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NBB

Quase pronto

16-02-2012 | 05:04
Por Liga Nacional de Basquete

Recuperado após retirada de um tumor, Teichmann volta a treinar no Flamengo e projeta retorno as partidas oficiais dentro de um mês

Teichmann, do Flamengo

Alexandre Vidal/Fla Imagem

O período mais difícil da carreira de Guilherme Teichmann já ficou para trás. O ala/pivô estava afastado desde o dia 30 de novembro dos treinamentos da equipe do Flamengo, após ser diagnosticado com um tumor testicular, e passou por uma cirurgia. Pouco mais de dois meses depois, o camisa 11 rubro-negro está de volta aos treinamentos na Gávea.

Recuperado, Teichmann projeta seu retorno às partidas oficiais dentro de um mês. Segundo ele, não heverá nenhum tipo de restrição dentro de quadra. O único cuidado especial que o ala/pivô terá de ter é fazer um acompanhamento junto a equipe médica pelo próximos dois anos para monitoração.

“Acho que preciso de algo em torno de um mês para estar jogando com uma boa qualidade técnica e física”. Disse o ala/pivô. “Os exames que fiz deram que estou curado, mas existe possibilidade de ter células microscópicas que não conseguem ser detectadas, por isso farei um acompanhamento mais próximo”, completou.

Para o jogador, o mais difícil nesse tempo longe das quadra foi a mudança na rotina. Sem poder jogar e treinar, ele procurou se dedicar a outras atividades.

“Nesse período foquei em outras coisas. Estudei um pouco e tentei me ocupar de outras formas. Foi um período muito difícil por não poder jogar. O campeonato em andamento e eu só podia assistir”, disse o camisa 11.

No período da descoberta do tumor, Teichmann recebeu muitas mensagens de apoio de amigos e fãs. Umas das mais marcantes foi da equipe do Winner/Limeira, ex-clube do ala/pivô, que chegou a entrar em algumas partidas do NBB com uma faixa de apoio ao jogador.

“Na minha passagem por lá, tive a felicidade de fazer amigos para o resto da vida. Recebi ligações, mensagens… É uma equipe e uma torcida que tem muito carinho por mim e eu também tenho por eles”, declarou.

 

Força Teichmann

Edielson Teixeira/Divulgação