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Depois de ficar bem próximo da Final no NBB6, São José volta para a nova temporada com apenas três jogadores daquele elenco

 

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Foi por pouco. O São José, depois de passar por duas mudanças de técnico no NBB6 e perder seu armador principal, Fúlvio, passou por todas as dificuldades e chegou à semifinal do NBB, contra o Paulistano. Com cinco jogos, sendo dois deles no lotado Lineu de Moura, onde os torcedores não perdoam o adversário, a Águia do Vale acabou derrotada diante do vice-campeão do campeonato.

A maior dificuldade do São José no NBB6 foi a troca de comandantes durante a temporada. O time começou com Edvar Simões na liderança, que depois foi substituído por seu assistente Marcos Lima. Dois jogos em seguida a equipe anunciou a contratação do técnico da Seleção Feminina de Basquete, Luiz Augusto Zanon.

Apesar de ter que lidar com as trocas, a equipe soube virar o jogo e da décima colocação subiu para a sexta, onde terminou a fase de classificação. Na primeira fase dos playoffs e eliminou o Palmeiras, também em cinco jogos, em uma série na qual os times de casa venceram todos os duelos.

Comemoração do São José

São José comemora a vitória sobre o Brasília, garantindo presença na semifinal do NBB6

Em seguida, o São José eliminou, novamente, o Brasília. Foram três vitórias seguidas nas quartas de final, que classificou o time para a semifinal. Contra o Paulistano, também dificultou para a o time da capital paulista, mas não conseguiu superar o elenco comandado pelo técnico Gustavo de Conti.

No NBB6, alguns dos jogadores que mais se destacaram no campeonato eram parte do elenco joseense. O ala/pivô Jefferson William, que ganhou um dos prêmios de melhor pivô da temporada, teve grande visibilidade com seus inúmeros arremessos de três pontos que salvavam a equipe – dois deles, inclusive, entraram para o TOP 5 semanal.

O dominicano Manny Quezada foi outro nome que fez os olhos dos torcedores saltarem. O armador anotou o recorde de 50 pontos em uma única partida de playoffs. O feito aconteceu na segunda partida das quartas de final contra o Brasília.

O pivô Caio Torres também foi outro nome de extrema importância para o São José. Sua força e eficiência no garrafão dominaram os adversários. Outro jogador que foi um dos responsáveis pelo sucesso do time na temporada foi o norte-americano André Laws. Como nem tudo são flores, o elenco acabou sofrendo uma grande perda na armação, com Fúlvio de fora durante toda a trajetória. A esperança era de retorno do jogador para o NBB7.

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Mas muitas mudanças aconteceram e, da última edição, apenas Caio Torres, André Laws, Gustavo Basílio e Dedé Stefanelli permaneceram no time. Fúlvio foi contratado pelo Brasília, Jefferson William está com o Bauru e Manny Quezada precisou voltar aos Estados Unidos devido a um problema de saúde na família. Ed Nelson também se despediu das quadras do NBB, além dos jovens Gabriel, Chandler, Vitinho, os 3 jovens foram para o Sport, enquanto o ala Alex Oliveira assinou com o Minas.

Para preencher as lacunas, o técnico Luiz Augusto Zanon tratou de fazer um grande número de contratações. O armador Valtinho chegou à equipe do Vale do Paraíba a fim de suprir a ausência de Fúlvio. O experiente jogador, que vestiu a camisa do Uberlândia no NBB6, quando entrou para um restrito rol de jogadores do NBB: o dos que já marcaram triplos-duplos na história do campeonato.

No NBB6, Valtinho foi o primeiro a anotar dígitos duplos em três fundamentos durante uma única partida (na derrota contra o Pinheiros por 77 a 76, com 13 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Ele foi apenas o quinto na história do maior campeonato de basquete do país, além de Fernando Penna e Larry Taylor – este, responsável por três dos registros de triplos-duplos na competição.

O São José ainda conta com outro elemento novo em seu elenco, o experiente pivô Drudi, que jogou as duas últimas temporadas no Basquete Cearense. O jogador teve média de 8,09 pontos por partida. Seu companheiro de garrafão na equipe do interior de São Paulo também é recém-contratado. Rafael Mineiro, que jogou a final da última temporada com o Paulistano e agora faz parte do elenco joseense.

O ala armador Betinho, que anotou expressivos 13,63 pontos por jogo com o Minas no NBB6 também integra o esquadrão do técnico Luiz Augusto Zanon, assim como o ala Jimmy Braxter, que atuou pelo Brasília na Liga das Américas de 2014, o ala pivô Renan Lenz, vindo do basquete universitário dos Estados Unidos e o armador Rafinha, ex-Goiânia.

Com o novo elenco, ainda sob o comando do técnico Luiz Augusto Zanon, o São José tem, mais uma vez, boas chances de figurar entre os primeiros lugares do maior campeonato de basquete do Brasil. E a jornada rumo ao ponto mais alto começa contra o Minas Tênis Clube no dia 04 de novembro, às 20 horas, no Ginásio Lineu de Moura (SP).

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Fotos: LNB

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A temporada está prestes a começar e não são só os jogadores que se preparam; confira o que os torcedores esperam para o NBB7!

Torcida do Bauru

Faltam dois dias para a nova temporada do NBB começar. Está tão perto, que parece que vai demorar mais ainda para chegar, não é mesmo? Os times já estão reunidos para os treinos e a preparação final para seus primeiros jogos dessa sétima edição do maior campeonato de basquete do país. Mas não é só de jogadores e técnicos que a competição é feita.

Uma das maiores forças do NBB são os super torcedores que estão sempre apoiando os seus times, não importa a situação em que estejam. Algumas torcidas são clássicas, como as de Franca, Bauru, Flamengo e Palmeiras, mas todos os times têm seus apoiadores que não arredam o pé do desafio.

O Território LNB teve a oportunidade de conversar com torcedores de todos os clubes do NBB e mostra para você qual a expectativa de cada um deles para o seu respectivo time. A fim de sermos democráticos, os times serão apresentados em ordem alfabética, com exceção para as equipes que tiveram mulheres como representantes e que terão um espaço especial na sexta-feira no Território Feminino, não perca!

Basquete Cearense
Torcedores: Marcelo Tito e Rogério Almeida – Torcida Fúria Cearense

Bandeirão da Torcida Fúria Cearense (Foto: Facebook do Marcelo Tito)

Bandeirão da Torcida Fúria Cearense (Foto: Facebook do Marcelo Tito)

“Nós da Torcida Fúria estamos muito ansiosos para a temporada 2014/2015. Não estamos tão confiantes como no inicio do NBB6, isso porque de lá para cá a base do time se desfez praticamente toda e grandes nomes da equipe saíram. Em contrapartida, temos um time jovem, com sangue novo . Esperamos que nessa temporada o Basquete Cearense consiga se manter mais um ano na primeira divisão ou, quem sabe, chegar até as quartas de final.”

“Se o time chegará longe ou não na competição, é certo de que a Torcida Fúria Cearense estará sempre ao seu lado, nos bons e maus momentos.”

Bauru
Torcedor: Rafael Souza – Sócio-torcedor do Bauru Basket

Rafael exibe sua credencial de sócio-torcedor no Bauru (Foto: Facebook do Rafael Souza)

Rafael exibe sua credencial de sócio-torcedor no Bauru (Foto: Facebook do Rafael Souza)

“Tudo começou quando o ainda ITABOM/Bauru Basket se classificou heroicamente para Liga das Américas. Até esse momento eu nunca havia ido a um jogo de basquete. Foi após um convite de um amigo que descobri toda a emoção e paixão existentes no esporte da bola laranja.”

“A atual temporada, mais do que nunca, faz os bauruenses lembrarem o Tilibra Copimax (time de Bauru campeão brasileiro de 2002, que contava com Maury, Vanderlei, o na época jovem Leandrinho Barbosa entre outros), pois contamos com muitos jogadores de seleção.”

“Hoje sou sócio torcedor e vou a todos os jogos do Bauru. Nossa esperança é de título no campeonato paulista (competição que estamos na final contra a forte equipe de limeira), na Liga Sul Americana, que já nos classificamos para a segunda fase, e no NBB – #vaibauru!”

Brasília
Torcedor: Peter Boylan – Brasília no Brasil… e na Irlanda!

Peter Boylan e sua namorada prontos para mais um jogo do Brasília (Foto: Facebook da Romannessa Sanches)

Peter Boylan e sua namorada prontos para mais um jogo do Brasília (Foto: Facebook da Romannessa Sanches)

“Sou um grande fã do Brasília há três anos. Como moro na Irlanda, acompanho a temporada do time principalmente pelo Twitter do NBB e do Brasília. Eles me dão todas a informações quando os jogos não são transmitidos na televisão. Quando as partidas passam na televisão eu assisto o NBB pela internet no SporTV e no Fox Sports torneios sul-americanos.”

“Acredito que essa temporada será um pouco difícil para o Brasília, uma vez que o time passa por uma fase de transição. O fato de termos perdido alguns jogadores importantes como o Nezinho e, principalmente, o capitão Alex, são grandes desfalques para o time e eu sinto que vai levar um tempo para que o time entre em sintonia e seja a força principal de novo.”

“Acredito que chegaremos aos playoffs, mas se estivermos presentes na semifinal seria ótimo!”

 

Flamengo
Torcedor: José Carlos Ferreira

José Carlos na HSBC Arena para a decisão da Copa Intercontinental entre Flamengo e Maccabi Tel-Aviv (Foto: Facebook do José Carlos Ferreira)

José Carlos na HSBC Arena para a decisão da Copa Intercontinental entre Flamengo e Maccabi Tel-Aviv (Foto: Facebook do José Carlos Ferreira)

“A expectativa pra essa temporada é a melhor possível, principalmente no que diz respeito ao NBB e a Liga das Américas. Sem falsa modéstia, acho que o Flamengo entra como favorito disparado nas duas competições por ter ganhado o Mundial contra uma forte equipe, feito uma pré-temporada contra adversários de alto nível e mantido a base do elenco, mas tem que provar isso em quadra, pois equipes como Bauru e Mogi são ameaças reais a esse favoritismo.”

“Comecei a acompanhar o basquete do Flamengo em 97, influenciado por amigos de escola. Desde então vi todas as fases do clube no esporte da bola laranja, e listo as épocas que mais me marcaram como torcedor, como o time campeão carioca em 98 com Pipoka, Askia Jones, Warren, Ratto e Caio (primeira final que assisti no ginásio); a era Oscar Schimidt (eu estava no Maracananzinho no dia em que ele chegou a marca dos 43 mil pontos contra o Fluminense); o time limitado de 2005 que ganhou do fortíssimo Telemar na final do carioca; o início da Era Marcelinho com seus inúmeros títulos, e o time atual que me proporcionou as maiores emoções que já tive assistindo o Flamengo seja num estádio ou num ginásio, com o título da Liga das Américas e do Mundial Interclubes.”

Franca
Torcedor: Rodrigo Nascimento

No canto inferior direito, lá está Rodrigo, dessa vez mais calmo, torcendo para o Franca no Pedrocão (Foto: Facebook do Rodrigo Nascimento)

No canto inferior direito, lá está Rodrigo, dessa vez mais calmo, torcendo para o Franca no Pedrocão (Foto: Facebook do Rodrigo Nascimento)

“Para a terceira temporada da “Era Lula”, nós, francanos, chegamos ao NBB de número sete esperançosos de que, em 2014/2015, a equipe de Franca possa, finalmente, retornar aos torneios internacionais. Vejo a classificação entre os quatro primeiros do nacional, que garante uma vaga na Liga Sul-Americana, como uma meta alcançável pelo clube e algo que auxiliaria na manutenção do desenvolvimento do trabalho de evolução do projeto implantado por Lula Ferreira há dois anos.”

“A dupla aguerrida de pivôs recém-contratadas (Léo e André Coimbra), juntamente com a importação de Marcos Mata – um dos maiores reforços dos últimos tempos para o basquete da cidade -, deve devolver a Franca sua principal característica, de origem histórica: a forte defesa. Figueroa, especialista em marcação, e Léo Meindl, que também não deixa a desejar no quesito, compõem o elenco que, para mim, tem um dos maiores potenciais defensivos do Brasil, o que contribuirá e pode ser o diferencial para a conquista de uma vaga no G4.”

“Acredito que Franca tem plenas condições de fazer um campeonato à altura de sua tradição, competindo com grandes adversários e corroborando para o espetáculo do NBB, que na próxima temporada promete ter a melhor de suas temporadas. Se a colocação no G4 não for alcançada, tenho certeza de que a torcida francana não se decepcionará, haja vista que, ao menos, a equipe de Lula Ferreira deve demonstrar garra, determinação e respeito à camisa, assim como fez durante todo o último Campeonato Paulista.”

Sentiu falta do seu nome representando o seu time aqui? Calma! Ainda há chance de você nos falar o quanto você ama a equipe que escolheu para torcer no NBB. Comente os motivos para você ser o maior torcedor do NBB.

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Dando sequência às nossas listas por posição, chegou a vez de selecionarmos 7 dos principais alas-pivôs do NBB7!

No 9º Top7 do NBB7 daremos continuidade às listas por posições.

Hoje apresentaremos jogadores da posição 4. Em mais uma seleção variada, temos tanto atletas que gostam de abrir a quadra jogando bem abertos como jogadores que atuam lá dentro da área pintada, quase como pivôs clássicos mesmo.

Vamos ao Top7 dos Alas-Pivôs do NBB7!

NBB7 - TOP7 alas-pivôs

Daniel Alemão (Mogi)

Daniel Alemão, do Mogi, e Thiaguinho, da Liga SorocabanaDaniel Alemão disputou o NBB3, o NBB4 e o NBB5 por Limeira e na temporada passada se transferiu pro Mogi, onde registrou suas melhores médias na história do campeonato em minutos em quadra (25,01), pontos (9,7), rebotes (8,0), assistências (1,27), roubos de bola (1,02) e aproveitamento nos lances livres (78,3%). Muitas vezes utilizado na posição 5, com a reformulação do elenco mogiano ele deve ser cada vez mais usado como ala-pivô.

Daniel Alemão é um atleta de muito coração! Daqueles que deixam tudo em quadra, que irritam o adversário e que encantam sua torcida. No NBB6 ele foi uma figura fundamental da belíssima campanha mogiana que culminou com a 4ª posição e a classificação para a Liga Sul-Americana. Agora no NBB7 Alemão terá que se reinventar para seguir como um dos protagonistas do time dirigido pelo espanhol Paco García. 

Guilherme Giovannoni (Brasília)

Guilherme Giovannoni_BRA e Leandrinho_PINPoucos jogadores têm o poder de mudar a história de um time ou de um campeonato. Guilherme Giovannoni é um deles! Sua chegada ao Brasília, ainda no NBB2, teve um impacto imediato, não só na equipe do Distrito Federal, mas em todo o Novo Basquete Brasil. Afinal, depois de seu retorno ao país o Brasília foi tricampeão do NBB, tri mesmo, conquistando 3 troféus de forma consecutiva e estabelecendo uma hegemonia que só foi quebrada pelo Flamengo na 5ª edição do torneio.

Além dos 3 títulos, Guilherme Giovannoni ainda tem 5 convocações para o Jogo das Estrelas em 5 temporadas do NBB, foi MVP da 3ª edição do campeonato, assim como também foi eleito o melhor jogador da final em duas temporadas seguidas, no NBB3 e no NBB4. Sem falar que, em 3 oportunidades, ele apareceu no quinteto ideal da competição, isto aconteceu no NBB2, no NBB3 e no NBB4. Aos 33 anos ele vem de disputar mais uma Copa do Mundo onde mostrou, no jogo contra a Argentina por exemplo, que ainda é capaz de fazer estragos nos adversários!

Jefferson William (Bauru)

Jefferson_BAU Daniel Alemão_MOG 2Principal reboteiro do NBB6 com média de 9,80 sobras por partida, a temporada passada foi a primeira em que Jefferson William integrou o quinteto ideal da competição. Campeão do NBB1 pelo Flamengo, ele atuou no rubro-negro carioca nas 3 primeiras edições do campeonato e depois se transferiu para o São José onde disputou os 3 últimos NBB’s, cresceu como jogador, encontrou seu melhor basquete e virou ídolo da cidade do Vale do Paraíba que tanto respira basquete.

Talvez em todo o basquete brasileiro, Jefferson seja o jogador que mais se encaixa no conceito do 4 Aberto, o ala-pivô que machuca seus adversários da linha de 6m75 e hoje em dia é tão importante no processo de abrir a quadra para sua equipe. Isto sem se esquecer do trabalho na área pintada, tanto que, mesmo jogando muitas vezes longe do garrafão, o cara foi o líder de rebotes do NBB6, fruto de uma ótima colocação e uma boa leitura dos adversários. Talvez até por isto o camisa um bauruense seja tão querido pelos técnicos com quem já trabalhou, quem já o teve no time não quer perdê-lo!

Lucas Mariano (Franca)

Lucas Mariano, do FrancaCom apenas 21 anos de idade, Lucas Mariano não pode mais ser considerado uma promessa do basquete brasileiro, o cara já é uma realidade. Titular do Franca – a camisa mais tradicional do basquete brasileiro – já há duas temporadas, o ala-pivô já tem mais de 100 partidas no NBB em seu currículo e mescla em seu jogo características de um pivôzão e de um ala, o que o tornam um jogador letal no lado de ataque da quadra. Mesmo com 2m05 de altura ele tem grande mobilidade, mas também não falta força para o bruto combate na área pintada.

Lucas Mariano estreou no NBB na 2º edição do campeonato, com apenas 16 anos. Mas foi no NBB5, já sob o comando do técnico Lula Ferreira, que seu jogo explodiu. Da 4ª para 5ª edição da competição seus números estouraram, ele passou de jogar 9,96 minutos por jogo no NBB4 para atuar 23,28 minutos por partida no NBB5 e sua média de pontos saltou de 4,1 para 10,9. Na última edição do campeonato ele atuou em média por 29,18 minutos e sua média de pontos subiu ainda mais, para 12,8 pontos por jogo, embora sua média de rebotes tenha caído de 4,8 no NBB5 para 3,9 no NBB6.

Luis Felipe Gruber (Uberlândia)

Gruber 1Tá aí um outro jogador que todo técnico gostaria de ter em seu elenco. O gaúcho Luis Felipe Gruber fez sua estreia no NBB na 3ª edição do campeonato atuando pelo Joinville. E logo em seu primeiro ano fez bonito, teve médias de 11,9 pontos e 5,3 rebotes por partida, além de registrar um aproveitamento de 50,6% nas bolas de 2 pontos. E depois do ótimo ano de debute, o canhotinho foi para o Uberlândia onde manteve o alto nível das atuações e conquistou o vice-campeonato do NBB em sua 5ª edição.

O que dissemos para o Audrei no Top7 dos Alas-Armadores também serve para o Gruber, o cara é meio que o coração do Uberlândia e a reconstrução da equipe do Triângulo Mineiro, totalmente reformulada para o NBB7, passa por ele! Depois de perder quase toda a temporada passada em função de uma ruptura do tendão de aquiles, Gruber quer recuperar no NBB7 o tempo perdido na temporada 2013/2014. E o sucesso de sua equipe certamente passa por seu sucesso pessoal no campeonato!

Marcus Toledo (Pinheiros)

ToledoNo ano passado, quando o Mogi anunciou que havia repatriado Marcus Toledo, quem lembrava do explosivo ala-pivô – que já estava no basquete espanhol há quase uma década – se empolgou com a notícia e imaginou o impacto que o cara poderia causar no NBB. E a realidade não ficou nem um milímetro abaixo da expectativa, realmente Marcus teve um grande impacto na competição e foi uma das figuras cruciais da sensacional campanha mogiana no NBB6 que culminou com o 4º lugar e a classificação da equipe do Alto Tietê para a Liga Sul-Americana.

No NBB7 Marcus pegou a rodovia Ayrton Senna e agora vai defender a camisa do Pinheiros! Aliás, a reformulação do time do Jardim Europa passa por ele. Dono de um jogo muito forte e altamente explosivo, o camisa 13 foi contratado com a incumbência de mudar a cara do elenco pinheirense, agregando muita defesa e intensidade à equipe. Seguramente um dos melhores jogadores de defesa do campeonato, tanto que ele entrou em nosso Top7 Defensores, Marcus tem a missão não só de conduzir o Pinheiros dentro de quadra, mas de liderar essa mudança de perfil do time que agora é dirigido pelo craque Marcel de Souza.

Rafael Mineiro (Limeira)

mineiroRafael Mineiro faz parte daquela geração que nos encheu de orgulho e esperança ao chegar entre os 4 primeiros do Mundial Sub-19 de 2007, disputado na Sérvia. Presente em todas edições do NBB e com duas convocações para o Jogo das Estrelas, ele vai para seu 7º campeonato com 4 equipes diferentes. Disputou o NBB1 pelo jovem time do Paulistano e, com 20 pra 21 anos, foi um dos principais destaques Sub-22 da competição. No NBB2 e no NBB3 defendeu as cores do São José e depois foi para o Pinheiros, onde jogou as últimas 3 temporadas.

Agora Mineiro chega a Limeira para fazer parte de um time poderoso, montado para alcançar as glórias não só no Brasil, mas internacionalmente também. Depois de terminar a 1ªedição do NBB com médias de 11,2 pontos e 5,3 rebotes por jogo, ele passou 3 temporadas sem atingir a média de dígitos duplos. Mas no NBB5, já no Pinheiros, seu jogo explodiu e Mineiro voltou a se colocar como um dos melhores alas-pivôs do país. Com um jogo de muita agilidade para quem tem quase 2m10 de altura, o camisa 8 limeirense é um jogador moderno e sabe atuar tanto dentro do garrafão como um verdadeiro pivô, como aberto, como se fosse um ala. Um potencial ofensivo absurdo que agora está à disposição do técnico Dedé Barbosa em Limeira.

Confira também:

TOP7 Jovens Talentos 

TOP7 Hora da Afirmação 

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TOP7 Defensores

TOP7 Chutadores

TOP7 Armadores

TOP7 Alas-Armadores

TOP7 Alas

Imagens: ON Comunicação Integrada, FIBA Americas e LNB
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Dando sequência às nossas listas, chegou a vez de selecionarmos 7 dos principais e mais decisivos alas do NBB7!

No 8º Top7 do NBB7 daremos continuidade às listas por posições.

Hoje apresentaremos jogadores da posição 3. Grandes chutadores, marcadores e, claro, pontuadores, nossa seleção é muito heterogênea e conta com atletas de diferentes características!

Vamos ao Top7 dos Alas do NBB7!

NBB7 - TOP7 alas

Arthur (Brasília)

Arthur, do BrasíliaTricampeão do NBB, Arthur tem uma carreira realmente invejável na competição. Além dos 3 títulos, conquistados de forma consecutiva entre a 2ª e a 4ª edição, o cara ainda tem duas participações no Jogo das Estrelas e é o 2º atleta com maior número de jogos na história do campeonato, 218, um atrás do líder Olivinha que já entrou em quadra 219 vezes. A diferença é que Arthur jogou as 6 edições do NBB pelo Brasília e Olivinha defendeu o Pinheiros além do Flamengo, seu atual clube, então podemos dizer que Arthur é o recordista de jogos por uma mesma equipe na competição!

E em suas 218 partidas pelo Brasília no NBB, Arthur registra importantes números! Em toda história do campeonato, o camisa 4 candango tem médias de 13,61 pontos e aproveitamento de 62,97% nas bolas de 2 pontos e 44,11% nos triplos. Além disto, como dissemos no Top7 dos Chutadores, Arthur se notabiliza por converter bolas importantes em momentos cruciais para seu time.

David Jackson (Limeira)

David Jackson_LIM e Laprovittol_FLAMais um ala que aparece aqui e apareceu no Top7 dos Chutadores. Como dissemos, David Jackson é uma verdadeira máquina de pontuar. Com esmerada técnica e uma seleção de arremessos privilegiada, ele é o jogador que quase não erra. Mas se parte disto se dá em razão do dom, o cara é craque e isto não se discute, quem vive o dia a dia perto dele garante que também não se pode deixar de atribuir seu sucesso ao trabalho. Dizem que o que o camisa 32 de Limeira treina não é brincadeira!

David Jackson jogou duas edições do NBB, a 4ª pelo Flamengo e a 6ª por Limeira. Nas duas temporadas foi selecionado para o Jogo das Estrelas, registrou média superior a 16 pontos por partida e obteve aproveitamento superior a 57% nas bolas de 2 pontos, 48% nos triplos e 92% nos lances livres.  É mole ou quer mais? Então tá, no NBB6 ele ainda foi eleito o MVP da fase de classificação, melhor estrangeiro e melhor ala da competição!

Guilherme Schneider (Liga Sorocabana)

Schneider, da Liga Sorocabana, e Neto, do PalmeirasO gaúcho Guilherme Schneider rodou muito até chegar a Sorocaba. No NBB, jogou a 1ª edição por Vila Velha, a 3ª por Joinville e a 5º pelo Basquete Cearense. Mas foi no NBB6, na Liga Sorocabana, que o ala de 1m92 encontrou seu melhor basquete! Sob o comando do técnico Rinaldo Rodrigues, Schneider viu suas médias subirem em minutos (de 12,45 para 26,27), em pontos (de 5,4 para 14,2), em rebotes (de 1,1 para 2,6), em assistências (de 0,73 para 1,28), em roubos de bola (de 0,49 para 1,14) e em eficiência (de 4,22 para 11,62), sem falar no aproveitamento nas bolas de 2 pontos (de 49,4% para 51,6%), nos triplos (de 32,6% para 38,2%) e, principalmente, nos lances livres (de 58,7% para 83,6%).

Não bastassem estes números, que colocaram Schneider inclusive na briga pelo prêmio de maior evolução na temporada passada, o ala ainda foi responsável pela milagrosa cesta que garantiu a permanência da Liga Sorocabana na elite do basquete brasileiro! O camisa 13 já virou ídolo na cidade e deve ser o principal jogador da equipe no NBB7!

Léo Meindl (Franca)

Léo Meindl, do FrancaAos 21 anos Léo Meindl já tem uma bagagem respeitável no basquete. Além de ostentar a titularidade em Franca nas duas últimas temporada, o camisa 23 registra passagens não só pelas Seleções de base, mas também no esquadrão nacional adulto onde disputou, por exemplo, a última edição do Campeonato Sul-Americano, jogado na Venezuela. E isto sem falar que, mesmo com tão pouca idade, já tem em seu cartel uma convocação para o Jogo das Estrelas do NBB, campeonato que disputou 3 edições, sempre pelo time da Capital do Basquete.

Com uma capacidade técnica rara, um físico privilegiado e um espírito de liderança nato. Léo Meindl tem tudo pra se tornar uma dos principais atletas do basquete nacional, isto, claro, se ele mantiver sua trajetória de evolução. Seu último NBB foi o melhor de sua carreira e o 1º que ele conseguiu fechar com média de dígitos duplos na pontuação, 11,76 pontos por partida. Suas atuações no Campeonato Paulista 2014 deixaram a fanática torcida francana cheia de esperança de que o camisa 23 poderá conduzir, num futuro bem próximo, a mais tradicional camisa do basquete brasileiro de volta às glórias!

Marquinhos (Flamengo)

Marquinhos_FLACom 2m07 de altura, boa desenvoltura no corte, ótimo controle de bola e excelente arremesso, Marquinhos é um dos melhores jogadores brasileiros no ponto de vista técnico, e aqui não falamos apenas do universo NBB. Na Copa do Mundo da Espanha o camisa 11 rubro-negro mostrou todo seu potencial e, também, todo seu arsenal, fazendo uma competição de luxo junto à Seleção Brasileira e se colocando de maneira definitiva como um atleta da elite do basquete FIBA!

O cara é fera mesmo! Em 5 temporadas no NBB, 3 pelo Pinheiros e duas pelo Flamengo, ele tem dois títulos, 3 convocações para o Jogo das Estrelas, além de ter aparecido no quinteto ideal da competição em 4 oportunidades e, de quebra, ainda ter sido o MVP da fase de classificação do NBB5! E em 3 destes 5 anos ele ainda terminou com média superior a 20 pontos por partida – 22,84 no NBB1, 21,47 no NBB3 e 20,28 no NBB5. Será que no NBB7 ele repete a dose?

Pilar (Paulistano)

Pilar, do PaulistanoPilar é daqueles jogadores que todo técnico e todo torcedor quer em seu time. O técnico quer porque se trata de um jogador extremamente inteligente, aplicado, dotado de grande senso coletivo e muito versátil, capaz de executar várias funções dentro de quadra. E o torcedor o adora porque o cara deixa simplesmente tudo em quadra, quando joga não tem bola perdida, não tem jogo perdido, Pilar é sempre 110% de disposição no confronto, seja uma final, seja um mero jogo de fase de classificação.

Depois de jogar o NBB3, o NBB4 e o NBB5 em Bauru, Pilar se transferiu para o Paulistano onde foi vice-campeão da 6ª edição do campeonato. O camisa 11 se encaixou perfeitamente no esquema do técnico Gustavo De Conti e não demorou para que logo se tornasse uma das lideranças da equipe, dentro e fora de quadra. Com boa defesa e muita disposição, Pilar agrega dos dois lados da quadra e, como dissemos, é daquels jogadores imprescindíveis a qualquer elenco! 

Robert Day (Bauru)

dayEm 4 temporadas no NBB, todas elas defendendo o Uberlândia, Robert Day registra números interessantíssimos! 4 vezes convocado para o Jogo das Estrelas, foi o MVP da festa na temporada 2010/2011 anotando nada mais nada menos que 50 pontos em pleno Pedrocão, um dos templos sagrados do basquete brasileiro. Vice-campeão do NBB5 e presente aos playoffs das 4 edições que disputou, o camisa 31, agora em Bauru, é um dos melhores arremessadores da história do campeonato.

Seu aproveitamento é impressionante! Ele nunca ficou abaixo dos 55% nas bolas de 2 pontos (57,9% no NBB3 – 56,2% no NBB4 – 56,6% no NBB5 – 55,8% no NBB6), dos 42% nos triplos (42,2% no NBB3 e no NBB4 – 46,7% no NBB5 – 44,5% no NBB6) e dos 81% nos lances livres (81,3% no NBB3 – 82,3% no NBB4 – 87,2% no NBB5 – 84,3% no NBB6). Além da pontuação e dos arremessos, Robert Day também apresenta bons números nos rebotes; média de 4,8 por jogo no NBB3, 4,9 no NBB4, 4,5 no NBB5 e 5,2 no NBB6. Pra melhorar, o ala nascido no Oregon (EUA) ainda é um agregador nato, um cara que só faz bem ao grupo que trabalha! 

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Imagens: ON Comunicação Integrada, FIBA Americas e LNB
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Caçula da temporada 2014/2015, Rio Claro chega ao NBB7 com elenco experiente e pronto para aprontar na elite do basquete brasileiro

A espera está chegando ao fim, faltam apenas três dias para a bola laranja subir no maior campeonato de basquete do Brasil!

Hoje, é dia do Território LNB trazer todas as movimentações do Rio Claro, ‘caçula’ do NBB, para a temporada 2014/2015.

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A última temporada do Rio Claro começou com a disputa do Campeonato Paulista 2013. Depois de uma primeira fase ruim, com apenas seis vitórias em 22 jogos, a equipe rio-clarense não conseguiu garantir vaga nos playoffs, terminando a fase de classificação na penúltima colocação.

No cenário nacional, o Rio Claro disputou junto com Sport, Campo Mourão e Lins, a primeira edição da Liga Ouro, divisão de acesso ao NBB.

Terminando a primeira fase de Liga Ouro com campanha de seis vitórias em 12 jogos, o Rio Claro se classificou em segundo lugar, e teve que disputar uma série contra o Campo Mourão (terceiro colocado), para saber qual equipe enfrentaria o Lins (primeiro colocado) na grande Final da primeira edição da divisão de acesso do NBB.

Com direito a três vitórias em três partidas, a equipe do interior de São Paulo bateu Campo Mourão na semifinal da competição e avançou para a finalíssima da Liga Ouro 2014.

Na série final contra o Lins, o Rio Claro venceu o primeiro jogo e perdeu o segundo da série, ambos realizados fora de casa. Atuando em seus domínios, o Rio Claro precisava de dois triunfos para levantar o caneco e voltar para à elite do basquete brasileiro, e conseguiu fazer muito bem seu papel. Com duas vitórias seguidas, a equipe rio-clarense fechou a série final da primeira edição da Liga Ouro em 3 a 1 e garantiu presença na disputa do NBB7.

De volta à elite do basquetebol verde-amarelo, o Rio Claro foi potência no esporte do Brasil entre as décadas de 80 e 90. Nessa época, a agremiação rio-clarense conquistou o pentacampeonato paulista (1987, 1991, 1993, 1994 e 1995), dois campeonatos nacionais (1992 e 1995), além dos títulos internacionais da Copa América e do Sul-Americano, ambos conquistados no ano de 1995.

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Segundo maior pontuador durante a campanha do título da Liga Ouro do Rio Claro, o ala Luisinho (média de 13,5 pontos por partida durante a última temporada) até começou a temporada com o elenco do time do interior de São Paulo, porém, com o término da disputa do Campeonato Paulista 2014, o ala não pertence mais ao elenco rio-clarense.

A mesma situação aconteceu com o armador Milhossi, que possuiu médias de 2,5 pontos e 1,8 assistências por jogo durante a Liga Ouro 2014.

Perdendo apenas dois jogadores, o Rio Claro conseguiu preservar muito bem sua base campeã da Liga Ouro na última temporada. Ao total, foram seis renovações de seus atletas que estiveram presentes na campanha da divisão de acesso ao NBB, são eles os alas Pastor e Caio Ranches, o ala/pivô Vinícius, os pivôs Estevam e Mosso, além do armador MVP da Final da Liga Ouro, Eric Tatu.

Brandon Brown_CEA (4)Para reforçar a equipe caçula do NBB7, a diretoria do Rio Claro anunciou como primeiro reforço o armador Brandon Brown, ex-Basquete Cearense. Com apenas 25 anos, Brown já tem em seu currículo uma passagem pelo Rio Claro, onde conquistou o título da Copa Sudeste. Na última temporada, atuando pelo time da Região Nordeste do Brasil, o armador acumulou médias de 15,4 pontos, 3,3 rebotes, 2,1 assistências e 1,2 bolas roubadas por partida.

O segundo reforço do Rio Claro para a temporada 2014/2015 foi o ala/pivô espanhol Álvaro Calvo, de 31 anos. Apesar de construir toda a sua carreira no basquetebol de seu país, Calvo já tem uma passagem pelo esporte da bola laranja do Brasil. Entre 2011 e 2013, o ala/pivô atuou em São José, onde foi campeão do Campeonato Paulista 2012 e também vice-campeão do NBB4.

Dando sequência a montagem de seu elenco para a disputa do NBB7, o Rio Claro anunciou o pivô Lucas Tischer, ex-Bauru. Bicampeão do NBB com a camisa do Brasília e até com passagem pelo Phoenix Suns, da NBA, onde foi chamado para disputar a Liga de Verão de 2005, o pivô de 31 anos, teve médias de 8,4 pontos e 4,8 rebotes por jogo durante a última temporada do NBB.

O último atleta a ser anunciado como reforço do Rio Claro para a nova temporada foi o ala/armador Duda Machado, ex-Macaé. Também bicampeão do NBB, desta vez, com a camisa do Flamengo, Duda atuou com a camisa do Macaé na última edição do NBB. Pela equipe do litoral fluminense, o ala/armador foi o cestinha da equipe, com 15,1 pontos e também o melhor garçom, distribuindo em média 3,7 passes resultantes em cestas por partida.

Duda_MAC e Shamell_PIN

O comando técnico do Rio Claro apresentou mudanças. O técnico vencedor da Liga Ouro, Marcelo Tamião, deixou o posto de treinador para trabalhar como diretor da equipe do interior de São Paulo. Para seu lugar, Chuí foi contratado. Pentacampeão brasileiro como atleta, o Rio Claro será o terceiro clube do NBB da carreira de Chuí. Antes de treinar a equipe rio-clarense, o novo comandante do ‘caçula’ do NBB já havia dirigido o Araraquara no NBB1 e NBB2, e o Uberlândia no NBB3 e NBB4.

O Rio Claro estreia no NBB7 no próximo dia 5 de novembro, às 20 horas, contra o Palmeiras, no Ginásio Felipe Karam, Rio Claro (SP).

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