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Página do NBB no Facebook chega às 200 mil curtidas e se coloca como referência no cenário esportivo nacional e internacional

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Não é sempre, e nem todo mundo, que consegue 200 mil curtidas no Facebook. A página do NBB, que está há três anos e dez meses na rede social, atingiu essa marca no sábado, dia 21, e só tem a agradecer ao torcedor que avidamente acompanha as atividades do maior campeonato de basquete do Brasil na rede social.

Com essa marca, o NBB também tem o orgulho de estar entre as maiores entidades esportivas do país, abaixo apenas das que envolvem futebol, no Facebook. O basquete brasileiro supera páginas importantes do esporte nacional como as das Confederações Brasileiras de Vôlei (199.801 fãs), Futebol de Salão (153.354), Judô (61.688), Handebol (60.016) e o próprio basquete (39.424).

Além disso, a página do NBB também está a frente de importantes entidades de basquete ao redor do mundo. A FIBA Americas por exemplo, conta com 113.072 fãs, a ACB, da Espanha, considerado por quase todos como a melhor liga nacional de basquete do mundo fora da NBA, tem 92.212 likes, enquanto a LNB da Argentina e a LNB da França têm, respectivamente, 57.024 e 10.907 seguidores cada.

A marca de 200 mil fãs no Facebook vem de árduo trabalho realizado desde o dia 4 de novembro de 2011, no NBB 4. Desde então, a equipe de comunicação da Liga Nacional de Basquete tem colocado todo o esforço em atender ao torcedor que tem se mostrado tão interessado em saber cada vez mais no basquete nacional. Mas não só por aqui.

Desde as matérias em nosso site, até os posts no Território LNB e passando pelos do Facebook, Twitter e Instagram, a intenção é deixar os brasileiros cada vez mais por dentro de tudo o que acontece no universo da bola laranja. E, para a nossa alegria, o resultado tem sido cada vez mais positivo

São textos, artes com contagem regressiva e recordes atingidos pelos jogadores durante o NBB, curiosidades e informações de eventos de basquete fora da alçada da LNB, como a própria Copa Intercontinental que passou, organizada pela FIBA, o Campeonato Paulista, da Federação Paulista de Basquete e das próprias NBA e Euroliga.

Enfim, todo esse trabalho, na verdade, é um tanto quanto prazeroso para todos os envolvidos. Mas agradecemos principalmente a você, torcedor, por todo o apoio! E garantimos que, pelas próximas 200 mil curtidas em nossa página no Facebook, não vai faltar conteúdo de qualidade!

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Com 5 mundiais de clubes nas costas e um título com o Sírio, Marcelo Vido, hoje diretor do Flamengo, fala do duelo com o Maccabi em 1980

Diretor de Esportes Olímpicos do Flamengo, Marcelo Vido tem uma longa e exitosa trajetória basquete. Medalha de bronze com a Seleção Brasileira no Mundial das Filipinas, em 1978, ele ainda disputou mais duas Copas e dois Jogos Olímpicos com o selecionado nacional, além de 5 mundiais de clubes, um deles com título, em 1979, atuando pelo Sírio. Por essas e por outras Vido pode ser chamado de o senhor Mundial!

E se dentro das quadras ele teve uma carreira de muito brilho, o mesmo se aplica à vida depois que dependurou a basqueteira! Engenheiro mecânico de formação, Vido logo se interessou pela área de gestão e marketing esportivo. fez pós graduação em gestão empresarial na Fundação Getúlio Vargas (FGV)  e, bolsista da CNPQ, fez mestrado em administração esportiva na Universidade de Liverpool, de onde pode acompanhar de perto toda a revolução da Premier League inglesa, um dos casos de maior sucesso no esporte mundial.

Depois de bons trabalhos na Secretaria de Esportes do Estado de Minas Gerais, no Comitê Olímpico Brasileiro, no Atlético Mineiro e no Minas Tênis Clube, Vido chegou ao Flamengo para trabalhar com Alexandre Póvoa na reestruturação dos esportes olímpicos rubro-negros.

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E os resultados não demoraram a aparecer. Basta lembrarmos que, após sua chegada, o Flamengo já venceu duas edições do NBB, uma da LDB e ainda faturou o inédito título da Liga das Américas, e de forma invicta!

Como falamos acima, Marcelo Vido tem uma ampla experiência mundialista. E nela inclui-se o vice campeonato no Mundial de 1980, atuando pelo Franca. E sabe que foi o campeão mundial daquele ano? Justamente o Maccabi Tel Aviv, adversário do Flamengo na Copa Intercontinental 2014.

Vido falou com o Território sobre aquele Mundial de 1980, em Sarajevo, na extinta Iugoslávia.

Primeiro vou relembrar um pouco o período daquele Mundial né. Era 1980, após Jogos Olímpicos de Moscou, a Iugoslávia era a campeã olímpica e os Estados Unidos haviam boicotado a Olimpíada na capital soviética. O Bosna, que eu havia ganhado em 1979 com o Sírio, sediou o evento e era um time fortíssimo. Ainda tinha o Real Madrid, que dispensa comentários, o Maccabi que era um timaço com Berkovich, Aulcie Perry, Earl Williams, Motti Aroesti, um selecionado universitário dos Estados Unidos e Franca que também era uma equipe muito forte com Adílson, Gílson, Robertão, Guerrinha, Hélio Rubens, Sílvio Malvesi, Fausto, era uma verdadeira Seleção Brasileira. Eu não disputei toda a temporada por Franca, fui convidado pra jogar só o Mundial. Me lembro muito bem desse campeonato. Estreamos vencendo o combinado universitário, depois colocamos 43 pontos no Real Madrid, o que é algo histórico, perdemos pro Maccabi na penúltima rodada e fechamos vencendo o Bosna por um ponto em um jogaço, uma partida alucinante. Não ficamos com esse título por muito pouco. Na penúltima rodada o Bosna também venceu o Real, por apenas dois pontos na prorrogação. Se os espanhóis tivessem vencido esse jogo teríamos um empate triplo com Maccabi e o próprio Real e aí nossa vitória por 43 pontos sobre os ibéricos nos daria o título com certa tranquilidade.

O diretor do Flamengo também falou das diferenças entre aquele Maccabi que ele enfrentou em 1980 e o de agora, que o rubro-negro carioca encara na HSBC Arena nesta sexta e domingo.

Aquele Maccabi que enfrentei em 1980 estava só começando sua trajetória de conquistas no âmbito europeu, o de agora é muito mais poderoso. Fico impressionado com o programa do time israelense que conseguiu se manter no topo do basquete europeu – o melhor do mundo fora da NBA – nesses últimos 30, 35 anos. Um trabalho assim é de se louvar e, sem dúvida alguma, é uma inspiração pra gente que almeja ter um programa de sucesso tão longevo assim.

Vido também falou como está vivendo este Mundial, agora ocupando uma função diretiva.

Eu estou muito feliz! disputei 5 Mundiais de Clubes, dois com Franca, um com o Corinthians e dois com o Sírio, time pelo qual fui campeão, aliás, único time brasileiro a conquistar o Mundial de Clubes. Agora voltar disputar esse título, desta vez como gestor, é algo que me deixa muito feliz. Essa semana eu tive duas reuniões com o Neto, com a comissão técnica  e com os jogadores. O que eu mais falei pra eles foi pra aproveitarem. Porque eles podem ter outra oportunidade de jogar um Mundial, mas eles têm que ter em mente que essa é um oportunidade muito rara, uma oportunidade que pouquíssimas pessoas têm, então acima de tudo precisam desfrutar desse momento.

Vido confessou que anda um tanto quanto nervoso com a proximidade da decisão.

Até semana passada eu estava muito tranquilo. Sempre fui muito bem resolvido em relação à minha carreira, em relação a parar de jogar, mas confesso que nos últimos dias tô ficando um pouco nervoso. Não sei se pelo adversário, ou pela competição extremamente importante, ou até mesmo pelas lembranças né, mas tenho estado mais nervoso com a aproximação do torneio.

Apesar do sucesso do Flamengo, o diretor lembra que o objetivo do seu trabalho é muito maior que levantar troféus, é criar um programa de basquete sólido e duradouro, importante não só para o clube, mas para a modalidade como um todo no país.

O Flamengo tem uma vasta história não só no basquete, mas nos esportes olímpicos como um todo. Vir pra cá foi realmente um grande desafio, mas também um desafio muito prazeroso. 2013 foi muito difícil, 2014 já está sendo melhor e esperamos que 2015 seja melhor ainda. Ganhamos dois NBB’s, um título inédito da Liga das Américas e uma LDB, mas pra quem almeja ter um programa de excelência eu diria que a gente está só na metade do caminho. Os títulos já chegaram, no adulto e na base, mas o nosso objetivo é outro, é bem maior que ganhar títulos.

Ele considera que o clube ainda está longe da excelência, mas acredita no trabalho que está sendo desenvolvido.

É um processo longo e até doloroso. Acho que ainda estamos bem longe da excelência, mas o importante é que estamos trabalhando pra chegar lá. Hoje o basquete do Flamengo já é autossustentável do ponto de vista financeiro, mas isto é só uma parte também. Autossustentabilidade no esporte não é só se pagar, é manter um programa por 20, 30 anos, é ter um bom ginásio, boa sala de musculação, tem que ter processos e metodologias que funcionem, tem que ter uma escola de iniciação esportiva. Nosso projeto está longe de ser referência, de ser um programa de excelência, mas estamos trabalhando sério e tentando criar uma estrutura que vai nos ajudar lá na frente.

Vido ressaltou a importância do trabalho de base para o sucesso do projeto rubro-negro.

Pra ter um programa que perdure por um longo tempo você tem que ter necessariamente uma base forte. Mas quando digo base vai desde lá na detecção de talentos, passando pelo recrutamento e a formação, como já fale anteriormente. Então o trabalho na base é muito importante, aliás, é fundamental pro nosso sucesso a médio e longo prazo.

E quando perguntado sobre a decisão deste fim de semana, Vido não titubeou.

Eu estou muito confiante. Sei das dificuldades que enfrentaremos, mas confio em nossa equipe. O Maccabi é um timaço, vem super credenciado depois de vencer o Final4 da Euroliga batendo CSKA de Moscou e Real Madrid, duas das maiores potências do basquete mundial. Mas nossa equipe também é muito boa, está muito bem preparada e tem totais condições de encarar o Maccabi de igual pra igual. Nosso time é muito equilibrado, temos 5 jogadores muito experientes (Marcelinho, Marquinhos, Olivinha, Carracter e Hermann), 4 jovens, mas já com uma boa rodagem (Benite, Laprovittola, Meyinsse, Gegê e Felício) e mais algumas promessas como Chupeta, Diego e Danielzinho. É um time muito equilibrado, vencedor, que manteve sua base e que joga diante de sua torcida que é sempre um fator de desequilíbrio, então acho que temos boas chances sim! Mas temos que jogar com inteligência neste primeiros jogo, o regulamento é um pouco diferente do que estamos acostumados e temos que saber jogar com ele, tem que ser inteligente pra saber que uma derrota por pouco na 1ª partida pode não ser um resultado tão ruim assim, tem que entender o regulamento.

Imagem: Território LNB
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José Neto fala da expectativa pela disputa do título mundial e de sua meteórica ascensão na carreira de técnico

Como Raul Seixas disse na canção Prelúdio,

sonho que se sonha só é só um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade.

E a frase serve pra exemplificar bem os conceitos de José Neto, técnico do Flamengo. Dono de uma ascensão meteórica na carreira de treinador desde que assumiu o Joinville, no NBB4, o comandante rubro negro é um cara que acredita no trabalho, na coletividade e, também, nos sonhos.

José Neto, do Flamengo

Nesta quinta, 25 de setembro, o Território bateu um papo com ele após a coletiva oficial da Copa Intercontinental, o Mundial de Clubes do Basquete que será disputado por Flamengo e Maccabi Tel Aviv nesta sexta (26) e domingo (28), no Rio de Janeiro.

O comandante rubro negro, atual campeão das Américas, falou, entre outras coisas, da expectativa pelos jogos contra os atuais campeões europeus.

A expetativa é muito grande pela importância da competição. Quando cheguei ao Flamengo faltavam dois títulos ao clube; a Liga das Américas, que ganhamos de forma invicta, e a Copa Intercontinental. Mas a gente sabe que a importância do Mundial vai muito além do Flamengo, o torneio é muito importante para o basquete brasileiro. Então estamos muito focados pra conquistar esse título inédito pro clube e tão importante pro momento do basquete brasileiro, sabemos da nossa responsabilidade e estamos preparados.

Neto também falou sobre o sucesso recente do Flamengo lembrando que os títulos são importantes, mas que o objetivo principal é outro, é construir no clube um programa de basquete que seja a maior referência da modalidade em toda América Latina.

Os títulos ajudam porque potencializam toda essa ideia de um programa de sucesso que seja referência no basquete brasileiro e latino-americano. Mas com certeza nosso projeto pro basquete do Flamengo vai muito além dos títulos. A gente quer contribuir com o basquete brasileiro, quer formar atletas, quer criar estrutura não só pro clube, mas pra modalidade. A ideia é seguir crescendo e evoluindo e, lá na frente, nos tornarmos uma referência nacional e continental.

Apesar da enorme diferença estrutural e financeira entre o basquete europeu e latino, o treinador flamenguista acredita que, dentro de quadra, a coisa se equipara.

Dentro de quadra a diferença é bem menor que fora, sem dúvida alguma. O jogo é universal, as informações hoje estão disponíveis pra todos, então a diferença de estrutura entre o basquete europeu e latino é bem maior que a diferença dentro de quadra.

Mas mesmo com esse oceano de diferenças que separa o basquete dos dois continentes, Neto acredita que o Flamengo possa conquistar o título Mundial.

Logicamente a gente acredita na conquista. A gente sabe das qualidades do Maccabi, ninguém é campeão europeu por acaso, mas nós também temos um bom time e ainda jogamos em casa e contamos com essa torcida que é inigualável! Estamos muito confiantes que vamos fazer dois bons jogos contra eles e se realmente fizermos dois bons jogos temos boas chances de conquistar o título.

O treinador também falou do jogo como uma imposição de ritmos e estilos, e disse que seu time está preparado para enfrentar a equipe de Israel.

O ritmo das partidas será muito importante. O Maccabi tem um jogo bem americano, com muita transição, velocidade. E se eles conseguirem impor esse ritmo de jogo nós vamos ter muita dificuldade. Mas nós estamos preparados pra combater as virtudes deles e colocarmos o nosso jogo, se conseguirmos impor nosso jogo acredito que eles também terão  dificuldade.

José Neto também lembrou do jogo Brasil e Grã-Bretanha, nos Jogos Olímpicos de Londres. Nesta partida Neto e Goodes, técnico do Maccabi, se encontraram como assistentes; Neto de Magnano na Seleção Brasileira e Goodes de Chris Finch no esquadrão bretão.

Lembro bem desse jogo e acho que esse time do Maccabi tem algumas coisas bem parecidas com aquela Seleção da Grã-Bretanha. São times que gostam muito de transição, aquele chegar jogando que a gente fala. São times que jogam em velocidade, com ataques bem rápidos, algumas vezes até com poucas trocas de passe, mas tudo muito bem coordenado, muito bem sincronizado. A gente sempre traz alguma coisa dos trabalhos na seleção, não só da seleção, mas de conceitos que vemos por aí né.

Pra finalizar, Neto falou de sua ascensão meteórica nos últimos anos. Depois de assumir o Joinville no início do NBB4, ele se transferiu para o Flamengo na temporada seguinte e desde então já faturou dois títulos nacionais, uma Liga das Américas, de forma invicta, e agora tem a chance de conquistar o Mundial Interclubes!

Não vou te falar que eu esperava, mas era algo que eu sonhava. E sempre busquei trabalhar duro pra realizar meus sonhos, é algo que levo não só no basquete, mas na vida como um todo. É assim que eu trabalho, é assim que formo minhas equipes. E se eu consegui ter uma ascensão tão rápida no basquete isto aconteceu graças aos times que dirigi, graças aos jogadores e às comissões técnicas porque no basquete ninguém conquista nada sozinho, as conquistas são sempre coletivas. A gente parte de um sonho e trabalha duro, com muita dedicação, pra alcançar este sonho. E hoje estamos aqui, disputando um título Mundial pelo Flamengo!

Imagem: LNB
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Marcelinho evita comparações com seus ídolos de 1981, mas sabe que o título Mundial o faz mudar de patamar na história do Flamengo

Chegou o dia, nesta sexta, às 21h30, Flamengo e Maccabi Tel Aviv fazem o 1º jogo da Copa Intercontinental, o Mundial de Clubes de Basquete.

Rubro-negro de ir ao Maracanã com o pai, Marcelinho Machado é um dos atletas mais mobilizados para a decisão.

Marcelinho Machado, do Flamengo

E o Território falou com o camisa 4 flamenguista sobre a expectativa para os jogos contra a equipe israelense.

Expectativa muito boa, é uma honra poder jogar uma final de Campeonato Mundial, ainda mais pelo Flamengo. A gente quer se colocar à altura desse desafio. A gente tem uma equipe muito forte, uma equipe que ganhou tudo ano passado e que manteve sua base, manteve 90% do elenco e ainda se reforçou pra temporada e pra esse campeonato especificamente.

O capitão rubro-negro falou que não vê a hora da bola subir.

Estamos muito ansiosos pra começar logo o jogo.  A gente sabe que vai enfrentar um grande adversário, campeão europeu, mas a gente também sabe das nossas forças, queremos entrar logo em quadra pra fazermos nosso melhor e tentar vencer.

Machado sabe que uma conquista deste porte coloca não só ele, mas também seus companheiros, em outro patamar na história do clube.

Ser campeão com a camisa do Flamengo é demais, ser campeão Mundial então! Ontem tive a oportunidade de encontrar com o Júnior, que foi campeão mundial de futebol pelo clube, ele me falou que colhe até hoje os frutos desse título de 1981. Aí dá pra gente ter uma ideia da importância de uma conquista deste tamanho. E pra mim, rubro negro de arquibancada, de ir ao Maraca com meu pai, seria ainda mais especial!

Apesar de poder igualar o feito da geração de 1981, Marcelinho evita comparações com seus ídolos e lembra que, para um fã, seu objeto de adoração sempre estará em um plano superior.

Um fã não consegue nunca se colocar à altura dos seus ídolos. Só de surgir esse tipo de comparação, de hipótese, eu fico lisonjeado, muito feliz mesmo. Mas jamais vou me comparar a esses caras; Zico, Nunes, Adílio, Andrade, Júnior, esses caras são os meus ídolos e pra mim estão em outro patamar.

Pra finalizar o camisa 4 avisa, o grupo rubro-negro sabe das dificuldades que encontrará diante do Maccabi, mas eles vão em busca de fazer história!

É lógico que vencer um Campeonato Mundial e ainda jogando no Rio ajudaria que eu e meus companheiros colocássemos nossos nomes definitivamente na história do Flamengo. E nós vamos atrás desse título!

Fundamental para a chegada do Flamengo ao Mundial, Marcelinho foi eleito o MVP da Liga das Américas 2014 (Samuel Vélez/FIBA Américas)

Imagens: LNB
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Maccabi Tel-Aviv foi o primeiro time a vencer um time da NBA em um ginásio da liga norte-americana

Em outubro de 2005, o Maccabi Tel-Aviv foi até o Canadá enfrentar o Toronto Raptors, em uma partida amistosa. O time israelense surpreendeu a todos, inclusive o então comissário da NBA David Stern, ao vencer a franquia canadense por 105-103.

A vitória foi conquistada nos milésimos finais com um arremesso de Anthony Parker, faltando 0,8 segundo por jogar. O ala armador deixou 24 pontos na súmula, seguido por seu companheiro Nikola Vujcic, hoje gerente da equipe e que naquela oportunidade anotou 21 pontos e recolheu 10 rebotes.

Pelo lado canadense, Chris Bosh foi o cestinha, com 27 pontos e 12 rebotes. Jalen Rose, também do Raptors, fez 18 pontos.

Essa foi apenas a segunda vez que um time de fora da NBA venceu uma franquia da liga norte-americana desde a retomada de amistosos internacionais pela liga dos Estados Unidos, em 1987. A outra partida que terminou com vitória de um time europeu foi em 1988, quando o Atlanta Hawks perdeu para o time da União Soviética de 132 a 123.

Mas essa ainda não é a parte mais importante. O Maccabi fez história contra o Raptors, em 2005, ao se tornar o primeiro time da FIBA a derrotar um da NBA em um ginásio da franquia norte-americana.

O time israelense já havia vencido outros 3 times da NBA; o Bullets em 1978, o Suns e o Nets em 1984, além de um  combinado com Moses Malone e Doctor J em 1980, mas todos os triunfos aconteceram em seu ginásio, o mítico Yad Eliyahu de Tel Aviv, em Israel.

Naquela partida de 2005, 17.281 pessoas estavam presentes na partida entre o Toronto Raptors e o Maccabi Tel-Aviv. Entre os espectadores, estava o cônsul-geral de Israel, que celebrou a vitória do time de seu país.

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