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21
outubro / 2014

Joe e Jason Smith se tornam a primeira dupla de irmãos estrangeiros no NBB

Os irmãos Joe e Jason Smith jogam juntos pela primeira vez e se tornam a primeira dupla de irmãos estrangeiros a atuar no mesmo time

Os irmãos Joe e Jason Smith jogam juntos pela primeira vez e se tornam a primeira dupla de irmãos estrangeiros a atuar no mesmo time

No ano passado, Joe Smith, armador do Pinheiros, teve o privilégio de ter o seu irmão, Jason Smith, atuando no Brasil. Enquanto o jogador pinheirense atuava em São Paulo, o mais novo foi para Mogi das Cruzes fazer parte do elenco que surpreendeu a todos no NBB6. Na temporada atual, os dois se tornaram a primeira dupla de irmãos estrangeiros a atuar no maior campeonato de basquete do Brasil, mas agora eles foram mais longe.

Após o término do NBB6, os times começaram a fazer suas mudanças, anunciar permanências, dispensas e contratações. Foi aí que o Pinheiros avisou a todos: Jason Smith era o novo jogador do clube do Jardim Europa.

Oriundos de uma família completamente envolvida com o basquete, Joe e Jason já trabalhavam juntos no J Smith Hoops, empresa que promove clínicas para crianças e adolescentes nos Estados Unidos. Seus outros irmãos atuam em lugares diferentes do mundo, em Portugal e no Uruguai, enquanto a mais nova está no último ano do ensino médio e também trilha o caminho das quadras.

Essa, porém, é a primeira vez que os irmãos Smith jogam juntos, no mesmo time. “Eu fiquei muito animado quando descobri que iríamos jogar no mesmo time e isso é uma coisa incrível. Estamos muito animados, nossa família está muito feliz. É quase um sonho, porque jogamos juntos só por diversão algumas vezes, mas poder disputar o Paulista com ele e participar desses primeiros meses foi algo muito bom. É uma sensação especial, não muitos irmãos têm essa chance”, disse o mais velho, Joe.

Joe e Jason Smith protagonizaram o primeiro duelo entre irmãos estrangeiros na história do NBB (Ricardo Bufolin/ECP)

Joe e Jason Smith protagonizaram o primeiro duelo entre irmãos estrangeiros na história do NBB e agora fazem a primeira dupla de irmãos no mesmo time no campeonato

“É uma situação quase perfeita para mim. Eu gosto de jogar no Brasil, me sinto bem aqui, e estar perto do meu irmão é muito bom. O fato de estarmos jogando no mesmo time é o máximo porque na quadra eu vou saber que sempre vou ter alguém para me ajudar. E é sempre bom saber que tem uma pessoa para cuidar de você”, afirmou Jason, o mais novo.

Acostumados a jogar juntos desde pequenos, mas nunca em um time profissional, essa é a primeira vez que a família Smith vê dois irmãos no mesmo time. O efeito em quadra, para ambos, é positivo.

“Temos uma sincronia em quadra. Eu conheço os movimentos dele, sei quando ele está cansado ou mais disposto. É uma sintonia boa e não precisamos falar. Basta olhar para ele para saber o que está pensando”, analisou Joe.

“Eu joguei contra o Joe a minha vida inteira e até durante o verão, quando estamos treinando nos Estados Unidos juntos, não costumamos ficar no mesmo time. É muito bom jogar com ele porque ele sabe onde estou e eu sei onde ele está na quadra”, disse Jason.

Além do jogo dentro da quadra, Joe e Jason também aproveitam a proximidade para passarem mais tempo juntos como família.

“É ótimo estar perto da minha família. O ano passado foi a minha primeira oportunidade de jogar perto de outro Smith. Nós somos muito próximos. Então, comigo aqui em São Paulo eu e o Joe jantamos juntos umas três vezes por semana, passeamos, e eu ainda consigo ver o meu sobrinho e a minha cunhada, por quem tenho grande carinho. Então, é muito bom”, disse Jason.

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Seguindo à risca o ditado “em time que está ganhando não se mexe”, Flamengo entra no NBB7 quase sem mudanças para manter hegemonia

Força do elenco é uma das apostas para o Flamengo seguir fazendo história no basquete brasileiro (Gaspar Nóbrega/FIBA Américas)

Força do elenco é uma das apostas para o Flamengo seguir fazendo história no basquete brasileiro

O Flamengo terminou o NBB6 como campeão. Antes disso venceu a Liga das Américas e depois conquistou o mundo na Copa Intercontinental da FIBA ao superar o Maccabi Tel-Aviv no Rio de Janeiro. Para terminar, foi até os Estados Unidos enfrentar times da NBA na pré-temporada da liga norte-americana. Não é para qualquer um, mas também não é moleza.

Praticamente com o mesmo elenco que levou todas as conquistas mencionadas acima, a equipe rubro-negra volta para sua sétima temporada do maior campeonato de basquete do país com apenas um reforço, mas mais forte do que nunca.

O argentino Walter Herrmann integrou o time carioca no começo de agosto, visando os desafios que o Flamengo teria pela frente. Com um currículo invejável – ouro olímpico com a seleção argentina, MVP da Liga Argentina, da Liga ACB, passagem pela NBA, títulos em seu país natal e na Espanha – o ala pivô foi adicionado ao elenco campeão para substituir Shilton, Washam e Douglas Corrêa, os únicos dispensados da equipe.

O pivô Jerome Meyinsse, MVP da Final do NBB6, teve o contrato renovado com o Flamengo e segue com o time após pré-temporada intensa

O pivô Jerome Meyinsse, MVP da Final do NBB6, teve o contrato renovado com o Flamengo e segue com o time após pré-temporada intensa

Além da chegada de Herrmann e da saída dos três jogadores, o time do Flamengo ainda conta com o retorno definitivo do ala armador Vitor Benite, que ficou de fora de toda a última temporada devido a duas lesões no joelho direito. De volta à ativa na Final contra o Paulistano, o jovem de 24 anos tem no NBB7 a chance de se firmar como um dos melhores em sua posição para o futuro do basquete brasileiro.

Ademais, Marcelinho Machado, Nicolás Laprovittola, Olivinha, Marquinhos, Meyinsse, Cristiano Felício, Gegê, Chupeta, Diego Marques, Danielzinho e o próprio técnico José Neto, seguem no Flamengo para o NBB7.

Mesmo permanecendo com o elenco praticamente intacto, o rubro-negro começa uma nova temporada com uma trajetória cheia de desafios engrandecedores. Tanto a disputa do Mundial, que deu o status de campeão do mundo ao Flamengo, quanto os amistosos na NBA, levaram ao time carioca experiências diferentes e únicas, tornando quase que uma obrigação o sucesso na temporada.

Com uma grande responsabilidade e um legado a ser defendido, o Flamengo estreia no NBB7 contra o Paulistano, em uma reedição da Final do NBB6, no dia 31 de outubro, às 19h30, no Ginásio Antônio Prado Júnior (SP).

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20
outubro / 2014

Após terminar em sétimo lugar no NBB6, Bauru chega ao NBB7 como um dos favoritos ao troféu; confira as mudanças do elenco bauruense

Após cinco meses, a espera pela sétima edição do NBB está chegando ao final. Faltam pouco mais de dez dias para a bola laranja subir para o principal campeonato de basquete do Brasil.

Com o NBB prestes a começar, o Território LNB traz uma análise das movimentações das equipes durante toda a intertemporada.

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A última temporada do Bauru começou em grande estilo com o time do interior de São Paulo conquistando o Campeonato Paulista 2013 ao bater o Paulistano na final. Atuando na Liga Sul-Americana, o time comandando pelo técnico Guerrinha também caminhou muito bem, chegando até o Final Four, porém, sendo eliminado pelo Aguada, do Uruguai e tendo que ficar com a medalha de bronze do torneio internacional.

No NBB6, o Bauru se manteve na parte da cima da tabela durante todo o campeonato e conseguiu fechar a fase de classificação na oitava colocação com campanha de 18 vitórias em 32 jogos. Com a oitava melhor campanha da primeira fase, o time do interior de São Paulo enfrentou o Basquete Cearense (nono colocado) nas oitavas de final do NBB6.

Famoso por varrer seus adversários na fase oitavas de final (NBB2: 3×0 no Assis, NBB3: 3×0 no Paulistano e no NBB4: 3×0 na Liga Sorocabana), o Bauru não decepcionou e passou de fase vencendo as três primeiras partidas contra o time do estado do Ceará.

Na fase seguinte, o time do interior de São Paulo encarou o Flamengo e até conseguiu largar bem na série vencendo a primeira partida no Rio de Janeiro. Porém, no restante da série só deu o time rubro-negro que acabou vencendo três jogos seguidos e eliminou os bauruenses da disputa da sexta edição do NBB, deixando a equipe dirigida por Guerrinha na sétima colocação geral do Campeonato Nacional.

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Após a temporada 2013/2014 o Bauru teve de arcar com a perda de vários jogadores de seu elenco. Andrezão (média de 4,3 pontos por jogo na última temporada) e Fernando Fisher (média de 7,2 pontos) partiram para o Basquete Cearense, Lucas Tischer (média de 8,1 pontos) foi para o caçula Rio Claro, Lucas Avelino (média de 1,9 pontos) assinou com o Palmeiras, o jovem Scaglia (média de 4,3 pontos) foi para o Brasília e o argentino Fabian Barrios (média de 9,2 pontos) deixou o Bauru por conta de problemas familiares.

Apesar das perdas importantes, o time comandado pelo técnico Guerrinha conseguiu a permanência de jogadores importantes de seu elenco. Os armadores Ricardo Fischer e Larry Taylor, o ala Gui Deodato e o pivô Murilo Becker assinaram suas extensões contratuais com o Bauru até 2016, e depois de uma temporada disputada  com a camisa do Bauru, o pivô Thiago Mathias também renovou seu contrato por mais um ano.

Sendo o único técnico que comanda a mesma equipe desde a primeira edição do NBB, Guerrinha foi premiado pelos bons resultados à frente do Bauru, renovando seu contrato e permanecendo no comando do time bauruense para mais uma temporada.

Robert Day e Jefferson_BAU e Neto_PALNão satisfeito com as grandes renovações, o Bauru foi ao mercado e obteve total êxito em suas contratações para a temporada 2014/2015.

O primeiro reforço foi nada mais nada menos que o ala norte-americano Robert Day. Melhor ala do NBB5, Day foi o cestinha de sua ex-equipe Uberlândia durante as quatro temporadas em que defendeu a camisa do time mineiro (NBB3: 18,3 pontos por jogo, NBB4: 17,2 pontos por jogo, NBB5: 17,9 pontos por jogo, e NBB6: 17,6 pontos por jogo).

Um dia depois de anunciar Robert Day, o Bauru divulgou a contratação do ala Alex Garcia. Eleito o melhor defensor do NBB durante as seis edições do campeonato, Alex deixou o Brasília após escrever seu nome na história do clube candango, vencendo três edições do NBB, uma Liga das Américas e duas Ligas Sul-Americanas.

O Bauru seguiu agitando o mercado brasileiro ao anunciar mais uma grande contratação para seu elenco. Eleito o melhor ala/pivô do NBB6 e também principal reboteiro do campeonato (média de 9,8 sobras por jogo), Jefferson William deixou a equipe de São José após três anos e partiu para defender as cores do Bauru.

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Visando não só apenas o NBB, como também a disputa da LDB (Liga de Desenvolvimento de Basquete), o Bauru também contratou o jovem armador Carioca. O jogador de apenas 20 anos defendeu o Sport Recife na Liga Ouro 2014, tendo médias de 13,9 pontos por jogo durante toda a competição.

Com grande carreira no basquete espanhol, o pivô brasileiro Rafael Hettsheimeir foi o último reforço anunciado pelo Bauru. Hettsheimeir estava na Espanha desde 2005 e chegou a atuar no Real Madrid e por lá conquistou o título nacional em 2013. Já como jogador do Bauru, o pivô defendeu as cores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Espanha, que aconteceu no mês de setembro.

Se já tinha um elenco forte, o Bauru conseguiu aumentar muito o nível de seu time, que já começa a dar os primeiros frutos para seus torcedores. Já contando com os serviços de todos os seus reforços em quadra, o Bauru está na final do Campeonato Paulista 2014 e tenta vencer o rival Limeira para conquistar o bicampeonato do título estadual.

O Bauru estreia no NBB7 contra o Brasília, no dia 4 de novembro, às 20 horas, no Ginásio Panela de Pressão, em Bauru (SP)

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20
outubro / 2014

Depois de chegar ao segundo playoff da curta história do time, Basquete Cearense volta para o NBB7 com quase todo o elenco renovado

Elenco do Basquete Cearense para o NBB7

Elenco do Basquete Cearense para o NBB7

Na temporada passada, o Basquete Cearense disputou seu segundo NBB. Assim como na primeira vez em que participou do maior campeonato de basquete do Brasil, conseguiu uma vaga nos playoffs e jogou as oitavas de final contra um time paulista, desta vez o Bauru, sendo eliminado em três partidas.

Agora, para o NBB7, o time nordestino conta com um elenco quase completamente renovado e tem como objetivo chegar ainda mais longe.

No NBB6, o Basquete Cearense teve uma campanha de 15 vitórias e 17 derrotas, somando 46,9% de aproveitamento. Na fase de classificação, acumulou importantes vitórias contra times como Brasília, São José, Bauru, Limeira, Franca, Uberlândia e Palmeiras, do qual venceu os dois embates da temporada.

Os principais pontuadores do time foram Brandon Brown (15,44 pontos por jogo), Felipe Ribeiro (13,24 pontos por jogo), André Góes (10,17 pontos por jogo), Devon Hardin (9,94 pontos por jogo) e Drudi (8,09 pontos por jogo). Porém, quase tudo mudou na pré-temporada do Basquete Cearense.

Todos esses jogadores, os cinco maiores pontuadores do Basquete Cearense no NBB6, foram para outras equipes. Permaneceram no elenco Davi Rosseto, Erick Camilo, Sualisson, Romulo, Victor e Alexandre, além do técnico Alberto Bial. Por isso, o comandante tratou de levar novos nomes para a equipe nordestina.

Brandon Brown, do Basquete Cearense, e Fernando Fischer, do Bauru

Brandon Brown, que jogou no Basquete Cearense e agora defende o Rio Claro, e Fernando Fischer, contratação da equipe nordestina para o NBB7, antes parte do elenco do Bauru

A principal contratação foi o ala Fernando Fischer, que chegou do Bauru onde disputou as 6 primeiras edições do campeonato. O jogador, conhecido por seus arremessos de três pontos – que lhe renderam o apelido de “Gatilho de Ouro” e dois títulos no torneio de 3 Pontos do jogo das Estrelas – vai reforçar o elenco cearense junto a outro companheiro de Bauru, Andrezão, além de Jefferson Socas, ala-armador que atuou no Franca, o norte-americano Rashaun McLemore, que jogou o NBB6 no Espírito Santo, Patekoski, ex-Mogi das Cruzes, o pivô Adriano Machado, ex Minas, além de Tiagão, vindo do Palmeiras.

Com os jogadores que permaneceram na equipe e a adição dos reforços, o Basquete Cearense luta, novamente, por uma chance de chegar aos playoffs, principal objetivo do time.

Além da busca pela vitória dentro das quadras, a única equipe nordestina no NBB tem como objetivo difundir o basquete na região. Por isso, assim como na temporada passada diversas atividades foram realizadas com crianças de todo estado, este ano os jogadores já estiveram em contato com a população para levar não só o nome do Basquete Cearense, mas da modalidade como um todo.

O Basquete Cearense estreia no NBB7 contra o Franca, no dia 4 de novembro, às 20 horas, no Ginásio Pedrocão (SP).

E aí, você torce para o representante do NBB no Nordeste? Acha que o time tem ido bem? E o que espera para a temporada 2014/2015? Deixe a sua torcida para a equipe!

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Para esquentar as turbinas antes do início do NBB7, o Território LNB preparou 11 listas de Top 7 pra você!

Listas geram, invariavelmente, grandes polêmicas. Por mais que se estabeleçam critérios – objetivos ou não – tem sempre alguém pra discordar. Ou dos parâmetros das escolhas, ou então por uma simples questão de gosto. É um tal de “acho que tinha que entrar esse no lugar daquele” e por aí vai.

Mas como o Território não é de amarelar, o blog ignorou as polêmicas e juntou toda equipe de comunicação da LNB para criar 11 listas antes do início da 7ª edição do campeonato!

Como se trata do NBB7, foram selecionados 7 nomes para cada seleção! Sendo que cada atleta só pode aparecer, no máximo, em duas listas.

Ao todo são 11 categorias, é Top7 que não acaba mais!

Este especial prévio do NBB7 começa amanhã (21), com a categoria Jovens Talentos, e vai até 31 de outubro, dia que começa o campeonato!

Sempre com um Top7 por dia, não perca!

E, claro, não deixe de comentar! Nos conte suas preferências, aquele jogador que não poderia ter ficado de fora e aquele outro que não deveria ter entrado. Nós fizemos o nosso Top7, mas também queremos saber como seria a sua lista, participe!

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