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09
abril / 2014

Partidas entre Uberlândia e Franca no NBB6 mostram que quando o time mineiro consegue dar volume de jogo a Robert Day acaba se dando bem

Na noite desta terça, 8 de abril, o Uberlândia bateu o Franca por 69 X 67 no Sabiazinho e igualou a série 8as de final, uma vitória para cada lado.

Com 23 pontos, 7 rebotes e 4 roubos de bola, Robert Day foi o grande nome da vitória do time do Triângulo Mineiro.

Robert Day_UBE

E tanto os triunfos como as derrotas do Uberlândia para o Franca no NBB6 passam pela atuação do craque estadunidense. Quando Day consegue jogar e encontra espaço pra seus arremessos letais, o Uberlândia vence. Já quando o camisa 31 é contido os francanos levam a melhor.

Contando fase de classificação e 8as de final, Uberlândia e Franca já se enfrentaram 4 vezes no NBB6 com duas vitórias para cada lado.

No triunfo uberlandense na fase de classificação, 94 X 87 no Sabiazinho, Robert Day foi o cestinha do duelo com 24 pontos convertidos em 39 tentados. O ala chutou 9 triplos e converteu 6 (66,67% de aproveitamento), arremessou 5 bolas de 2 pontos e converteu duas (40%) e bateu dois lances livres, ambos certos (100%).

Na vitória de ontem, válida pelas 8as de final, Day teve um volume de jogo muito parecido com a partida vitoriosa na fase de classificação. Chutou para 40 pontos, anotou 23 e, novamente, foi o cestinha do duelo. Ele obteve 50% de aproveitamento nos triplos com 5 conversões em 10 chutes, 66,67% nas bolas de 2 pontos com duas encestadas em 3 arremessadas e os mesmos 100% nos lances livres, só que desta vez com 4 convertidos em 4 batidos.

Já nos triunfos do Franca, o time paulista conseguiu baixar significativamente não só a pontuação, mas também o volume de jogo de Robert Day.

Na vitória francana na fase de classificação, 92 X 75 no Pedrocão, Robert Day chutou para apenas 20 pontos, convertendo 15. Foram dois arremessos de 3 pontos com uma conversão (50%), 3 arremessos de 2 pontos com duas conversões (66,67%), além de 8 lances livres convertidos em 8 batidos (100%).

No jogo 1 da série 8as de final, vencido pelo Franca no Sabiazinho, 61 X 68, a história se repetiu. Day chutou para apenas 21 pontos e anotou somente 7. Ele converteu um triplo em 5 arremessados (20%), uma bola de 2 pontos em duas tentadas (50%), e dois lances livres em dois batidos (100%).

A diferença no volume de jogo do Robert Day nas vitórias e derrotas uberlandenses contra o Franca no NBB6 é bem evidente.

Nas vitórias Day chutou em média para 39,5 pontos por jogo, anotando 23,5 pontos por partida. Já nas derrotas ele chutou em média para apenas 20,5 pontos por jogo, anotando somente 11 pontos por partida.

Nos arremessos Day obteve 57,90% de aproveitamento nos triplos (11/19), 50% nas bolas de 2 pontos (4/8) e 100% nos lances livres (6/6) nos triunfos. Nos reveses ele obteve 28,57% de aproveitamento nos triplos (2/7), 60% nas bolas de 2 pontos (3/5) e 100% nos lances livres (10/10).

Dois dias atrás falamos da chave para o sucesso francano na série 8as de final contra o Uberlândia. Mas o time mineiro também conhece seu caminho das pedras, para superar o Franca é preciso fazer o jogo de Robert Day fluir, principalmente na linha de 6m75.

Imagem: LNB
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Manny Quezada bate recorde de assistências em um jogo de playoffs do NBB. A marca pertencia a Facundo Sucatzky e já durava quase 5 anos

Na noite desta segunda, 7 de abril, Manny Quezada, do São José, fez história no NBB!

Quezada, do São José

Na vitória do seu time sobre o Palmeiras, 78 X 77 no 1º jogo da série 8as de final do NBB6, o armador dominicano deu 19 passes pra cestas dos seus companheiros e estabeleceu novo recorde de assistências em uma partida de playoffs do NBB!

A marca anterior perdurava há quase 5 anos e foi alcançada por outro estrangeiro na 1ª partida das semifinais do NBB1 entre Brasília e Minas (27/05/2009).

O argentino Facundo Sucatzky, da equipe de BH, era o recordista até a noite desta segunda com suas 17 assistências na vitória em casa por 91 X 78 contra a equipe candanga. O Território estava lá e comparou a atuação do armador minastenista com o também santafesino Lionel Messi que, no mesmo dia, havia sido campeão da Champions League.

Sucatzky, do Minas

El Diablo Sucatzky, o homem das 666 assistências no NBB, é um dos grandes nomes da história do campeonato! Líder em assistências do NBB1 e NBB2, o argentino foi um dos armadores mais dominantes e espetaculares das 3 primeiras edições do campeonato.

Já Manny Quezada está apenas em seu 1º NBB, mas já impressiona! Em 31 jogos distribuiu 186 assistências, média de 6 por partida, pouco inferior a do argentino que registrou 6,94 nas 3 edições que participou, 666 passes certeiros em 96 jogos.

Contratado com a difícil missão de substituir o ídolo joseense Fúlvio, o dominicano já conquistou seu espaço no coração da fanática torcida do Vale do Paraíba.

Com estilo arrojado e que busca bastante a cesta, Quezada tem o jogo mais agressivo em relação a Sucatzky, um clássico controlador, aquele cara da mudança de ritmo, da organização.

Mas independente das diferenças de jogo e estilo, tanto Mannymal Quezada como Facundo El Diablo Sucatzky escreveram seus nomes na história do NBB!

mannymaleldiablo

Imagens: LNB
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Pinheiros inverte o ditado e com 88,89% de aproveitamento nos jogos fora de casa se transforma no visitante mais incômodo do NBB6

No post anterior vimos a performance dos 17 times do NBB6 como mandantes. E agora chegou a hora de analisá-los sob o prisma inverso, o que eles fizeram até aqui como visitantes.

Neste aspecto ninguém se compara ao Pinheiros na 6ª edição do NBB. O time dirigido por Cláudio Mortari não só possui o melhor aproveitamento nas partidas em que atuou como visitante, 88,89%, como também é a equipe que menos perdeu fora de casa no campeonato, um único revés até aqui fora dos seus domínios.

E não é só isto, juntamente com Flamengo e Limeira, o Pinheiros também é a agremiação que conquistou mais vitórias como visitante nestes 164 jogos do NBB6, são 8 triunfos fora de casa até aqui para cada um destes 3 times.

Macaé x Pinheiros 16 - Foto Tiago Ferreira (2)

Por falar em Flamengo e Limeira, eles aparecem logo na sequência com o segundo melhor aproveitamento como visitante no NBB6, 80% com 8 vitórias e duas derrotas.

Em 4º lugar aparece o Uberlândia com 75% de aproveitamento (6V-2D) e completando o Top 5 dos visitantes está o São José com uma campanha de 7 triunfos e 3 reveses fora do Vale do Paraíba, o que representa 70% de aproveitamento.

Além destes 5, apenas o Paulistano registra até aqui aproveitamento positivo como visitante no NBB6, os comandados do técnico Gustavo De Conti estão com 55,56% de aproveitamento obtidos através de 5 vitórias e 4 derrotas.

O Brasília é o único com campanha de 50% fora dos seus domínios, 5 triunfos e 5 reveses.

Os outros 10 times mais perderam que ganharam como visitantes no NBB6, mas a pior campanha fora de casa até aqui é do Espírito Santo, uma vitória e 10 derrotas, o que representa 9,09% de aproveitamento longe dos seus domínios. Além do pior aproveitamento, o Espírito Santo é a equipe que menos venceu e a que mais perdeu fora de casa no campeonato.

Além dos capixabas, Bauru, Goiânia, Mogi, Palmeiras, Franca, Basquete Cearense, Liga Sorocabana, Macaé e Minas também registram retrospecto negativo como visitantes no NBB6.

Abaixo, a classificação dos visitantes no NBB6.

1º) Pinheiros – 88,89% – 8V-1D
2º) Flamengo e Limeira – 80% – 8V-2D
4º) Uberlândia - 75% – 6V-2D
5º) São José – 70% – 7V-3D
6º) Paulistano - 55,56% – 5V-4D
7º) Brasília - 50% – 5V-5D
8º) Bauru - 37,50% – 3V-5D
9º) Goiânia – 33,33% – 3V-6D
10º) Mogi - 30% – 3V-7D
11º) Palmeiras – 27,27% – 3V-8D
12º) Franca - 25% – 2V-6D
13º) Basquete Cearense 
- 22,22% - 2V-7D
14º) Liga Sorocabana
- 20% - 2V-8D
15º) Macaé
e Minas - 18,18% - 2V-9D
17º) Espírito Santo
- 9,09% - 1V-10D

Imagem: LNB
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Além da liderança do NBB6, Flamengo também detém o melhor retrospecto como mandante no campeonato, 83,33% de aproveitamento em casa

Com 164 partidas já realizadas, pouco mais que 60% do total de jogos da fase de classificação, o NBB6 afunila em direção aos playoffs.

Com muito equilíbrio e um perde e ganha danado, semana após semana ouvimos técnicos e jogadores falando da importância de se vencer os jogos em casa e que as derrotas em seus domínios terão um preço alto lá na frente.

Em função disto fomos analisar a atuação das 17 equipes do NBB6 como mandantes.

O melhor retrospecto nos jogos em casa na 6ª edição do NBB é do Flamengo, líder da competição. Em 12 partidas no Rio o rubro negro venceu 10 e perdeu apenas duas, registrando 83,33% de aproveitamento em seus domínios, é o mandante que mais manda no NBB6!

fla-tijuca-foto-marco_aurelio

Colado no rubro negro carioca está o Paulistano, 2º melhor retrospecto como mandante no NBB6 com 8 vitórias e duas derrotas, o que representa 80% de aproveitamento nos jogos em casa. 

Logo na sequência aparecem Basquete Cearense e Brasília, ambos com 72,72% de aproveitamento (8V-3D).

Fechando o grupo dos 5 melhores mandantes temos o Palmeiras com 66,67% de aproveitamento conquistados através de 6 triunfos e 3 reveses.

11 dos 17 times do NBB possuem retrospecto positivo como mandantes no NBB6; além dos 5 primeiros já citados, soma-se a esta lista Franca, Mogi, São José, Limeira, Macaé e Pinheiros.

O Minas é a única equipe com 50% de aproveitamento em seus domínios. Enquanto Bauru, Uberlândia, Liga SorocabanaEspírito Santo e Goiânia mais perderam que ganharam em casa.

Além do melhor aproveitamento em casa, o Flamengo também é o time que mais venceu em seus domínios neste NBB6, 10 vezes. E, junto com o Paulistano, o rubro negro carioca é a equipe que menos vezes foi derrotada como mandante, apenas duas.

O pior aproveitamento nos jogos em casa no NBB6 é do Goiânia, apenas 18,18% em 11 partidas como mandante. O time do Centro Oeste também é o que mais perdeu jogos em casa, 9, e junto com o Vila Velha é o que menos venceu em seus domínios, apenas duas vezes.

Abaixo, a classificação dos mandantes no NBB6.

1º) Flamengo – 83,33% – 10V-2D
2º) Paulistano – 80% – 8V-2D
3º) Basquete Cearense e Brasília – 72,72% – 8V-3D
5º) Palmeiras – 66,67% – 6V-3D
6º) Franca, Mogi e São José – 60% – 6V-4D
9º) Limeira, Macaé e Pinheiros – 55,56% – 5V-4D
12º) Minas – 50% – 4V-4D
13º) Bauru – 45,46% – 5V-6D
14º) Liga Sorocabana e Uberlândia – 44,44% – 4V-5D
16º) Espírito Santo – 33,33% – 2V-4D
17º) Goiânia – 18,18% – 2V-9D

Imagem: LNB
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Alex Garcia tornou-se o 10º atleta da história a alcançar a marca dos mil rebotes no NBB. E tudo isto com apenas 1m92, feito ainda maior!

10 - Alex -  FotoNa noite desta terça, 28 de janeiro, Alex Garcia tornou-se o 10º jogador a atingir a marca de mil rebotes na história do NBB!

Mas o feito do Brabo é ainda maior se pensarmos justamente na altura do camisa 10 do UniCEUB/BRB/Brasília.

Do alto dos seus 1m92, Alex é o jogador mais baixo a alcançar os mil rebotes no NBB!

E o primeiro fora das posições de garrafão a conseguir a marca, os outros 9 atletas com mais de mil rebotes no NBB são pivôs ou ala pivôs.

Ou seja, parabéns ainda maior para Alex Garcia!

O título de menor jogador com mil rebotes no NBB não deve durar muito já que Larry Taylor (1m85), do Bauru, está a apenas uma sobra de alcançar tal marca.

Mas pelo menos até amanhã (30/01), quando o time bauruense volta à quadra, Alex pode tirar onda de ser o único baixinho na Terra dos Gigantes!

Abaixo, a lista dos outros 9 atletas com mais de mil rebotes no NBB e suas respectivas estaturas, de acordo com as fichas oficiais da Liga Nacional de Basquete.

Jeff Agba (Mogi) – 2m10
Murilo Becker (Bauru) – 2m08
Jefferson William (São José) – 2m07
Drudi (Basquete Cearense) – 2m04
Guilherme Giovannoni (Brasília) – 2m04
Guilherme Teichmann (Limeira) – 2m04
Olivinha (Flamengo) – 2m03
Felipe Ribeiro (Basquete Cearense) – 2m01
Shilton (Flamengo) – 1m98

Imagem: LNB
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24
janeiro / 2014

Desmond Holloway, Robert Day e David Jackson sinalizam que podem alcançar uma marca inédita na história do NBB

Nenhum atleta na história do NBB terminou uma das 5 primeiras edições do campeonato com média de pelo menos 20 pontos e aproveitamento de 50% nas bolas de 2 pontos, 40% nos triplos e 90% nos lances livres.

Mas no NBB6 isto pode mudar.

Com muita água por rolar ainda, pelos menos 3 atletas sinalizam que podem alcançar a histórica marca; David Jackson (Limeira), Desmond Holloway (Paulistano) e Robert Day (Uberlândia).

Na história do NBB, 3 jogadores ficaram bem próximos de terminar uma edição do campeonato com média de pelo menos 20 pontos e aproveitamento de 50% nas bolas de 2 pontos, 40% nos triplos e 90% nos lances livres.

Marcelinho Machado, do Flamengo, foi o cestinha do NBB1 com média de 26,85 pontos por jogo em 39 partidas e aproveitamento de 57,24% nas bolas de 2 pontos, 42,98% nos triplos e 86,67% nos lances livres.

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No NBB2 quem flertou com a marca foi Jay Parker, quando defendia o Assis. Em 23 partidas, o estadunidense registrou média de 19,30 pontos por jogo e aproveitamento de 52,33% nas bolas de 2 pontos, 40,85% nos triplos e 90,81% nos lances livres.

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Já no NBB3 foi a vez de Guilherme Giovannoni, do Brasília, se aproximar do feito. Também em 39 partidas, o camisa 12 da equipe candanga obteve média de 19,44 pontos por jogo e aproveitamento de 57,77% nas bolas de 2 pontos, 37,35% nos triplos e 91,30% nos lances livres.

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Até aqui no NBB6 ninguém tem esses números, mas pelo menos 3 jogadores sinalizam que podem alcançá-los.

Entre eles, David Jackson é o que tem a menor média de pontos, 18,69 por jogo, mas é o único que já registra o aproveitamento necessário nos arremessos, 56,30% nas bolas de 2 pontos, 48,48% nos triplos e 92% nos lances livres, isto em 16 partidas.

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Desmond Holloway e Robert Day estão um pouco mais próximos da média de 20 pontos por jogo, possuem mais de 50% de aproveitamento nas bolas de 2 pontos e 40% nos triplos, mas estão um pouco abaixo dos 90% nos lances livres.

Day, que também atuou 16 vezes, tem média de 19 pontos por partida, 59,46% nas bolas de 2 pontos, 47,90% nos triplos e 88,24% nos lances livres.

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Holloway jogou 15 vezes e possui os mesmos 88,24% de aproveitamento nos lances livres que Robert Day. Mas em relação tanto a Day como a Jackson, sua média de pontos e aproveitamento nas bolas de 2 pontos é superior, 19,34 pontos por partida e 65,60% nos chutes de 2 pontos, e inferior nos triplos, 41,30%.

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E pra você, algum destes 3 atletas ou ainda outro não citado conseguirá fechar o NBB6 com média de pelo menos 20 pontos e aproveitamento de 50% nas bolas de 2 pontos, 40% nos triplos e 90% nos lances livres?

Imagens: LNB
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Quem passou pelo nosso Raio X nesta semana foi o ala armador André Góes, do Basquete Cearense

Nome: André Luiz Bresolin Góes

RAIO X ANDRE GOES 22JAN14

Posição: Ala Armador

Pode jogar: Posições 2 e 3

Idade: 26 anos

Nascimento: 05/03/1987

Naturalidade: Chapecó (SC)

Altura: 1,95 m

Equipe Atual: Sky/Basquete Cearense (CE)

Outras Equipes no NBB: Joinville-SC (NBB1, NBB2 e NBB4) e Pinheiros-SP (NBB3)

Atualmente joga com a camisa: 4

Números no NBB

Total de Jogos: 197

Vitórias: 112

Derrotas: 85

Jogos em Playoffs: 37

Vitórias em Playoffs: 17

Derrotas em Playoffs: 20

Minutos em quadra: 4467 – 22,68 por jogo

Pontos: 1850 – 9,39 por jogo

Rebotes Defensivos: 448 – 2,27 por jogo

Rebotes Ofensivos: 98 – 0,50 por jogo

Total de Rebotes: 546 – 2,77 por jogo

Assistências: 448 – 2,27 por jogo

Recuperações de Bola: 202 - 1,03 por jogo

Tocos: 45 - 0,23 por jogo

Erros: 306 – 1,55 por jogo

Aproveitamento de Arremessos no NBB

Lances Livres: 72,60% (NBB1) – 83,61% (NBB2) – 72,73% (NBB3) – 83,33% (NBB4) - 83,49% (NBB5) - 81,40% (NBB6) - 81,33% no geral

2 Pontos: 44,25% (NBB1) - 47,67% (NBB2) - 45,59% (NBB3) - 41,87% (NBB4) - 49,57% (NBB5) - 58,73% (NBB6) - 46,78% no geral

3 Pontos: 33,33% (NBB1) - 26,72% (NBB2) - 37,10% (NBB3) - 31,86% (NBB4) - 35,46% (NBB5) - 29,69% (NBB6) - 32,09% no geral

Colocações no NBB: 4º colocado no NBB1 (Joinville) – 5º colocado no NBB2 (Joinville) – 3º colocado no NBB3 (Pinheiros) – 7º colocado no NBB4 (Joinville) – 9º colocado no NBB5 (Basquete Cearense) – No dia da publicação deste post ocupa a 10ª colocação do NBB6 (Basquete Cearense)

Imagem Original: LNB
Arte: ON Comunicação Integrada
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Saiba porque Liga Sorocabana, Minas e Uberlândia são os times das viradas até aqui no NBB6

Muito tem-se falado sobre as reviravoltas nos placares dos jogos da 6ª edição do NBB. Então resolvemos investigar mais a fundo esta história.

O primeiro passo foi criar um critério objetivo para definirmos as viradas. Chegamos a 5:

  • Times que perderam o 1º quarto e venceram a partida.
  • Times que perderam os dois primeiros quartos e venceram a partida.
  • Times que perderam os três primeiros quartos e venceram a partida.
  • Equipes que entraram no 3º período atrás no marcador (sem ter perdido os dois primeiros quartos) e saíram com a vitória.
  • Equipes que entraram no 4º período atrás no marcador (sem ter perdido os três primeiros quartos) e saíram com a vitória.

Dentro destes critérios, 46 das 117 partidas do NBB6 terminaram com virada, o que representa 39,32% de todos os jogos realizados até aqui na competição. E 3 times se destacam no quesito reviravolta no placar no NBB6, Liga Sorocabana, Minas e Uberlândia.

Os sorocabanos são os únicos a vencerem um jogo depois de perderem os 3 primeiros quartos do duelo. Já a equipe do Triângulo Mineiro lidera o ranking de viradas em números absolutos, 5, enquanto o time de Belo Horizonte é a equipe com maior percentual de viradas em relação ao número total de vitórias, 80% dos triunfos minastenistas aconteceram dentro de um dos cinco parâmetros estabelecidos para as viradas.

Como falamos acima, em números absolutos o Uberlândia é a equipe com mais viradas até aqui, 5 de suas 8 vitórias aconteceram com alguma reviravolta no marcador, o que representa 62,50% dos triunfos uberlandenses aconteceram de virada. Contra Basquete Cearense e Limeira os uberlandenses perderam o 1º período, mas saíram de quadra vitoriosos. Já contra Minas e Mogi o time do Triângulo Mineiro começou o 3º período em desvantagem no marcador, mas se recuperou na 2ª etapa do confronto e contra o Pinheiros o Uberlândia perdeu o 1º quarto, entrou no 3º período em desvantagem, mas ainda assim venceu o jogo.

Cipolini, do Uberlândia

Na sequência aparecem Minas e São José com 4 viradas, os mineiros em cima de 5 triunfos (80%) e os joseenses em cima de 8 (50%).

Os joseenses bateram a Liga Sorocabana após entrar no 3º quarto em desvantagem, o Paulistano depois de perder o 1º período e também entrar no 3º quarto atrás no marcador, o Minas após entrar no período derradeiro em desvantagem e o Uberlândia depois de perder os dois primeiros quartos e entrar nos dois últimos atrás no marcador. No caso do Minas, uma virada aconteceu após perder o 1º quarto (Basquete Cearense), outra após ser derrotado nos dois primeiros quartos (Goiânia) e em duas oportunidades a virada veio depois do time de Belo Horizonte entrar no 4º período em desvantagem (Macaé e Palmeiras).

Betinho foi o principal cestinha do Minas na temporada, com média de 16,9 pontos por jogo (João Pires/LNB)

Depois aparecem 7 equipes com 3 viradas. O Goiânia em cima de 5 vitórias (60%), Basquete Cearense e Franca em cima de 6 triunfos (50%), Mogi em cima de 7 vitórias (42,86%), Limeira e Paulistano em cima de 10 triunfos (30%) e Pinheiros em cima de 11 vitórias (27,27%).

Contra Franca o Goiânia venceu após ser derrotado no 1º quarto, já contra Uberlândia e Palmeiras a equipe do Centro Oeste triunfou mesmo tendo perdido os dois primeiros períodos. Já o Basquete Cearense venceu o Franca depois de perder o 1º quarto, o Palmeiras após perder os dois primeiros períodos e o São José entrando no 3º quarto em desvantagem após vencer o 1º quarto e ser derrotado no 2º. Enquanto os francanos bateram Liga Sorocabana e Minas depois de perder o 1º quarto, e superaram o Brasília após perder os dois primeiros períodos e entrar no quarto derradeiro em desvantagem.

O Mogi venceu o Espírito Santo depois de ser derrotado no 1º período, o Brasília após perder os dois primeiros quartos e entrar nos 10 minutos finais em desvantagem, e o Bauru após perder o 1º quarto e entrar tanto no 3º como no último período atrás no marcador. Já Limeira bateu o Macaé entrando no 3º quarto em desvantagem, a Liga Sorocabana entrando no 4º período atrás no marcador, e o Mogi perdendo o 1º quarto e entrando nos 10 minutos finais em desvantagem.

O Paulistano bateu o Mogi perdendo os dois primeiros quartos e entrando no último período em desvantagem, o Pinheiros perdendo o 1º quarto e o Uberlândia entrando no período derradeiro atrás no marcador. Já o Pinheiros obteve suas viradas perdendo o primeiro quarto em duas oportunidades (Basquete Cearense e Palmeiras) e entrando no no 3º quarto em desvantagem contra o Minas.

Na sequência temos 5 times com duas viradas. Espírito Santo e Liga Sorocabana em cima de 3 vitórias (66,66%), Bauru em cima de 4 triunfos (50%), Palmeiras em cima de 7 resultados positivos (28,57%) e Flamengo em cima de 11, o que representa que 18,18% dos triunfos rubro negros aconteceram através de viradas dentro dos parâmetros estabelecidos no post. O Espírito Santo superou o Goiânia depois de perder os dois primeiros quartos e chegar aos 10 minutos finais atrás no marcador e bateu o Minas chegando ao 3º período em desvantagem.

Já a Liga Sorocabana tem uma marca ímpar no NBB6, é o único time a vencer uma partida depois de perder os 3 primeiros quartos. O feito foi alcançado no duelo contra o Basquete Cearense quando os sorocabanos perderam as 3 primeiras parciais respectivamente por 21 X 22, 18 X 21 e novamente 21 X 22, mas venceram o último quarto por 32 X 18 e fecharam o jogo com a vitória, 92 X 83. A outra virada sorocabana no NBB6 aconteceu diante do Palmeiras quando a Liga Sorocabana perdeu o 1º quarto e chegou às duas últimas parciais atrás no marcador.

Ned Cox, da Liga Sorocabana

O Bauru venceu o Franca após ser derrotado nos dois primeiros períodos e o Macaé depois de perder o 1º quarto e chegar aos dois últimos períodos atrás no marcador. O Palmeiras bateu o Macaé depois de perder o 1º quarto e o Espírito Santo chegando nos dois últimos períodos atrás no marcador. Enquanto o Flamengo superou o Basquete Cearense depois de perder o 1º quarto e o Macaé chegando nos dois últimos períodos atrás no marcador.

Fechando nossa análise aparecem Brasília e Macaé com uma virada cada, os candangos em cima de 8 vitórias (12,50%) e os macaenses em cima de 5 triunfos (20%). A única virada do time do Distrito Federal aconteceu diante da Liga Sorocabana depois de perder o 1º quarto do jogo. Já o Macaé virou pra cima do Mogi após perder o 1º período e chegar aos dois últimos quartos em desvantagem.

Imagens: LNB
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Saiba o que cada um dos 8 times precisa fazer na última rodada da 2ª fase para chegar às semifinais da LDB 2013

probabilityNeste sábado, 28 de dezembro, acontece a última rodada da 2ª fase da LDB 2013, rodada esta que vai definir os semifinalistas da competição.

As 8 equipes que disputam a 2ª fase entram na última rodada com chances de classificação e nenhuma delas já está matematicamente garantida nas semifinais.

Veja na sequência o que cada um dos 8 times precisa fazer para se garantir entre os 4 melhores da LDB 2013.

No Grupo B a situação atual é a seguinte; o Flamengo lidera com 4 pontos, Pinheiros e Bauru têm 3 e o São José dois.

Possibilidades na Última Rodada

Pinheiros vence o São José e Flamengo vence o Bauru – Flamengo é 1º e Pinheiros 2º.
Flamengo vence o Bauru e São José vence o Pinheiros por até 9 pontos – Flamengo é 1º e Pinheiros 2º.
Flamengo vence o Bauru e São José vence o Pinheiros por 10 ou mais pontos – Flamengo é 1º e São José é 2º.
São José vence o Pinheiros e Bauru vence o Flamengo – Bauru é 1º e Flamengo é 2º.
Pinheiros vence o São José e Bauru vence o Flamengo por até 7 pontos – Pinheiros é 1º e Flamengo é 2º.
Pinheiros vence o São José e Bauru vence o Flamengo por uma diferença entre 8 e 18 pontos – Pinheiros é 1º e Bauru é 2º.
Pinheiros vence o São José e Bauru vence o Flamengo por 19 pontos ou mais – Bauru é 1º e Pinheiros é 2º.

No Grupo C a situação atual é a seguinte; o Brasília lidera com 4 pontos, seguido por Minas e Ginástico com 3 e Basquete Cearense com dois.

Possibilidades na Última Rodada

Brasília vence o Ginástico e Minas vence o Basquete Cearense – Brasília é 1º e Minas é 2º.
Ginástico vence o Brasília e Basquete Cearense vence o Minas – Ginástico é 1º e Brasília é 2º.
Brasília vence o Ginástico e Basquete Cearense vence o Minas por até 24 pontos – Brasília é 1º e Minas é 2º.
Brasília vence o Ginástico e Basquete Cearense vence o Minas por 25 pontos ou mais – Brasília é 1º e Basquete Cearense é 2º.
Minas vence o Basquete Cearense e Ginástico vence o Brasília por até 13 pontos – Minas é 1º e Brasília é 2º.
Minas vence o Basquete Cearense e Ginástico vence o Brasília por uma diferença entre 14 e 53 pontos - Minas é 1º e Ginástico é 2º.
Minas vence o Basquete Cearense e Ginástico vence o Brasília por 54 pontos ou mais – Ginástico é 1º e Minas é 2º.

Imagem: Instituto Ludwig Von Mises
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8 times disputam a 2ª fase da LDB 2013. Saiba o que estas equipes fizeram nos confrontos diretos até aqui na competição!

No dia 26 de dezembro começa a 2ª fase da LDB 2013.

8 times seguem na luta pelo título da competição; Flamengo, Minas, Basquete Cearense, Pinheiros, Brasília, São José, Ginástico e Bauru.

No parágrafo acima, as equipes estão dispostas de acordo com a classificação da 1ª fase, mas se isolarmos apenas os duelos envolvendo os 8 times classificados para os quadrangulares de quartas de final vemos algumas alterações.

LDB -  Equipes fase final

O Minas, 2º colocado da fase de classificação, é o dono da melhor campanha somente nas partidas entre os times classificados. Dos 9 confrontos contra os outros 7 classificados, os minastenistas venceram 7 e perderam apenas dois, o que resulta em um aproveitamento de 77,78%. O Minas venceu seu histórico rival de BH, o Ginástico, duas vezes, 76 X 61 em São Sebastião do Paraíso e 80 X 59 na capital mineira. O mesmo aconteceu contra o Bauru, triunfos em Paraíso e BH respectivamente por 59 X 53 e 71 X 51. O Minas ainda venceu o Basquete Cearense em Brasília por 81 X 54, o São José e o Pinheiros no Rio de Janeiro, 81 X 52 e 85 X 81. A equipe azul e branca de BH só foi derrotada pelo Brasília na Capital Federal, 69 X 57, e pelo Flamengo no Rio, 70 X 62.

Logo depois aparecem Basquete Cearense e Flamengo com 72,73% de aproveitamento, 8 vitórias e 3 derrotas em 11 jogos contra os outros 7 classificados. O time nordestino leva vantagem no confronto direto contra o rubro negro carioca já que venceu um dos confrontos diretos por 80 X 69 (Recife) e perdeu o outro por 69 X 63 (São Sebastião do Paraíso). O Basquete Cearense também enfrentou duas vezes outros 3 times classificados para a 2ª fase da LDB 2013, Pinheiros, Brasília e São José, e venceu os dois confrontos contra estas 3 equipes. 69 X 67 e 69 X 66 contra o Pinheiros em São Sebastião do Paraíso e Recife; 76 X 68 e 75 X 68 contra o São José, também em Paraíso e Recife; além de 76 X 60 e 58 X 46 contra o Brasília, o 1º jogo em Paraíso e o 2º em Fortaleza. Contra as equipes do outro subgrupo, os cearenses venceram o Ginástico, 86 X 71 em Brasília, perderam para o Bauru, 92 X 83 em Bauru, e por 81 X 54 para o Minas na Capital Federal.

Já o Flamengo, além das partidas já citadas contra o Basquete Cearense e o Minas, venceu o Pinheiros por 70 X 54 em São Sebastião do Paraíso e perdeu para o mesmo Pinheiros em São Paulo, 64 X 59. O mesmo aconteceu nos duelos contra o São José, triunfo em Paraíso, 73 x 66, e revés em São Paulo, 68 X 61. O único adversário classificado que o rubro negro carioca enfrentou duas vezes e venceu as duas foi o Brasília, 63 X 35 em Paraíso e 63 x 50 em Recife. O Flamengo ainda superou o Bauru por 78 X 57 em São José dos Campos e o Ginástico por 80 X 69 no Rio de Janeiro.

Na sequência aparecem Pinheiros e Brasília com 5 vitórias e 6 derrotas, 45,46% de aproveitamento. A equipe paulista leva vantagem no confronto direto já que venceu os dois jogos contra o Brasília, 69 X 61 em São Sebastião do Paraíso e 67 X 52 em Recife. O Pinheiros também venceu o São José em Paraíso por 69 X 60 e perdeu para o mesmo adversário em São Paulo, 75 X 72. Além de vencer o Ginástico por 75 x 70 no Rio de Janeiro e perder para o Bauru em São José dos Campos, 67 X 58.

Já o Brasília venceu os joseenses duas vezes, 76 X 47 em Paraíso e 70 X 64 em Recife. A equipe candanga ainda bateu o Ginástico na Capital Federal, 74 X 68, e o Bauru em Bauru, 78 X 75.

No recorte dos confrontos apenas entre as equipes classificadas, o 6º colocado é o Bauru com 33,33% de aproveitamento, 3 vitórias e 6 derrotas em 9 partidas. Os bauruenses ficaram em 8º lugar na classificação geral da 1ª fase, mas só nos jogos contra times classificados obtiveram aproveitamento melhor que o São José e o Ginástico. Além dos jogos já citados, o Bauru perdeu para o São José em São José dos Campos, 75 X 61, e para o Ginástico em BH, 75 X 38. Mas venceu o alvinegro mineiro em São Sebastião do Paraíso, 74 X 70.

Fechando a LDB dos oito aparecem São José com 27,27% de aproveitamento (3V8D) e Ginástico com 22,22% (2V7D). No confronto entre eles, o único ainda não especificado no post, deu Ginástico, 91 X 90 no Rio de Janeiro.

Mas estes resultados não passam de histórico. A partir do próximo dia 26 começa tudo do zero e qualquer um dos 8 times pode sair do Rio de Janeiro com o troféu de campeão da LDB 2013. Em quem você aposta?

Imagem: On Comunicação Integrada
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