6) e Luiz Felipe (4).

Nas 3 primeiras partidas da série os reservas rubro negros anotaram 72 pontos, média de 24 por jogo, o que corresponde a 25,90% dos 278 pontos do Flamengo. Já os suplentes do São José anotaram 48 pontos, média de 16 por partida, o equivalente a 19,20% dos 250 pontos da equipe do Vale do Paraíba.

Em uma série tão equilibrada, com dois times tão fortes, a produção do banco de reservas pode fazer toda a diferença!

Imagem: LNB
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Baixar o aproveitamento perimetral dos rubro negros é um fator crucial pro São José se manter vivo nas semifinais do NBB5

Depois de largar na frente na série contra o Flamengo pelas semifinais do NBB5, o São José perdeu as duas partidas no Rio de Janeiro e agora precisa repetir o feito das 4as de final contra o Brasília; vencer o 4º jogo no Lineu de Moura e o 5º fora de casa para seguir na luta pelo título da 5ª edição do Novo Basquete Brasil.

E pelas 3 primeiras partidas da série, pode-se dizer que o sucesso joseense no embate contra o rubro negro carioca passa indiscutivelmente pela marcação perimetral.

O Flamengo chegou às semifinais com o melhor aproveitamento nas bolas de 3 pontos nos playoffs do NBB5. Na série contra o Paulistano, pelas 4as de final, 47,76% dos triplos tentados pelo time carioca foram convertidos, um ótimo índice de acertos.

Baixar o aproveitamento do rubro negro nos chutes de 3 pontos é fundamental para que a equipe do Vale do Paraíba possa vencer, pelo menos é o que nos mostra os 3 primeiros jogos da série.

Na 1ª partida, no Lineu de Moura, o São José venceu por 80 X 72 limitando o time carioca a somente 5 bolas de 3 pontos em 22 tentativas, um aproveitamento de apenas 22,72%.

Já nos dois jogos no Rio o aproveitamento rubro negro nos tiros longos subiu e a vitória ficou com os cariocas.

No 2º jogo, vencido pelo Flamengo por 100 X 84, o aproveitamento perimetral dos rubro negros cresceu pra 38,10%, com 8 acertos em 21 tentativas. Já no 3º embate da série, também vencido pelo Flamengo por 106 X 86, o aproveitamento da equipe carioca na linha de 6m75 foi ainda melhor, incríveis 55,56% com 10 conversões em 18 arremessos tentados.

Diminuir os estragos dos tiros longos rubro negros parece mesmo ser fundamental para o sucesso joseense na série semifinal do NBB5.

Imagem: LNB
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Depois do grande jogo 4 contra o Bauru, Figueroa assume a liderança das assistências nos playoffs do NBB5

Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe da admiração que a equipe do Território tem pelo basquete do argentino Juan Pablo Figueroa.

O principal armador do Franca é um dos jogadores mais lúcidos em atividade no basquete latino americano, um organizador nato que entende o grande jogo como poucos.

No entanto, nossa admiração pelo camisa 8 francano não tem reverberação no grande público que, vira e mexe, nos corneta pelas matérias sobre o argentino. Nossa contra argumentação vai sempre ao mesmo ponto, nem sempre os números traduzem fielmente o jogo, é preciso olhar mais para a quadra e menos para as planilhas estatísticas para que alguns talentos possam ser percebidos.

E aqui não falamos somente do Figueroa. No NBB temos uma infinidade de atletas excepcionais que quase são relegados a um plano inferior nas discussões na imprensa e nas redes sociais. E por que isto acontece? São vários os fatores, mas talvez o principal motivo seja uma excessiva valorização dos números em detrimento do jogo em si. Só pra ficarmos nas equipes ainda em atividade no NBB5, podemos citar Andre Laws, Audrei, Arthur, Caio Torres, Márcio Dornelles e Pilar, todos fundamentais para suas equipes, mas quase ignorados pela imprensa especializada e bem pouco festejados pelos fãs da bola laranja de maneira geral.

Voltando ao caso específico do argentino, realmente seus números não empolgam. Tanto no Pinheiros como no Franca, suas médias são bem modestas, menos de 8 pontos e 4 assistências por partida.

Mas como já dissemos, o basquete não pode ser resumido a uma planilha de excel. Muitos aspectos do grande jogo não são devidamente mensurados pelas estatísticas e acabam passando despercebido pelos amantes da bola laranja.

Figueroa é um daqueles jogadores que todo técnico quer em sua equipe. Com grande visão, leitura e entendimento do jogo, o argentino é um armador nato, um organizador na essência da palavra.  No melhor estilo apregoado por Phil Jackson, joga intuitivamente, sem fazer força, o jogo é algo natural para ele. E estes são alguns pontos que os números não são capazes de mensurar.

Outro, a defesa. Os sistemas de estatísticas de basquete são quase completamente voltados para as ações ofensivas. É claro os rebotes defensivos, os roubos de bola e os tocos são contemplados, mas quem já esteve dentro de uma quadra de basquete sabe que defender vai muito além disto e você pode executar um belo jogo defensivo mesmo sem pegar nem um rebote na tábua de trás, sem roubar bolas ou distribuir tocos.

A renovação do Franca foi pensada com 3 pilares dentro de quadra, Teichmann, Jhonatan e Figueroa. Com a contusão dos dois primeiros, sobrou apenas o argentino pra comandar a boa molecada francana.

Mas Figueroa parece não sentir este peso. Na noite desta segunda, 6 de maio, o armador ditou o ritmo da 4ª partida da série 4as de final contra o Bauru. Com uma distribuição de jogo perfeita, o argentino fez com que 4 dos outros 5 jogadores do seu time que atuaram por mais de 20 minutos pontuassem em dígitos duplos. E na defesa limitou Larry Taylor a somente 8 pontos em 26 tentados.

Mas ainda teve mais. Com suas 14 assistências, Figueroa estabeleceu nova marca nos playoffs do NBB5, superando os 13 passes pra cesta do Fúlvio no 1º jogo da série entre São José e Brasília. Além de bater a marca de assistências na pós temporada da edição atual, o armador francano ainda se aproximou do feito de um outro argentino, Facundo Sucatzky, recordista em assistências em um único jogo de playoff na história do NBB, 17 na vitória do Minas sobre o Brasília no jogo 1 das semifinais do NBB1.

Não bastasse, Figueroa ainda assumiu a liderança das assistências nos playoffs do NBB5, média de 6,71 por partida contra 6,67 do Robby Collum, 2º colocado no fundamento nos jogos da pós temporada.

E quem sabe agora, com números mais recheados, mais pomposos, o argentino não receba o devido reconhecimento pelo seu belo e eficiente basquete!

Imagem: LNB
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Em 75% das séries de 4as de final da história do NBB, o time que venceu a 1ª partida avançou às semifinais da competição

Nesta segunda, 29 de abril, 3 séries de 4as de final do NBB5 terão início; Flamengo X Paulistano, Brasília X São José e Uberlândia X Pinheiros.

Bauru e Franca começaram a disputa por um lugar nas semifinais do campeonato neste domingo, com vitória francana no Pedrocão por 72 X 69.

A história de uma série de playoffs se constrói partida a partida e o Pinheiros nos mostrou recentemente que largar atrás não é sinônimo de derrota.

Nas 4 primeiras edições do NBB tivemos 16 séries de 4as de final. E 75% delas foram vencidas pela equipe que triunfou no jogo 1.

Ou seja, apenas 4 vezes um time foi derrotado na 1ª partida das 4as e ainda assim avançou às semifinais.

A 1ª vez que isto aconteceu foi na série entre Joinville e Limeira, 4as de final do NBB1. Os limeirenses largaram com vitória em casa, mas os catarinenses venceram os 3 jogos seguintes e fecharam a série em 3 X 1.

No NBB2 todos os confrontos das 4as foram decididos por 3 X 0. Então, logicamente, o vencedor do jogo 1 avançou.

Já no NBB3, duas equipes perderam a 1ª partida das quartas, conseguiram a virada da série e a classificação às semifinais. Brasília e Flamengo foram respectivamente derrotados por Uberlândia e Bauru no jogo 1 de suas séries. Os rubro negros viraram pra 3 X 1, enquanto os atuais tricampeões do NBB precisaram de 5 jogos pra eliminar a equipe do Triângulo Mineiro.

No NBB4 o caso se repetiu apenas uma vez. O Pinheiros perdeu não só a 1ª partida das 4as para o Joinville, mas também a 2ª. Com 3 vitórias seguidas, a equipe de São Paulo virou a série pra 3 X 2 e se estabeleceu como o 1º time na história a vencer uma série de playoffs do NBB depois de sair perdendo por 0 X 2.

Como dissemos acima, a história de uma série de playoffs se constrói partida a partida. Mas como mostram os números, vencer o jogo 1 é um passo importante pra chegar às semifinais!

Imagem: LNB
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Com 14 vitórias e apenas uma derrota nos jogos fora de casa, 93,33% de aproveitamento, Flamengo é o melhor visitante do NBB5

No post anterior falamos sobre as campanhas dos 18 times do NBB5 em seus respectivos territórios. Agora chegou a hora de vermos o que as mesmas 18 equipes fizeram quando tiveram que atuar fora dos seus domínios.

E nas partidas fora de casa, a melhor campanha da 5ª edição do NBB é do Flamengo, líder da competição.

Como visitante o rubro negro carioca venceu 14 jogos, tendo sido derrotado uma única vez, o que lhe confere o impressionante aproveitamento de 93,33% fora de seus domínios. Além da melhor campanha como visitante, o Flamengo também é o time que mais venceu e o que menos perdeu fora de casa no NBB5.

No outro extremo aparece outra tradicional camisa do futebol presente no NBB5 e que, curiosamente, enfrenta o rubro negro carioca nesta quinta. O Palmeiras é a equipe com a pior campanha como mandante no campeonato, apenas 6,67% de aproveitamento com um único triunfo e 14 resultados negativos fora de casa. Além do pior retrospecto, o Verdão é o time que mais vezes foi derrotado fora de casa e, juntamente com o Suzano, é o que menos vezes venceu como visitante.

Das 18 equipes que disputam o NBB5, apenas 6 possuem retrospecto positivo fora de seus domínios e, não por acaso, são os 6 primeiros colocados do campeonato; Flamengo, Brasília, Uberlândia, Bauru, Franca e Pinheiros.

O Paulistano é o único com aproveitamento de 50% como visitante, 8 vitórias e 8 derrotas.

Os outros 11 timesSão José, Basquete Cearense, Liga Sorocabana, Minas, Mogi, Limeira, Vila Velha, Joinville, Tijuca, Suzano e Palmeirasperderam mais que venceram quando atuaram fora de seus respectivos territórios.

Abaixo, a classificação completa como visitante no NBB5.

Classificação NBB5 – Jogos como visitante

1º) Flamengo – 14 vitórias e 1 derrota, 93,33% de aproveitamento
2º) Brasília – 11 vitórias e 3 derrotas, 78,57% de aproveitamento
3º) Bauru – 11 vitórias e 5 derrotas, 60,67% de aproveitamento
4º) Franca – 10 vitórias e 7 derrotas, 58,82% de aproveitamento
5º) Pinheiros – 8 vitórias e 6 derrotas, 57,14% de aproveitamento
6º) Uberlândia – 9 vitórias e 7 derrotas, 56,25% de aproveitamento
7º) Paulistano – 8 vitórias e 8 derrotas, 50% de aproveitamento
8º) São José – 7 vitórias e 8 derrotas, 46,67% de aproveitamento
9º) Basquete Cearense e Liga Sorocabana – 6 vitórias e 9 derrotas, 40% de aproveitamento
11º) Minas e Mogi – 5 vitórias e 10 derrotas, 33,33% de aproveitamento
13º) Limeira – 5 vitórias e 11 derrotas, 31,25% de aproveitamento
14º) Vila Velha – 3 vitórias e 12 derrotas, 20% de aproveitamento
15º) Joinville e Tijuca – 2 vitórias e 12 derrotas, 14,29% de aproveitamento
17º) Suzano – 1 vitória e 13 derrotas, 7,14% de aproveitamento
18º) Palmeiras – 1 vitória e 14 derrotas, 6,67% de aproveitamento

Imagem: LNB
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Com 14 vitórias e apenas uma derrota nos jogos em casa, 93,33% de aproveitamento, Brasília é o melhor mandante do NBB5

Sempre ouvimos nas entrevistas, pré ou pós jogo, atletas e treinadores falando sobre a importância de se vencer em casa no NBB5.

Um bom aproveitamento nos jogos em seus domínios pode ser a chave para uma boa colocação na 1ª fase e a tão almejada vantagem de mando de quadra nos playoffs.

E quem mais segue o dogma do bom mandante no NBB5 é o Brasília, atual tricampeão do campeonato.

Com 14 vitórias e uma única derrota em casa, o time candango registra até aqui incríveis 93,33% de aproveitamento nas partidas no Distrito Federal. O Brasília não só possui o melhor aproveitamento nos jogos como mandante, mas também é o time que mais venceu e o que menos perdeu em casa na atual edição do NBB.

Na outra ponta, o Tijuca é a equipe que menos venceu em casa no NBB5, apenas dois triunfos. O time carioca também tem o pior aproveitamento como mandante no campeonato, apenas 13,33% com duas vitórias e 13 derrotas no Rio. Tijuca e Suzano dividem a marca de mais resultados negativos como mandante no NBB5, 13 pra cada um deles.

Das 18 equipes que disputam o NBB5, 12 possuem aproveitamento positivo como mandante. Além do Brasília, Flamengo, Uberlândia, São José, Franca, Pinheiros, Bauru, Minas, Palmeiras, Liga Sorocabana, Limeira e Paulistano mais venceram que perderam em seus domínios nesta temporada.

Apenas um time, o estreante Basquete Cearense, está no pau a pau, 50% de aproveitamento nos confrontos em casa com 7 vitórias e 7 derrotas.

E as demais 5 equipes mais perderam que venceram em casa, Joinville, Mogi, Vila Velha, Suzano e Tijuca.

Abaixo, a classificação completa como mandante no NBB5.

Classificação NBB5 – Jogos como mandante

1º) Brasília – 14 vitórias e 1 derrota, 93,33% de aproveitamento
2º) Flamengo e Uberlândia – 12 vitórias e 2 derrotas, 85,71% de aproveitamento
4º) São José – 12 vitórias e 3 derrotas, 80% de aproveitamento
5º) Franca – 10 vitórias e 3 derrotas, 76,92% de aproveitamento
6º) Pinheiros – 11 vitórias e 4 derrotas, 73,33% de aproveitamento
7º) Bauru – 11 vitórias e 5 derrotas, 68,75% de aproveitamento
8º) Minas e Palmeiras – 9 vitórias e 6 derrotas, 60% de aproveitamento
10º) Liga Sorocabana – 9 vitórias e 7 derrotas, 56,25% de aproveitamento
11º) Limeira e Paulistano – 8 vitórias e 7 derrotas, 53,33% de aproveitamento
13º) Basquete Cearense – 7 vitórias e 7 derrotas, 50% de aproveitamento
14º) Joinville – 8 vitórias e 9 derrotas, 47,06% de aproveitamento
15º) Mogi e Vila Velha – 6 vitórias e 9 derrotas, 40% de aproveitamento
17º) Suzano – 3 vitórias e 13 derrotas, 18,75% de aproveitamento
18º) Tijuca – 2 vitórias e 13 derrotas, 13,33% de aproveitamento

Imagem: LNB
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26
março / 2013

Em números absolutos e porcentagem, Vila Velha é o time do NBB5 com a pontuação mais concentrada nos atletas estrangeiros

Das 18 equipes do NBB5, apenas Brasília e Suzano não possuem jogadores estrangeiros.

Os outros 16 times contam ou contaram com pelo menos um atleta de fora em seus elencos e, em muitos deles, são os gringos os principais responsáveis pela pontuação.

A importância deles é tanta neste aspecto ofensivo que 4 dos 5 principais cestinhas do campeonato não nasceram no Brasil. Embora Marquinhos lidere a pontuação do NBB5 (21,34 pontos por jogo), os 4 que se seguem no ranking dos cestinhas são estrangeiros; Holloway (20,43 ppj), Robert Day (18,80 ppj), Benzor Simmons (18,63 ppj) e Joe Smith (18,42 ppj).

E quando passamos para as estatísticas coletivas, o Vila Velha é a equipe com a pontuação mais concentrada nos gringos. Quase metade dos pontos do time canela verde, 49,75%, saem das mãos de Simmons, Parker e Jemmot. Até aqui a equipe capixaba anotou 2372 pontos no NBB5, 559 do barbudo Simmons, 422 do atirador Jay Parker e 199 do cubano Jemmott.

O 2º time mais dependente da artilharia estrangeira é a Liga Sorocabana, com 47,68% dos pontos advindos dos gringos. Dos 2328 pontos sorocabanos no campeonato, 613 foram anotados por Desmond Holloway, 425 por Kenny Dawkins e 72 por Brandon McGee.

Em 3º aparece o Pinheiros com 43,94% dos pontos anotados pelos atletas estrangeiros. Dos 2515 pontos do time até aqui, 442 foram feitos por Joe Smith, 438 por Shamell e 225 pelo paraguaio Guillermo Araujo.

Logo na sequência vem o Palmeiras, onde os gringos são responsáveis por 43,45% dos pontos. Caleb Brown é o principal pontuador com 481, seguido por Wiggins com 315, Curnell com 218 e Fred Peete com 7, 1021 dos 2350 pontos palmeirenses no NBB5.

A 5ª equipe mais dependente da artilharia forânea é o Minas. Beal (525), Borders (199), Crosby (159) e Walton (10) são responsáveis por 36,15% dos 2470 pontos minastenistas no campeonato.

Em 6º aparece outro time mineiro, o Uberlândia. 30,40% dos 2526 pontos da equipe do Triângulo Mineiro saem das mãos de Robert Day (564) e Robby Collum (204).

A 7ª colocada neste ranking é Limeira, com 29,40% dos seus 2412 pontos anotados pelo dominicano Ronald Ramón (433) e Omar Carter (276).

O 8º é o Bauru com 27,69% dos seus 2586 pontos anotados pelos gringos Jeff Agba (325), DeAndre Coleman (310) e Jason Detrick (81). Como Larry Taylor agora é brasileiro, os 443 pontos do armador nascido em Chicago, mas naturalizado brasileiro, não entram na conta. Caso considerássemos Larry estrangeiro, o Bauru se situaria como o 3º time mais dependente da artilharia de fora com 44,43% dos pontos advindos dos gringos.

Na sequência temos o Tijuca com 18,52% dos seus 2019 pontos nas mãos de Rashaun (200), Bishop (128) e Roberson (46).

Logo atrás está o Paulistano com 18,26% dos seus 2421 pontos vindos do estadunidense Toyloy (352) e do panamenho Joel Muñoz (90).

Coladinho aparece o São José. Andre Laws (269) e Alvaro Calvo (174) são responsáveis por 18,12% dos 2445 pontos joseenses no NBB5.

Em 12º lugar aparece o Mogi com 16,32% dos seus pontos anotados por atletas estrangeiros. Riddick puxa a fila com 224 pontos, seguido por Cortés com 134 e Bacon com 7.

O 13º é o Flamengo com 10,59% dos seus 2626 pontos nas mãos dos gringos Kojo Mensah (240) e Bruno Zanotti (38).

Logo atrás está o Franca que só possui um estrangeiro no grupo, o argentino Figueroa que, com seus 249 pontos, é responsável por 10,49% dos 2373 pontos francanos no NBB5.

Em 15º aparece o Basquete Cearense com 8,46% dos 2293 pontos anotados por Bernard Robinson (104) e pelo sérvio Dragovic (90).

E dos times que utilizaram atletas estrangeiros no NBB5 o que tem o menor percentual de pontuação dos gringos é o Joinville. Os 77 pontos anotados pelo estadunidense Milton Garner correspondem a 3,30% do total do time, 2332 pontos.

Imagens: LNB
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Todos os times que possuem relação positiva entre assistências e desperdícios de bola estão na zona de classificação aos playoffs

Quem jogou versões mais antigas do NBA 2K há de se lembrar dos comentário do Steve Kerr no jogo dizendo que um dos princípios básicos do basquete é o cuidar bem da bola. Passes seguros, poucos desperdícios, pelo menos no videogame este é um dos segredos para o sucesso.

Logicamente que o basquete de verdade, além dos joysticks, engloba uma série de variantes que não garantem a vitória com este jogo seguro apregoado pelo 5 vezes campeão da NBA. E um toque de ousadia se faz essencial para a glória.

Mas no mundo virtual ou no real, cuidar bem da laranjinha é sempre um fator importante.

Pensando nisto fomos investigar a relação Assistências X Desperdícios de Bola no NBB5.

Das 18 equipes que disputam o campeonato, 10 possuem uma relação positiva entre passes pra cesta, erros e violações. Ou seja, 10 times dão mais de uma assistência para cada desperdício de bola. E todos eles se encontram na zona de classificação para os playoffs.

Dos 12 times que hoje estariam na pós temporada, apenas dois, Paulistano e Liga Sorocabana, possuem saldo negativo, ou seja, dão menos de uma assistência para cada desperdício.

Quem lidera este ranking é o Brasília com 1,43 assistências para cada desperdício de bola. O tricampeão é o 3º em assistências (17,31) e o 7º que menos desperdiça bolas (12,14).

O 2º é o São José com 1,34 assistências para cada desperdícios. O atual vice campeão do NBB lidera o ranking de passes pra cesta (18,20) e é o 12º time que menos comete erros e violações (13,60).

Em 3º aparece Limeira com 1,32 assistências para cada desperdício de bola. Os limeirenses ocupam a 5ª posição quando o assunto é passe pra cesta (16,00) e o 6º lugar quando a questão é desperdício de bolas (12,10).

Uberlândia e Bauru, que disputam ferrenhamente a 3ª colocação do campeonato, também empatam na relação de assistências e desperdícios de bola com 1,31 passes pra cesta para cada erro/violação. A equipe mineira é a 2ª em assistências (17,54) e a 10ª em desperdícios (13,39). Enquanto o time do interior de São Paulo aparece em 7º nos passes pra cesta (15,50) e 5º em erros/violações (11,86).

Logo depois vem o Pinheiros que, curiosamente, tem o mesmo número de derrotas que Bauru e Uberlândia e briga com os dois pelo 3º lugar do NBB5. Os pinheirenses dão 1,22 assistências para cada desperdício, se situando em 4º lugar no ranking de passes pra cesta (16,23) e 9º no de erros/violações (13,19).

Colado aparece o líder Flamengo com 1,22 assistências para cada desperdício de bola. O rubro negro é o 8º nas assistências (14,04) e, juntamente com o Basquete Cearense, é o time que menos desperdiça bolas no NBB5 (11,52).

Na sequência está o acima citado Basquete Cearense com 1,13 passes pra cesta para cada erro/violação. Como já dissemos, a equipe nordestina, ao lado do Flamengo, é a que menos desperdiça bolas (11,52) e aparece em 11º lugar no ranking das assistências (12,96).

Depois temos o Franca com uma relação de 1,09 assistências para cada desperdício de bola. Os francanos aparecem em 6º nas assistências (15,64) e em 15º em erros/violações (14,39).

Fechando as 10 equipes que possuem relação positiva entre assistências e desperdício aparece o Minas, 1,02. O time de Belo Horizonte é o 9º em passes pra cesta (13,89) e o 13º em erros/violações (13,64).

Abrindo a lista das equipes que desperdiçam mais bolas que dão assistências está o Paulistano, relação de 0,95 passes pra cesta para cada erro/violação. O time dirigido por Gustavo De Conti é o 10º em assistências (13,41) e o 14º em desperdícios (14,10).

O Palmeiras é a primeira equipe fora da zona de classificação dos playoffs que aparece no ranking. Aliás, o Verdão é o único fora da zona de playoffs que aparece com uma relação entre passes pra cesta e erros/violações melhor que um dos 12 times que hoje estariam classificados. O Palmeiras distribui 0,91 assistências para cada desperdício. A equipe é a 13ª em passes pra cesta (11,93) e a 8ª que menos comete erros/violações (13,11).

A Liga Sorocabana é o único time da zona de classificação dos playoffs fora das 12 melhores relações assistências/desperdícios de bola. Com 0,90 passes pra cesta para cada erro/violação, os sorocabanos aparecem em 13º no ranking. A equipe é 17ª nas assistências (10,43) e a 3ª que menos desperdiça bolas (11,54).

Na sequência vem o Tijuca com 0,86 assistências para cada desperdício. O time carioca é o último nos passes pra cesta (10,11) e o 4º que menos comete erros/violações (11,81).

Logo depois temos o Mogi com 0,82 assistências para cada desperdício. A equipe mogiana é a 12ª em passes pra cesta (12,13) e a 16ª em erros/violações (14,73).

Colado aparece o Vila Velha com 0,81 assistências para cada desperdício. Os capixabas estão em 16º nos passes pra cesta (11,00) e 11º em erros/violações (13,54).

Em 17º no ranking da relação entre assistências e desperdícios de bola está o Joinville com 0,75 passes pra cesta para cada erro/violação. O time catarinense é o 14º que mais dá assistências (11,90) e o 17º que menos desperdiça bolas (15,86).

Fechando o ranking temos o Suzano com 0,65 assistências para cada desperdício. A equipe do Alto Tietê é a 15ª nos passes pra cesta (11,37) e a que mais comete erros/violações (17,59).

Imagens: LNB
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20
março / 2013

Com 16 vitórias consecutivas e mais 5 partidas por fazer, Brasília pode bater a marca do Flamengo na fase de classificação do NBB

Nesta temporada o Flamengo estabeleceu um novo recorde de vitórias consecutivas na fase de classificação do NBB. Foram 20 triunfos seguidos nas 20 primeiras partidas do rubro negro no NBB5, série interrompida pelo Franca em pleno Rio de Janeiro.

Mas a marca, que parecia de outro mundo, pode cair ainda nesta edição.

Em momento impressionante, o Brasília já acumula 16 vitórias consecutivas e tem exatamente mais 5 jogos pra fazer na fase de classificação.

Ou seja, os atuais tricampeões podem estabelecer um novo recorde!

Mas para registrar a nova marca o time candango terá que suar muito a camisa e terá que passar por verdadeiras pedreiras, como por exemplo o caldeirão do Lineu de Moura.

Suas próximas 3 partidas pelo NBB5 acontecem fora de casa. Os dois primeiros adversários, Pinheiros e São José, brigam por uma vaga no G4, enquanto o Mogi, 3º rival fora de seus domínios, ainda luta para chegar aos playoffs em sua temporada de estreia no NBB.

Depois o Brasília fecha a fase de classificação do NBB5 com dois jogos em casa, contra Minas e Vila Velha. Os mineiros podem chegar lutando por um lugar entre os 8 primeiros, o que lhe garante vantagem do mando de quadra nas oitavas de final. Enquanto a equipe capixaba, que já venceu os tricampeões na atual temporada, pode precisar da vitória para chegar aos playoffs.

Ou seja, a missão brasiliense para estabelecer um novo recorde de vitórias consecutivas na fase de classificação não é nada fácil, mas ainda assim é possível. Principalmente se levarmos em conta a atual fase do time dirigido por José Carlos Vidal.

Caso estabeleça a nova marca, a equipe do Distrito Federal ficará bem próxima de um novo recorde, o de vitórias consecutivas independente de ser na fase de classificação ou nos playoffs. A marca, que perdura desde a 1ª edição do NBB, é de 24 triunfos seguidos e também pertence ao Flamengo. Mas esta é uma história para outro post.

E você, acredita que o Brasília supera o recorde rubro negro de 20 vitórias consecutivas na fase de classificação do NBB?

Imagens: LNB
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Bauru, Brasília, Liga Sorocabana, Paulistano, Tijuca, Uberlândia e Vila Velha podem bater suas melhores campanhas na história do NBB

Até terminar sua invencibilidade no NBB5, muita gente perguntava se o Flamengo bateria a melhor campanha da história do NBB, marca pertencente ao próprio rubro negro carioca com o impressionante 26-2 obtido no NBB1, o que representa incríveis 92,86% de aproveitamento.

As derrotas do Flamengo para Franca, Brasília e Bauru impossibilitaram o novo recorde.

Mas se a marca histórica não cai, 7 das 14 equipes que disputam o NBB5 e que já estiveram em outra edição da competição ainda podem bater seu próprio recorde na fase de classificação do NBB.

Entre eles está o Tijuca, último colocado da atual edição.

No NBB4, temporada de estreia dos tijucanos na competição, a equipe carioca fechou a fase de classificação com 9 vitórias e 19 derrotas, um aproveitamento de 32,14%. Na atual edição o Tijuca tem apenas 4 vitórias e 23 derrotas. Mas mesmo assim ainda pode bater sua campanha passada. Para isto os tijucanos terão que vencer todos seus 7 jogos restantes para fechar a 1ª fase com 32,35% de aproveitamento (11-23) e assim superar o retrospecto do NBB4. Se perder mais uma já era.

 

Outra equipe fora da zona de classificação dos playoffs que pode bater sua melhor marca na história do NBB é o Vila Velha. A melhor campanha do time capixaba no NBB aconteceu na 1ª edição do campeonato, 10 vitórias e 18 derrotas, o que representa 35,71% de aproveitamento. Com 9 triunfos e 18 reveses até aqui no NBB5, o Vila precisa de 4 vitórias em suas últimas 7 partidas pra registrar sua melhor campanha na história do NBB. Com estes 4 resultados positivos a equipe canela verde encerraria a 1ª fase do NBB5 com 13 vitórias e 21 derrotas, 38,24% de aproveitamento.

A partir daí só times da zona de classificação aos playoffs podem bater os seus próprios recordes. O caso mais impressionante é o da Liga Sorocabana que só precisa de mais uma vitória em 7 jogos pra bater sua melhor marca na história do NBB. Os sorocabanos estrearam na competição na temporada passada com 11 vitórias e 17 derrotas, 39,29% de aproveitamento. No NBB5 a Liga Sorocabana tem 13 vitórias e 14 derrotas, com mais um triunfo e 6 resultados negativos fecharia a fase de classificação com 14-20, o equivalente a 41,18% de aproveitamento. Ou seja, só uma hecatombe pros sorocabanos não superarem a marca da temporada passada.

Os tricampeões do Brasília também podem estabelecer um novo recorde em relação a sua melhor campanha na história do NBB. A melhor marca brasiliense foi estabelecida no NBB2, ano do 1º título candango, com 21 vitórias e 5 derrotas, 80,77% de aproveitamento. Com 23-4 na temporada atual, a equipe do Distrito Federal pode perder mais dois dos seus últimos 7 jogos que ainda assim supera sua melhor marca. Neste caso de 5 vitórias e duas derrotas nas últimas 7 partidas, o Brasília fecharia a fase de classificação do NBB5 com 28-6, 82,35% de aproveitamento.

Um ponto inusitado é a situação do Uberlândia e do Bauru, equipes com a mesma campanha no NBB5, 18-9, e que também empatam quando o assunto é melhor campanha na fase de classificação do NBB, 19 vitórias e 9 derrotas, 67,86% de aproveitamento, ambos no NBB3.

E se os dois times brigam pelo 3º lugar ou por uma vaga no G4, elas precisam do mesmo retrospecto nos últimos 7 jogos pra baterem suas melhores marcas na história do NBB. Com 6 vitórias e uma derrota Bauru e Uberlândia fechariam a 1ª fase do NBB5 com 24 vitórias e 10 derrotas, 70,59% de aproveitamento. Com dois resultados negativos nestas últimas 7 partidas, Bauru e Uberlândia igualam suas melhores campanhas na história do campeonato. E com 3 reveses a marca não cai.

Fechando o grupo dos 7 times que podem superar suas melhores campanhas na fase de classificação do NBB está o Paulistano. A equipe de São Paulo precisa de 6 triunfos nos últimos 7 jogos pra fechar a 1ª fase com 21-13, 61,77% de aproveitamento, superior aos 60,71% obtidos com as 17 vitórias e 11 derrotas do NBB4.

E destas 7 equipes, quais vocês acham que superam suas marcas e quais não conseguirão o feito?

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