Feed RSS

Troféu Larry O’Brien, da NBA, estará no Brasil durante torneio no Rio de Janeiro e evento 3x em Barueri

Troféu Larry O'Brien será acompanhado do brasileiro Tiago Splitter, no Rio de Janeiro e em São Paulo (Divulgação NBA)

Troféu Larry O’Brien será acompanhado do brasileiro Tiago Splitter, no Rio de Janeiro e em São Paulo (Divulgação NBA)

O troféu conquistado pelo San Antonio Spurs nesta temporada – o quinto de sua história – estará no Brasil neste fim de semana. Presente tanto no Torneio Super Bra de Basquete, no Rio de Janeiro, quando no evento NBA 3x, em Barueri, os fãs brasileiros de basquete terão a oportunidade de ver um dos prêmios mais desejados do mundo.

A iniciativa faz parte do tour mundial promovido pelo San Antonio Spurs, que leva o seu troféu aos países nos quais tem membros na equipe. O Larry O’Brien – nome do troféu – já passou pela Argentina, com Manu Ginóbili, esteve em New Hampshire, nos Estado Unidos, com Matt Bonner, e também viajou para a Austrália, para ficar ao lado de Patty Mills.

“A vinda do Troféu Larry O’Brien é uma forma de estender a comemoração pela conquista dos Spurs. A vinda da taça ao Brasil valoriza ainda mais a façanha do Tiago Splitter, nosso primeiro campeão da NBA, uma oportunidade para os fãs de ficarem bem perto de algo tão mágico e especial como esse troféu”,  afirmou Arnon de Mello, diretor-executivo da NBA no Brasil.

O Brasil é o próximo destino do troféu que é feito com prata esterlina e dourada. O conceito é de uma bola entrando em uma cesta, sendo que a bola do troféu tem praticamente o mesmo tamanho da utilizada em partidas da NBA.

“Ter o troféu no Brasil é algo maravilhoso. Recebi muito carinho dos fãs, dos torcedores depois do título da NBA. Foi algo que mexeu comigo, e a vinda da taça é a oportunidade de dividir um pouco da alegria pela conquista com eles, com público, amigos e família”, comentou Splitter, que está com a Seleção Brasileira se preparando para a disputa da Copa do Mundo da Espanha.

Larry O’Brien foi um comissário da NBA, antes de David Stern. O norte-americano tem uma vasta história política, inclusive é forte nome presente no caso Watergate. Antes de entrar na liga de basquete, foi presidente do Comitê Democrata dos Estados Unidos e dos Correios do país.

O nome do troféu do campeão da NBA, antes de Larry O’Brien, era Walter A. Brown Trophy, outro comissário do campeonato. Hoje, o antigo prêmio do campeão está no Hall of Fame.

Tiago Splitter acompanhará a taça tanto no Rio de Janeiro, durando o Desafio Super Bra de Basquete quanto em São Paulo no NBA 3X (Divulgação NBA)

Tiago Splitter acompanhará a taça tanto no Rio de Janeiro, durante o Desafio Super Bra de Basquete quanto em São Paulo no NBA 3X (Divulgação NBA)

Nenhum comentário para essa publicação: Ver comentários

Vin Baker, campeão Olímpico em 2000, coloca sua medalha de ouro em leilão; lance mínimo é de R$78 mil

0128b_Auc42_lg

Medalha conquistada por Baker nos Jogos Olímpicos de 2000

Para a grande maioria dos atletas, receber uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos é o ponto máximo da carreira, porém, parece que a conquista da medalha de dourada não significou tanto assim para a vida do ex-ala/pivô norte-americano Vin Baker. Campeão dos jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, com a camisa dos Estados Unidos, o jogador quatro vezes selecionado para o jogo das estrelas da NBA colocou seu ouro ganho em solo australiano em leilão.

A medalha conquistada por Baker começará a ser leiloada a partir da próxima terça-feira, 29 de julho, no site da empresa Grey Flannel. Os interessados pelo item raro terão que desembolsar no mínimo 35 mil dólares (78 mil reais aproximadamente).

Esse lance mínimo foi bastante criticado pelos especialistas nesse tipo de leilão, pois os mesmos acham que esse pedido inicial foi muito ambicioso, já que outra medalha olímpica foi leiloada no inicio do mês de julho por uma bagatela de 33 mil reais, aproximadamente.

 Essa medalha leiloada foi conquistada em 2004 pelo ala Carmelo Anthony, do New York Knicks. Nas olimpíadas de Atenas em 2004, os Estados Unidos perderam para a Argentina na semifinal e acabaram conquistando “apenas” a medalha de bronze. Considerado um resultado péssimo por Anthony, ele havia dado sua medalha para um parente, que depois de tê-la por dez anos, resolveu leiloá-la.

1 - Cópia (2)

Vin Baker (à dir.) no momento da entrega de sua medalha de ouro nas Olimpíadas de 2000, em Sydney, Austrália

Nenhum comentário para essa publicação: Ver comentários
25
julho / 2014

Rubén Magnano e Laprovittola fazem do bigode um dos protagonistas do Sul-Americano e da Copa do Mundo

Stamp-Feminino-botton-LPor Roberta Rodrigues

Técnico Rubén Magnano mudou o visual para a Copa do Mundo de Basquete da Espanha (Gaspar Nóbrega)

Técnico Rubén Magnano mudou o visual para a Copa do Mundo de Basquete da Espanha (Gaspar Nóbrega)

Estilo é o que não falta em times. Cada jogador tem o seu jeito diferente de ser. Na seleção brasileira, não um jogador, mas o técnico, tem sua marca registrada. Rubén Magnano é conhecido por seu bigode, que mantém desde a época de Atenas de Córdoba. Ou, pelo menos, mantinha.

Neste ano, de Copa do Mundo, o argentino abriu mão do bigode, mas garante que não tem nada a ver com superstição. “Foi minha esposa quem pediu. Ela já vinha pedindo há algum tempo, mas agora deu certo”, disse o comandante. “Nosso trabalho é em quadra, não dependemos de amuletos. O que vale é o que fazemos quando jogamos”.

Outro hermano argentino também está com algo diferente em seu rosto. Nicolás Laprovitolla, armador do Flamengo e da seleção argentina, resolveu adotar o look cavanhaque e bigode. Alguns de seus companheiros de equipe e amigos tiraram sarro, mas sua noiva, e novamente a figura da mulher, o defendeu dizendo que gosta do estilo que adotou.

Laprovitolla com seu companheiro de equipe exibe o novo bigode no Instagram

Laprovitolla com seu companheiro de equipe exibe o novo bigode no Instagram

Os companheiros de equipe não perderam tempo em tirar um sarro do argentino, que foi protegido por sua noiva

Os companheiros de equipe não perderam tempo em tirar um sarro do argentino, que foi protegido por sua noiva

Nenhum comentário para essa publicação: Ver comentários

Ex-auxiliar de pedreiro é convidado por técnico Rubén Magnano para os treinos da seleção brasileira

Gemerson está treinando com a seleção brasileira e busca espaço entre os 12 nomes que viajarão para a Espanha

Gemerson está treinando com a seleção brasileira e busca espaço entre os 12 nomes que viajarão para a Espanha

Gemerson tem uma história um tanto quando inspiradora. Ex-auxiliar de pedreiro, o jogador costumava ajudar o seu pai durante as obras que fazia. Eram tijolos, cimento e blocos carregados diariamente, labuta que auxiliou na construção do seu físico, um dos seus pontos fortes hoje em dia.

Em pouco tempo, Gemerson, se tornou um nome importante no cenário nacional, sendo convocado para a Seleção Brasileira sub19. Agora, o técnico Rubén Magnano o convidou para participar dos treinos de preparação para o Mundial da Espanha.

Devido à boa campanha do Paulistano no NBB6, o jogador se destacou e está concentrado junto aos melhores jogadores do Brasil. Apesar de não ser um dos convocados e estar entre os convidados, Gemerson sabe que as chances de conquistar uma vaga no elenco que viaja ao país Ibérico não são pequenas.

O mesmo aconteceu com Raulzinho, em 2010, quando foi convidado e acabou entrando no plantel que embarcou para a Turquia. “Eu sei dessa história. O Raulzinho é meu amigo e eu tenho essa mesma expectativa. Vou trabalhar duro para que isso aconteça”, afirmou Gemerson ao GloboEsporte.com.

O ala tem aproveitado a situação para receber conselhos e aprender com jogadores já consagrados no cenário internacional, como Nenê, Varejão e Splitter, este último campeão da NBA.

Gemerson tem uma história inspiradora e ensina, através de suas atitudes, que todos podem acreditar e que sonhos podem se tornar realidade. Quem vai ao treino da Seleção Brasileira pode ver os esforços do ala que, ao final dos treinos, continua uma sequência incansável de arremessos.

Com a vivência que de bloco em bloco se constrói uma casa, o jogador aprendeu que é de arremesso em arremesso se conquista uma vaga na seleção.

Nenê e Gemerson em treino da seleção brasileira

Nenê e Gemerson em treino da seleção brasileira

Nenhum comentário para essa publicação: Ver comentários

Na volta ao cenário basquetebolístico, Vasco da Gama vence Macaé na final e conquista o Torneio Carioca

Capitão do Vasco, Ricardinho, comemora o título

Capitão do Vasco, Ricardinho, comemora o título

O Vasco foi um dos principais times de basquete do Brasil nos anos 1990. Com uma história vasta em títulos, o trem bala da colina da bola laranja tem em sua trajetória a honra de ser o único clube do país a ter jogado contra uma equipe da NBA, durante o McDonald’s Open, em 1999, quando perdeu para o San Antonio Spurs de Tim Duncan e David Robinson. Depois de um tempo, finalizou as atividades do time de basquete, mas voltou, e com tudo.

O time do Rio do Janeiro participou do Torneio Carioca de Basquete, o segundo maior do estado, e se sagrou campeão após sete anos fora de ação. Com o elenco formado por Matheus Rios, Assis Santos, Renato Souza, Douglas Lorite, Marcelo Maia, Ricardo Augusto, Pietro Gentile, Marcellus Sarmento, Bernardo Gomes, Jones Mayrink, Diego Santana e Bruno Langsdorff, e comandado pelo técnico Christiano Pereira, a tradicional equipe venceu o Macaé no segundo jogo da final por 83 a 51.

A decisão aconteceu no Ginásio do Club Municipal, na Tijuca, e contou com uma arquibancada lotada de torcedores vascaínos. Conhecidos pela sua paixão, os cruz-maltinos apoiaram o time em todo o momento e comemoram com euforia a vitória do Gigante da Colina.

Pivôs Vargas e Tim Duncan no McDonald's Open, em 1999

Pivôs Vargas e Tim Duncan no McDonald’s Open, em 1999

“Tive que conter as lágrimas ao entrar em quadra e ver o ginásio lotado. Me lembrei do passado, quando a gente fazia uma bela festa no Maracanãzinho e no Tijuca. Eu tenho 28 anos de Vasco e diversos títulos conquistados. Quando a gente acha que já viu tudo, surge um jogo com esse de hoje”, afirmou emocionado o treinador Christiano Pereira. “Esse grupo foi escolhido a dedo. São grandes jogadores, grandes homens. Eles sempre tiveram identidade com o clube. Sabíamos que o Vasco tinha time para chegar ao triunfo. Foi o que aconteceu. Nosso objetivo é colocar o Vasco novamente no cenário do basquete nacional”.

Na história do basquete nacional, o time de São Januário tem forte presença marcada em diversos campeonatos, com uma coleção de títulos de brilhar os olhos. Foram um Vice-Mundial, dois Sul-Americanos, duas Ligas Sul-Americanas e dois Campeonatos Brasileiros, além dos incontáveis Campeonatos Cariocas.

Diversos nomes importantes já fizeram parte do elenco do Vasco. No feminino, Janeth Arcain representou a camisa com a Cruz de Malta, assim como Demétrius, Helinho, Rogério, Vargas,Chuí e Nenê, além dos técnicos Hélio Rubens e Alberto Bial.

Nenhum comentário para essa publicação: Ver comentários