Feed RSS
15
abril / 2014

Todas as vezes que o Bauru disputou as oitavas de final do NBB venceu a série. E mais, venceu por três jogos a zero.

Na noite desta segunda, 14 de abril, o Bauru venceu o Basquete Cearense em Fortaleza, 78 X 79, e fechou a série 8as de final do NBB6 em 3-0, convertendo-se no 1º time a classificado às 4as de final via 8as. Aliás, os bauruenses nunca ficaram de fora das 4as de final do NBB, nas 6 edições do campeonato estavam lá entre os 8 melhores!

Larry, do Bauru

E 3-0 nas 8as de final não é nenhuma novidade para o time bauruense.

Em todas as vezes que o Bauru jogou essa fase do NBB venceu, e venceu por 3-0.

As 8as de final foram instituídas no NBB a partir da 2ª edição do campeonato, no NBB1 os playoffs já começavam nas 4as.

E desde então, sempre que o Dragão da Cidade Sem Limites disputou essa fase venceu por 3-0.

Essa história começou no NBB2, contra o Assis. O Bauru fez 3-0 vencendo por 70 X 77 fora e por 90 X 68 e 86 X 81 em casa.

No NBB3 o adversário bauruense nas 8as foi o Paulistano; 3-0 com 62 X 86 na capital e 90 X 69 e 92 X 66 no interior.

No NBB4 a vítima bauruense nas 8as foi a Liga Sorocabana; 3-0 com 76 X 82 em Sorocaba e 83 X 71 e 84 X 74 em Bauru.

No NBB5 os comandados do técnico Guerrinha terminaram a fase de classificação em 4º lugar, se classificaram diretamente para as 4as de final e não disputaram as 8as.

No NBB6, de volta às 8as, o Bauru enfrentou o Basquete Cearense já no novo formato dos playoffs (2-2-1, antes era 1-2-1-1). E obteve nova vitória na série por 3-0 com triunfos em casa por 79 X 56 e 97 X 78, além da vitória de ontem, em Fortaleza, por 78 X 79.

É o Bauru 100% 3-0 nas 8as de final do NBB!

Imagem: LNB
Nenhum comentário para essa publicação: Ver comentários

Jogadores usam acessórios em quadra para agregar estilo ao jogo; conheça, também, os recordes da UCONN ao vencer a NCAA

Por Roberta Rodrigues

Stamp Feminino botton LUm jogador de basquete precisa mostrar seu estilo em jogo. Seja tática ou esteticamente, marcar presença sempre é uma maneira de se destacar, e alguns jogadores têm o seu jeito especial de fazer isso.

Acessórios bem conhecidos dos basqueteiros, a faixa na cabeça, a munhequeira e a sleeve – uma proteção utilizada no braço – têm espaço garantido nas quadras do mundo inteiro, inclusive do NBB.

O Jefferson William, jogador do São José, é um desses que não larga sua faixa na cabeça para entrar em jogos. O costume de vestir o acessório já segue há tanto tempo que o ala pivô nem se vê mais entrando em uma partida sem ele, e se esquece em algum lugar arranja alguma maneira de consegui-la.

Jefferson, do São José, não joga uma partida sem sua faixa na cabeça

Jefferson, do São José, não joga uma partida sem sua faixa na cabeça

“Eu já esqueci uma vez em casa, quando tínhamos jogo aqui em São José, e pedi para a minha esposa busca-la em casa. Outra vez eu esqueci no hotel e pedi para alguém ir pegar de táxi para mim”, conta o líder do time paulista. “Parece que falta uma parte do meu corpo quando não estou com a faixa. Eu preciso estar com ela, é uma tradição. Me dá sorte. Então, eu tenho que entrar com ela, senão parece que fico mais fraco”.

Um dos artigos mais antigo utilizados por atletas do esporte da bola laranja é a munhequeira. Muito conhecida no meio musical do rock, os bateristas se tornaram adeptos ao acessório pois essa seria uma maneira mais fácil de tirar o suor do rosto durante as apresentações. Bastava coloca-la nos pulsos, e não seria necessário largar as baquetas, nem deixar as mãos molhadas durante os shows.

A moda também entrou nas quadras de basquete, e diversos jogadores a utilizam de diversas maneiras. Seja mais embaixo, logo acima de mão, ou mais para cima, no antebraço, muito mais do que facilitar o modo de limpar o rosto, o anexo se tornou algo que dá estilo e deixa uma marca. Como não pensar em Larry Taylor, o alienígena do Bauru, e Caio Torres, do São José, sempre com suas munhequeiras nas partidas?

Jhonathan, do Franca, é adepto das sleeves

Jhonathan, do Franca, é adepto das sleeves

As sleeves, por outro lado, tem um objetivo mais voltado para o desenvolvimento do atleta. Em português, significa “manga”, como de uma camisa, e veste nos braços dos atletas para aquecer os músculos. Também serve para impedir que o suor desça para as mãos e algumas até vem acolchoadas e ajudam nos choques em quadra como proteção.

Para quem está em quadra, os benefícios dos acessórios são muito. Quem está de fora, pode não conhecer sua utilidade, mas admira pelo estilo. E foi assim que Jefferson começou a utilizar sua faixa. “É questão de estilo mesmo. Eu comecei a usar quando era mais novo, de assistir jogadores da NBA. Sempre tive o sonho de jogar lá e acabei usando por estilo e por achar legal, uma questão de estética mesmo”, afirma o ala pivô, que hoje, assim como admirava seus ídolos, é motivo de animação para os torcedores. “As crianças adoram, isso faz a alegria do pessoal durante os eventos. Depois de todo jogo eu distribuo a minha faixa, principalmente para as crianças. Eu gosto disso, deixa as pessoas felizes”.

Desmond Holloway, do Paulistano, pensa bastante em sua aparência antes de entrar em quadra

Desmond Holloway, do Paulistano, pensa bastante em sua aparência antes de entrar em quadra

Desmond Holloway, do Paulistano, também preza pela sua aparência em quadra. Na atual temporada, o norte-americano usou uma faixa na cabeça pela primeira vez. “Foi a primeira vez que eu usei. Gostei, é confortável e deixa o meu rosto seco”, conta o ala. “Para mim, usar esses acessórios tem a ver com ficar bem na fita. Eu sempre digo que você joga da mesma maneira que a sua aparência na quadra. Me preparar para um jogo sabendo que estou bem me faz jogar melhor”

E você? Também joga? Conte para nós o que gosta de usar durante as partidas!

—————————————————————————————————————————–

Mais do que um título

University of Connecticut posa para foto após conquistar o campeonato da NCAA (Don McPeak - USA Today Sports)

University of Connecticut posa para foto após conquistar o campeonato da NCAA (Don McPeak – USA Today Sports)

Nesta semana aconteceram as finais da NCAA. Tanto no basquete masculino quanto no feminino, só uma faculdade se sagrou a grande campeã do torneio universitário norte-americano, a University of Connecticut. A dobradinha tem uma significado muito importante, principalmente para as garotas. Quer saber o por quê? Ou melhor, os por quês?

- A única universidade que venceu tanto o NCAA de basquete masculino quanto feminino na mesma temporada foi a University of Connecticut. Não obstante, isso aconteceu duas vezes, sendo a primeira há exatos dez anos, em 2004;

- Os times de basquete da UCONN nunca perderam uma final da qual participaram: são nove títulos com o feminino e quatro com o masculino

Geno Auriemma, técnico do time feminino da UCONN e da seleção norte-americana de basquete

Geno Auriemma, nove vezes campeão da NCAA, técnico do time feminino da UCONN e da seleção norte-americana de basquete (Don McPeak – USA Sports Today)

- Geno Auriemma, técnico do basquete feminino de Connecticut, se tornou o treinador com mais títulos do universitário na categoria das mulheres, ultrapassando Pat Summit, ex comandante da University of Tennessee. No geral, está atrás apenas de John Wooden, que conquistou dez vezes a NCAA com a UCLA;

- Assim como John Wooden, Auriemma está invicto em finais de NCAA. O ex técnico dos californianos ganhou todas as dez decisões das quais participou. Geno atingiu o feito nove vezes;

- Connecticut (feminino) venceu a NCAA de maneira invicta, com campanha de 40 vitórias e nenhuma derrota. Isso aconteceu apenas oito vezes na história da competição feminina, e 50% (quatro) foram pela UCONN;

- Breanna Stewart, a principal jogadora das Huskies, está em seu segundo ano da faculdade. Ano passado, quando ainda era uma freshman (ou novata), conquistou um título com a UCONN. Neste ano, fez o mesmo. Ou seja, dois anos, dois títulos;

- O adversário de Connecticut na final feminina foi Notre Dame, que nas últimas quatro temporadas esteve em três finais. Porém, não venceu nenhuma dessas decisões.

1 comentário para essa publicação: Ver comentários

Rúben Magnano viaja aos Estados Unidos, para conversar com os brasileiros que jogam na NBA sobre o Mundial da Espanha

O técnico da Seleção brasileira, Rúben Magnano, fará neste mês uma viagem aos Estados Unidos para se encontrar com os cinco brasileiros que jogam na NBA.
 10259385_447651125368266_1986423688_n
Magnano fará a excursão em conjunto com Vanderlei Mazzuchini, diretor técnico da CBB (Confederação Brasileira de Basketball), com o intuito de conversar com os atletas brasileiros da NBA sobre a Copa do Mundo da Espanha. O comandante do esquadrão brasileiro quer saber se os atletas brasileiros têm vontade e condições físicas para defender a Seleção no Mundial, lembrando que a base do selecionado nacional nas últimas competições foi sempre formada por atletas do NBB. 

A primeira parada de Magnano será nesta sexta-feira (11), no Arizona, quando o Phoenix Suns, do Leandrinho Barbosa, enfrenta o San Antonio Spurs, do pivô Tiago Splitter. Depois o comandante brasileiro vai até Cleveland, para conversar com Anderson Varejão. As últimas paradas de Magnano e Mazzuchini serão em Boston e Washington, para conversar com os pivôs Vitor Faverani e Nenê Hilario.
 
Esta visita será essencial para para que não ocorram novamente os cortes dos jogadores da NBA após a convocação. A maior preocupação são as lesões e o excessivo desgaste causado pela temporada da NBA já que, dos cinco jogadores, só Splitter e Varejão estão jogando com mais frequência, apesar de perderem alguns jogos na temporada por conta de lesão. Ao contrário do que acontece com Nenê, Leandrinho e Favarani que já estão há algum tempo fora de combate.

O grupo do Brasil no Campeonato Mundial é formado pela anfitriã Espanha, França, Irã, Sérvia e Egito. A Seleção Brasileira estreia dia 30 de agosto em duelo contra os franceses, atuais campeões europeus, na cidade de Granada.

 

2 comentários para essa publicação: Ver comentários

Um museu brasileiro inteiramente dedicado ao basquete? Só podia ser em Franca! Saiba mais sobre o projeto.

Que Franca é a capital brasileira do basquete, disso todo mundo sabe.

A cidade leva a bola laranja em sua bandeira, sem falar nas mais de 5 décadas ininterruptas de basquete profissional.

E como toda grande capital possui o seu grande museu, com Franca não poderia ser diferente.

No próximo dia 23 será lançado oficialmente na Câmara Municipal de Franca o projeto do Instituto Memória do Basquete, que criará o museu da modalidade na cidade.

O ex jogador e técnico Chuí, lenda do basquete francano, encabeça o projeto juntamente com o advogado André Melo.

O memorial que contará a história não só do basquete de Franca, mas do Brasil de uma forma geral, funcionará no tradicional Clube dos Bagres que, além de receber o museu do Instituto Memória, também terá sua quadra reformada e poderá até receber alguns jogos do Franca na próxima edição do NBB.

Para saber mais sobre o projeto do Instituto Memória do Basquete? Então confira a reportagem de Lucas Bretas para o Jornal EPTV!

Vídeo: Globo
1 comentário para essa publicação: Ver comentários

Projeto Núcleo Viking de Basquete promove o basquete para todas as idades em Curitiba, com o diferencial de treinos para surdos

O projeto Núcleo Viking de Basquete é uma porte de entrada para o basquete no Sul do Brasil. Localizado em Curitiba, capital do Paraná, a iniciativa recebe crianças, adolescentes e adultos para a prática do esporte da bola laranja.

 Para os pequenos, o projeto NVB ajuda no desenvolvimento tanto de habilidades dentro da quadra como no crescimento pessoal. A casa de Terezinha Baiak Veiga, mãe de dois participantes da escolinha, é um exemplo disso. “Meus filhos mudaram muito. O mais novo era muito agitado e a minha filha era o oposto, tímida demais. Depois que eles encontraram o basquete mudaram muito o comportamento e a forma de ser, até na escola”, conta a mãe.

O grande diferencial do projeto Novo Viking de Basquete é a participação especial de atletas surdos. A associação aceita crianças e adultos com deficiência na audição a fim de promover treinos e jogos. Para se adaptar a esses jogadores, o NVB colocou luzes de LED nas tabelas, que mudam as cores em diferentes situações do jogo.

“É um sonho concretizado. A partir do momento que eu comecei a trabalhar com o pessoal surdo, vi o potencial que o Brasil, no caso, Curitiba tem”, afirma Adair Rocha, técnico dos adultos do NVB. “Estamos construindo algo para o futuro, um centro de treinamento tanto para os adultos quanto para crianças”.

O Núcleo Vicking de Basquete tem duas sedes: a Associação Vicking, dos funcionários da Volvo, e a Escola Municipal Professor Ulisses Falcao Vieira. Durante a semana, o projeto abre as portas para a comunidade da instituição de ensino.

Para participar das atividades do NVB, basta procurar o professor Adair na Associação Vicking, às terças e quintas-feiras (08h às 10h) e na Escola Municipal, às segundas, quartas e quintas-feiras (a partir das 17h30).

Conheça um pouco mais sobre o projeto Núcleo Viking Brasil no vídeo abaixo.

1 comentário para essa publicação: Ver comentários