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Tricampeão, Brasília chega para mais uma temporada do NBB para disputar na parte de cima da tabela; confira as mundanças do Brasília

A espera está perto de chegar ao final! Faltam apenas dez dias para a sétima edição do principal campeonato de basquete do Brasil ter seu início.

Depois das análises dos elencos do Basquete Cearense e do Bauru, chegou a hora do Território LNB trazer as mudanças do plantel do tricampeão do NBB, Brasília.

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A temporada 2013/2014 do Brasília começou com uma grande novidade. O técnico argentino Sergio Hernandez, medalhista olímpico, hexa campeão da Liga Argentina, dono de dois títulos da Liga das Américas e muitas outras conquistas, havia sido contratado para dirigir o time candango.

Com um grande técnico e um elenco de respeito, a temporada do Brasília começou dando alegrias ao torcedor candango com a grande campanha na Liga Sul-Americana 2013 que acabou terminando com o time brasileiro no topo do pódio ao vencer o Aguada na final do torneio internacional.

Com o título da Sul-Americana, o Brasília também garantiu uma vaga para disputar a Liga das Américas, principal campeonato de clubes da América Latina. Em um grupo com o Regatas Corrientes, da Argentina, Halcones, do México e o Marinos, da Venezuela, o Brasília não teve bom desempenho e depois de perder as duas primeiras partidas de sua campanha no torneio, não conseguiu se classificar para a fase seguinte e acabou eliminado da Liga das Américas.

Já no NBB6, o Brasília continuou com os grandes resultados, conseguindo se manter na parte de cima da tabela durante todo o campeonato. Ao final da fase de classificação, o Brasília terminou na terceira colocação com campanha de 21 vitórias em 32 jogos e garantiu o direito de folgar na primeira rodada dos playoffs.

O adversário na fase quartas de final do NBB6 era bem conhecido pelo Brasília. Era o mesmo São José que havia eliminado o time da Capital Federal no NBB5 na mesma fase e para a tristeza da torcida brasiliense, a história se repetiu. Com três vitórias em três jogos e com show do armador Manny Quezada, batendo o recorde de pontos em uma partida de playoffs do NBB, o São José eliminou o Brasília da disputa de seu quarto título do NBB.

Após o fim da temporada 2013/2014, o Brasília teve que arcar com algumas perdas dolorosas de jogadores. Depois de cinco anos vestindo a camisa do Brasília, o armador Nezinho (média de 16,5 pontos por jogo durante a última temporada) deixou a equipe para voltar a atuar no Limeira. Outro grande ídolo, o ala Alex Garcia (média de 17,9 pontos) também deixou o Brasília para partir para o interior do estado de São Paulo, desta vez, para atuar no Bauru.

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Os gringos Martin Osimani (média de 6,8 pontos) e Marcus Goree (média de 11,4 pontos) também deixaram a equipe após a diretoria brasiliense não renovar seus respectivos contratos.

Depois de perder grandes jogadores de seu elenco, o Brasília anunciou as importantes renovações do ala/pivô Guilherme Giovannoni e do ala Arthur, de seus reservas Rossi e Alírio e também dos jovens jogadores Ronald, Max, Abner, Isaac e Bruno.

Fulvio_SJC - CópiaPara suprir a falta de um maestro no elenco, o Brasília anunciou o três vezes eleito melhor armador do NBB, Fúlvio. Depois de passar toda a temporada 2013/2014 se recuperando de uma grave lesão no joelho, Fúlvio deixou o São José após cinco temporadas defendendo a agremiação do Vale do Paraíba.

O segundo reforço do Brasília foi o ala/pivô Lucas Cipolini. O líder em enterradas da história do NBB (223 no total) chegou ao Brasília após defender o Uberlândia nas últimas quatro temporadas. Na sexta edição do campeonato nacional Cipolini teve médias de 17,2 pontos e 5,8 rebotes por jogo com a camisa do time mineiro.

Em meio às contratações dos novos reforços para a temporada, o Brasília também aproveitou para anunciar o novo treinador do time. Velho conhecido, bicampeão do NBB dirigindo o próprio Brasília, José Vidal assumiu novamente a função de técnico do time candango após passar as duas últimas temporadas como diretor da equipe da Capital Federal.

O último reforço anunciado pela diretoria do Brasília foi a do ala/armador norte-americano Darrington Hobson. Com grande carreira no basquete universitário dos Estados Unidos e também com passagem pelo Milwaukee Bucks, Hobson viverá sua primeira experiência no basquete brasileiro.

O Brasília estreia no NBB7 no próximo dia 4 de novembro, às 20 horas, contra o Bauru, no Ginásio Panela de Pressão, em Bauru (SP).

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O sonho de conquistar a Sul-Americana começa hoje para Brasília e Bauru; conheça os rivais dos dois times brasileiros no torneio

Nesta terça-feira, 21 de outubro, começa a disputa da última chave da fase de grupos da Liga Sul-Americana. Com Brasília e Bauru presentes, o Grupo D será sediado no Ginásio Panela de Pressão, em Bauru.

Torcida do Bauru

Os times da Capital Federal e do interior de São Paulo tentam se juntar ao Mogi das Cruzes e Limeira, que já participaram da fase de grupos da Liga Sul-Americana e terminaram com campanhas idênticas de duas vitórias em três jogos em seus respectivos grupos no torneio internacional e garantiram presença na próxima fase da competição.

Terminando a última edição do NBB na sexta posição, o Brasília chega ao torneio sul-americano para defender seu título conquistado na última temporada, porém, ao contrário do ano passado em que o time candango iniciou sua trajetória no torneio internacional sediando um dos grupos, desta vez, o Brasília terá que atuar longe de sua torcida na primeira fase.

Já o Bauru, sétimo colocado do NBB6, só garantiu a vaga para a disputa da Liga Sul-Americana após o Guacharos de Maturín, da Venezuela, pedir dispensa da competição, e além de disputar o torneio, o Bauru também conquistou o direito de sediar o Grupo D, que terá a participação das equipes brasileiras e também do Defensor Sporting, do Uruguai, e do Guerreros de Bogotá, da Colômbia.

Para a torcida candanga e bauruense saber um pouco mais de seus adversários no Grupo D da Liga Sul-Americana o Território LNB traz algumas informações dos adversários das equipes brasileiras na última chave da primeira fase da Sul-Americana.

- Defensor Sporting

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Vice-campeão da última temporada do campeonato uruguaio, o Defensor Sporting perdeu três de suas melhores peças da conquista da medalha de prata do campeonato nacional uruguaio.

O experiente ala/pivô Ruben Garces, cestinha da equipe com 17,2 pontos de média durante o torneio de seu país, deixou a equipe para defender as cores do Malvín. Com médias quase idênticas, o terceiro e quarto cestinhas do Defensor também deixaram a equipe. Primeiro foi o armador Robby Collum (média de 12,8 pontos), que deixou o clube de Montevidéu para voltar ao basquete brasileiro, para defender as cores do Minas no NBB7, e depois foi a vez do pivô Sebastian Izaguirre (média de 12,2 pontos) deixar o Defensor para jogar com a camisa do Hebraica Montevidéu.

Mesmo com as perdas importantes, a diretoria do clube uruguaio conseguiu manter o alto nível de seu elenco, já que além do campeonato uruguaio, também disputarão a Liga Sul-Americana. Cestinha da última edição do campeonato uruguaio com média de 24,9 pontos por jogo, o ala/armador norte-americano Anthony Danridge foi a principal contratação do Defensor para a temporada 2014/2015.

Bz_sGGaIAAA5U7uTambém norte-americano, o pivô Justin Dobbins, que possuiu médias de 20,2 pontos e 11,4 rebotes de média por jogo durante toda a última temporada com a camisa do Urunday Universitario, do Uruguai, foi contratado e é o pivô titular da equipe.

O início de temporada do Defensor por enquanto é satisfatório. O time comandado pelo técnico Gerardo Jauri venceu quatro dos cinco primeiros jogos e chegou a ficar na vice-liderança do nacional uruguaio, porém na última rodada o Defensor foi derrotado pela segunda vez no campeonato e caiu para a quarta colocação.

Apesar do bom começo no campeonato, os números do Defensor dentro de quadra não enchem muito os olhos. Durante estes seis primeiros jogos, o ataque do Defensor marcou em média apenas 81,1 pontos, e sofreu 77,5 pontos por partida.

- Guerreros de Bogotá

Em meio a semifinal de seu campeonato nacional, o Guerreros chega para a disputa do Grupo D da Liga Sul-Americana tentando surpreender a todos e conquistar uma vaga para a próxima fase.

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Apesar de não conseguir bons números da fase de grupos do campeonato colombiano, 11 vitórias em 20 jogos, dando ao adversário do Bauru e do Brasília na Liga Sul-Americana apenas o terceiro lugar de um grupo de cinco, o Guerreros conseguiu se classificar para as semifinais do campeonato colombiano ao eliminar o Cafereros de Armênia em uma série de cinco jogos. Agora no dia 27 de outubro, logo após a disputa da fase de Grupos da Liga Sul-Americana, o Guerreros entra em quadra contra o Cirramones para tentar a vaga na decisão de seu campeonato nacional.

O Guerreros de Bogotá é liderado pelo quarteto do armador norte-americano Tayron Thomas, média de 18,8 pontos, pelo ala/armador Stalin Ortiz, média de 15,4 pontos, pelo ala norte-americano Curtis Whiters, média de 16,3 pontos e 10,2 rebotes, e pelo ala/pivô Luis Bethelmy, média de 14,8 pontos e 8,9 rebotes.

Confira a tabela completa do Grupo D da Liga Sul-Americana 2014:

- Grupo D 
Sede: Bauru – Brasil

21/10 (terça-feira)
17h45 – UniCEUB/BRB/Brasília x Defensor Sporting (URU) (Ao vivo no SporTV3)
20h – Paschoalotto/Bauru x Guerreros de Bogotá (COL) (Ao vivo no SporTV3)

22/10 (quarta-feira)
17h45 – Guerreros de Bogotá (COL) x UniCEUB/BRB/Brasília (Ao vivo no SporTV2)
20h – Paschoalotto/Bauru x Defensor Sporting (URU) (Ao vivo no SporTV2)

23/10 (quinta-feira)
17h45 – Defensor Sporting (URU) x Guerreros de Bogotá (COL)
20h – Paschoalotto/Bauru x UniCEUB/BRB/Brasília (Ao vivo no SporTV3)

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21
outubro / 2014

Joe e Jason Smith se tornam a primeira dupla de irmãos estrangeiros no NBB

Os irmãos Joe e Jason Smith jogam juntos pela primeira vez e se tornam a primeira dupla de irmãos estrangeiros a atuar no mesmo time

Os irmãos Joe e Jason Smith jogam juntos pela primeira vez e se tornam a primeira dupla de irmãos estrangeiros a atuar no mesmo time

No ano passado, Joe Smith, armador do Pinheiros, teve o privilégio de ter o seu irmão, Jason Smith, atuando no Brasil. Enquanto o jogador pinheirense atuava em São Paulo, o mais novo foi para Mogi das Cruzes fazer parte do elenco que surpreendeu a todos no NBB6. Na temporada atual, os dois se tornaram a primeira dupla de irmãos estrangeiros a atuar no maior campeonato de basquete do Brasil, mas agora eles foram mais longe.

Após o término do NBB6, os times começaram a fazer suas mudanças, anunciar permanências, dispensas e contratações. Foi aí que o Pinheiros avisou a todos: Jason Smith era o novo jogador do clube do Jardim Europa.

Oriundos de uma família completamente envolvida com o basquete, Joe e Jason já trabalhavam juntos no J Smith Hoops, empresa que promove clínicas para crianças e adolescentes nos Estados Unidos. Seus outros irmãos atuam em lugares diferentes do mundo, em Portugal e no Uruguai, enquanto a mais nova está no último ano do ensino médio e também trilha o caminho das quadras.

Essa, porém, é a primeira vez que os irmãos Smith jogam juntos, no mesmo time. “Eu fiquei muito animado quando descobri que iríamos jogar no mesmo time e isso é uma coisa incrível. Estamos muito animados, nossa família está muito feliz. É quase um sonho, porque jogamos juntos só por diversão algumas vezes, mas poder disputar o Paulista com ele e participar desses primeiros meses foi algo muito bom. É uma sensação especial, não muitos irmãos têm essa chance”, disse o mais velho, Joe.

Joe e Jason Smith protagonizaram o primeiro duelo entre irmãos estrangeiros na história do NBB (Ricardo Bufolin/ECP)

Joe e Jason Smith protagonizaram o primeiro duelo entre irmãos estrangeiros na história do NBB e agora fazem a primeira dupla de irmãos no mesmo time no campeonato

“É uma situação quase perfeita para mim. Eu gosto de jogar no Brasil, me sinto bem aqui, e estar perto do meu irmão é muito bom. O fato de estarmos jogando no mesmo time é o máximo porque na quadra eu vou saber que sempre vou ter alguém para me ajudar. E é sempre bom saber que tem uma pessoa para cuidar de você”, afirmou Jason, o mais novo.

Acostumados a jogar juntos desde pequenos, mas nunca em um time profissional, essa é a primeira vez que a família Smith vê dois irmãos no mesmo time. O efeito em quadra, para ambos, é positivo.

“Temos uma sincronia em quadra. Eu conheço os movimentos dele, sei quando ele está cansado ou mais disposto. É uma sintonia boa e não precisamos falar. Basta olhar para ele para saber o que está pensando”, analisou Joe.

“Eu joguei contra o Joe a minha vida inteira e até durante o verão, quando estamos treinando nos Estados Unidos juntos, não costumamos ficar no mesmo time. É muito bom jogar com ele porque ele sabe onde estou e eu sei onde ele está na quadra”, disse Jason.

Além do jogo dentro da quadra, Joe e Jason também aproveitam a proximidade para passarem mais tempo juntos como família.

“É ótimo estar perto da minha família. O ano passado foi a minha primeira oportunidade de jogar perto de outro Smith. Nós somos muito próximos. Então, comigo aqui em São Paulo eu e o Joe jantamos juntos umas três vezes por semana, passeamos, e eu ainda consigo ver o meu sobrinho e a minha cunhada, por quem tenho grande carinho. Então, é muito bom”, disse Jason.

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Seguindo à risca o ditado “em time que está ganhando não se mexe”, Flamengo entra no NBB7 quase sem mudanças para manter hegemonia

Força do elenco é uma das apostas para o Flamengo seguir fazendo história no basquete brasileiro (Gaspar Nóbrega/FIBA Américas)

Força do elenco é uma das apostas para o Flamengo seguir fazendo história no basquete brasileiro

O Flamengo terminou o NBB6 como campeão. Antes disso venceu a Liga das Américas e depois conquistou o mundo na Copa Intercontinental da FIBA ao superar o Maccabi Tel-Aviv no Rio de Janeiro. Para terminar, foi até os Estados Unidos enfrentar times da NBA na pré-temporada da liga norte-americana. Não é para qualquer um, mas também não é moleza.

Praticamente com o mesmo elenco que levou todas as conquistas mencionadas acima, a equipe rubro-negra volta para sua sétima temporada do maior campeonato de basquete do país com apenas um reforço, mas mais forte do que nunca.

O argentino Walter Herrmann integrou o time carioca no começo de agosto, visando os desafios que o Flamengo teria pela frente. Com um currículo invejável – ouro olímpico com a seleção argentina, MVP da Liga Argentina, da Liga ACB, passagem pela NBA, títulos em seu país natal e na Espanha – o ala pivô foi adicionado ao elenco campeão para substituir Shilton, Washam e Douglas Corrêa, os únicos dispensados da equipe.

O pivô Jerome Meyinsse, MVP da Final do NBB6, teve o contrato renovado com o Flamengo e segue com o time após pré-temporada intensa

O pivô Jerome Meyinsse, MVP da Final do NBB6, teve o contrato renovado com o Flamengo e segue com o time após pré-temporada intensa

Além da chegada de Herrmann e da saída dos três jogadores, o time do Flamengo ainda conta com o retorno definitivo do ala armador Vitor Benite, que ficou de fora de toda a última temporada devido a duas lesões no joelho direito. De volta à ativa na Final contra o Paulistano, o jovem de 24 anos tem no NBB7 a chance de se firmar como um dos melhores em sua posição para o futuro do basquete brasileiro.

Ademais, Marcelinho Machado, Nicolás Laprovittola, Olivinha, Marquinhos, Meyinsse, Cristiano Felício, Gegê, Chupeta, Diego Marques, Danielzinho e o próprio técnico José Neto, seguem no Flamengo para o NBB7.

Mesmo permanecendo com o elenco praticamente intacto, o rubro-negro começa uma nova temporada com uma trajetória cheia de desafios engrandecedores. Tanto a disputa do Mundial, que deu o status de campeão do mundo ao Flamengo, quanto os amistosos na NBA, levaram ao time carioca experiências diferentes e únicas, tornando quase que uma obrigação o sucesso na temporada.

Com uma grande responsabilidade e um legado a ser defendido, o Flamengo estreia no NBB7 contra o Paulistano, em uma reedição da Final do NBB6, no dia 31 de outubro, às 19h30, no Ginásio Antônio Prado Júnior (SP).

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20
outubro / 2014

Após terminar em sétimo lugar no NBB6, Bauru chega ao NBB7 como um dos favoritos ao troféu; confira as mudanças do elenco bauruense

Após cinco meses, a espera pela sétima edição do NBB está chegando ao final. Faltam pouco mais de dez dias para a bola laranja subir para o principal campeonato de basquete do Brasil.

Com o NBB prestes a começar, o Território LNB traz uma análise das movimentações das equipes durante toda a intertemporada.

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A última temporada do Bauru começou em grande estilo com o time do interior de São Paulo conquistando o Campeonato Paulista 2013 ao bater o Paulistano na final. Atuando na Liga Sul-Americana, o time comandando pelo técnico Guerrinha também caminhou muito bem, chegando até o Final Four, porém, sendo eliminado pelo Aguada, do Uruguai e tendo que ficar com a medalha de bronze do torneio internacional.

No NBB6, o Bauru se manteve na parte da cima da tabela durante todo o campeonato e conseguiu fechar a fase de classificação na oitava colocação com campanha de 18 vitórias em 32 jogos. Com a oitava melhor campanha da primeira fase, o time do interior de São Paulo enfrentou o Basquete Cearense (nono colocado) nas oitavas de final do NBB6.

Famoso por varrer seus adversários na fase oitavas de final (NBB2: 3×0 no Assis, NBB3: 3×0 no Paulistano e no NBB4: 3×0 na Liga Sorocabana), o Bauru não decepcionou e passou de fase vencendo as três primeiras partidas contra o time do estado do Ceará.

Na fase seguinte, o time do interior de São Paulo encarou o Flamengo e até conseguiu largar bem na série vencendo a primeira partida no Rio de Janeiro. Porém, no restante da série só deu o time rubro-negro que acabou vencendo três jogos seguidos e eliminou os bauruenses da disputa da sexta edição do NBB, deixando a equipe dirigida por Guerrinha na sétima colocação geral do Campeonato Nacional.

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Após a temporada 2013/2014 o Bauru teve de arcar com a perda de vários jogadores de seu elenco. Andrezão (média de 4,3 pontos por jogo na última temporada) e Fernando Fisher (média de 7,2 pontos) partiram para o Basquete Cearense, Lucas Tischer (média de 8,1 pontos) foi para o caçula Rio Claro, Lucas Avelino (média de 1,9 pontos) assinou com o Palmeiras, o jovem Scaglia (média de 4,3 pontos) foi para o Brasília e o argentino Fabian Barrios (média de 9,2 pontos) deixou o Bauru por conta de problemas familiares.

Apesar das perdas importantes, o time comandado pelo técnico Guerrinha conseguiu a permanência de jogadores importantes de seu elenco. Os armadores Ricardo Fischer e Larry Taylor, o ala Gui Deodato e o pivô Murilo Becker assinaram suas extensões contratuais com o Bauru até 2016, e depois de uma temporada disputada  com a camisa do Bauru, o pivô Thiago Mathias também renovou seu contrato por mais um ano.

Sendo o único técnico que comanda a mesma equipe desde a primeira edição do NBB, Guerrinha foi premiado pelos bons resultados à frente do Bauru, renovando seu contrato e permanecendo no comando do time bauruense para mais uma temporada.

Robert Day e Jefferson_BAU e Neto_PALNão satisfeito com as grandes renovações, o Bauru foi ao mercado e obteve total êxito em suas contratações para a temporada 2014/2015.

O primeiro reforço foi nada mais nada menos que o ala norte-americano Robert Day. Melhor ala do NBB5, Day foi o cestinha de sua ex-equipe Uberlândia durante as quatro temporadas em que defendeu a camisa do time mineiro (NBB3: 18,3 pontos por jogo, NBB4: 17,2 pontos por jogo, NBB5: 17,9 pontos por jogo, e NBB6: 17,6 pontos por jogo).

Um dia depois de anunciar Robert Day, o Bauru divulgou a contratação do ala Alex Garcia. Eleito o melhor defensor do NBB durante as seis edições do campeonato, Alex deixou o Brasília após escrever seu nome na história do clube candango, vencendo três edições do NBB, uma Liga das Américas e duas Ligas Sul-Americanas.

O Bauru seguiu agitando o mercado brasileiro ao anunciar mais uma grande contratação para seu elenco. Eleito o melhor ala/pivô do NBB6 e também principal reboteiro do campeonato (média de 9,8 sobras por jogo), Jefferson William deixou a equipe de São José após três anos e partiu para defender as cores do Bauru.

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Visando não só apenas o NBB, como também a disputa da LDB (Liga de Desenvolvimento de Basquete), o Bauru também contratou o jovem armador Carioca. O jogador de apenas 20 anos defendeu o Sport Recife na Liga Ouro 2014, tendo médias de 13,9 pontos por jogo durante toda a competição.

Com grande carreira no basquete espanhol, o pivô brasileiro Rafael Hettsheimeir foi o último reforço anunciado pelo Bauru. Hettsheimeir estava na Espanha desde 2005 e chegou a atuar no Real Madrid e por lá conquistou o título nacional em 2013. Já como jogador do Bauru, o pivô defendeu as cores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Espanha, que aconteceu no mês de setembro.

Se já tinha um elenco forte, o Bauru conseguiu aumentar muito o nível de seu time, que já começa a dar os primeiros frutos para seus torcedores. Já contando com os serviços de todos os seus reforços em quadra, o Bauru está na final do Campeonato Paulista 2014 e tenta vencer o rival Limeira para conquistar o bicampeonato do título estadual.

O Bauru estreia no NBB7 contra o Brasília, no dia 4 de novembro, às 20 horas, no Ginásio Panela de Pressão, em Bauru (SP)

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