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NBB Caixa

O Juquinha ferveu!!!

Macaé Basquete MAC 78
x
69 Mogi MOG
25
1ºQ
X
13
16
2ºQ
X
14
15
3ºQ
X
23
22
4ºQ
X
19

Gin. Tênis Clube Macaé

29 de abril de 2015

Diante de Juquinha completamente lotado, Macáe abre grande vantagem no 1º tempo, segura reação do Mogi e assume liderança da série quartas de final: 2 a 1

DOCUMENTOS:
Súmula Borderô
78
X
69
78
PTS
69
10
A3C
7
15
A2C
20
18
LLC
8
32
RT
32
14
ASS
11

Pts: Pontos RT: Rebotes ASS: Assistências A3C: Arremessos de três certos A2C: Arremessos de dois certos LLC: Lances livres certos
(*) Colocação refere-se a rodada em que esta partida foi realizada

Nesta quarta-feira, o Macaé Basquete provou sua força, aplicou virada e agora lidera a série quartas de final do NBB7. Atuando ao lado de sua fanática torcida, no Ginásio Juquinha, a equipe macaense teve grande desempenho no início do jogo, conseguiu administrar sua vantagem no restante da partida e deu grande passo na série quartas de final, ao bater o Mogi das Cruzes/Helbor por 78 a 69 e assumir a liderança do confronto: 2 a 1.

Com grande atuação já no primeiro quarto, o Macaé o aproveitou o início tímido de seu rival e já abriu 12 pontos de vantagem no começo do jogo. Depois de segundo período muito equilibrado, a equipe mogiana teve excelente terceiro período e chegou a reduzir a desvantagem para apenas três pontos. Porém, no período derradeiro, empurrados por um ginásio completamente lotado, o Macaé foi mais uma vez melhor e garantiu a vitória em casa.

“Nosso time terminou a fase de classificação de um jeito muito estranho, com cinco derrotas seguidas sendo que quatro foram em casa. Faltava apenas uma vitória para a nossa classificação para os playoffs e isso deixou nossa equipe nervosa. Não é algo normal limitar o Mogi a fazer apenas 69 pontos em um jogo, e esse é um fato muito importante. Tivemos esse mérito durante a série contra o Minas e estamos fazendo um grande trabalho também contra o Mogi”, comentou o jovem armador Pedrinho Rava, do Macaé.

Mais uma vez o Macaé contou com os talentos do armador norte-americano Jamaal. Cestinha da equipe macaense com 18 pontos, Jamaal teve atuação importante principalmente no segundo tempo, quando liderou o time do litoral norte-fluminense a mais uma vitória nos playoffs do NBB7.

O ala Eddy, com 16 pontos de 20 tentados (80% de aproveitamento) e seis rebotes, e o jovem armador Pedrinho Rava, que saiu do banco para anotar 11 pontos, também tiveram atuações cruciais para o triunfo macaense.

Pelo lado mogiano os principais destaques foram o ala/armador Filipin, cestinha da partida com 21 pontos, o ala norte-americano Shamell, autor de 20 pontos, e o pivô Wagner, que fechou o jogo com seis pontos e dez rebotes, nove deles ofensivos.

“O primeiro quarto foi um período que todos os jogadores do Macaé ficaram personalizados e com a torcida jogando junto, eles se contagiaram. Depois eles jogaram o restante do jogo em função desta volúpia do primeiro quarto. Sabemos da qualidade do time deles, mas precisamos vender mais caro as cestas deles, já que sofremos muitos pontos através de jogadores livres. Temos que ser mais agressivos e voltar com a nossa característica, que é possuir uma defesa muito forte”, disse Gustavinho, do Mogi.

Liderando a série por 2 a 1, o Macaé volta a receber o Mogi, no Ginásio Juquinha, na próxima sexta-feira (01/05), às 19h30 (horário de Brasília), para o duelo válido pelo quarto jogo da série quartas de final. Atuando mais uma vez ao lado de sua torcida, a equipe macaense pode garantir a classificação história para a semifinal em caso de vitória. Já para o Mogi seguir vivo no confronto, precisa vencer o duelo de sexta, para forçar o quinto e decisivo jogo da série.

“A força que essa torcida apaixonada nos dá é algo incrível, eles são o sexto jogador do nosso time com certeza. A gente sabe que não tem nada ganho na série ainda, precisamos vencer a partida de sexta-feira, para aí sim pensar em semifinal. Sabemos que será mais um jogo difícil, porém agora é descansar e mais uma vez estudar muito eles para irmos bem na próxima partida”, concluiu Pedrinho.

O jogo

O começo do confronto foi bom para as defesas. Com poucos pontos dois dos lados nos primeiros minutos, o Macaé conseguiu primeiro deslanchar no jogo. Aproveitando o baixo aproveitamento nos arremessos de seu adversário até então, a equipe macaense, com destaques para Eddy e Jamaal, abriu nove pontos de vantagem no placar (18 a 9). Mesmo após pedido de tempo do técnico Paco Garcia, na tentativa de frear o grande momento do Macaé e também de ajeitar seu time, o time comandado por Léo Costa continuou avassalador e com nova sequência de pontos, conseguiu fechar o primeiro quarto na frente: 25 a 13.

Dando sequência à seu grande momento no jogo, o Macaé começou o segundo período com cinco pontos contra nenhum do Mogi e abriu 17 pontos de vantagem (30 a 13). No decorrer período as duas equipes se equilibraram em quadra, as duas defesas voltaram a falar mais alto, e a pontuação dos dois lados ficou por bastante tempo baixo. Já nos últimos minutos, tanto Macaé quanto Mogi acertaram a mão e melhoraram seus desempenhos ofensivos, melhor para a equipe macaense que venceu mais um período (16 a 14) e fechou a primeira etapa com 14 pontos de vantagem (41 a 27).

O Macaé abriu o terceiro período com quatro pontos seguidos e chegou a 18 pontos de vantagem (45 a 27), porém protagonizado por Filipin, dono de aproveitamento perfeito (oito pontos de oito tentados), o Mogi anotou 12 pontos seguidos e colocou fogo no jogo, ao reduzir sua desvantagem para apenas seis pontos (45 a 39).

Após pedido de tempo do técnico macaense, Shamell colocou o Mogi no jogo de vez, ao acertar mais um arremesso para 3 pontos e deixar o placar 45 a 42. Vendo seu rival encostar no placar, o Macaé se acalmou, voltou a pontuar, devolveu o equilíbrio na partida e chegou a esboçar uma nova tentativa de abrir vantagem, ao anotar seis pontos seguidos já no final do período. Porém com cravada do pivô Wagner, no último segundo, o Mogi confirmou a vitória no terceiro período e entrou no período derradeiro perdendo por seis pontos (56 a 50).

Decidido a não dar chances de reação ao Mogi, o Macaé começou o último período de partida com tudo e voltou a ter vantagem maior a dez pontos no placar. Mesmo mais uma vez muito atrás do placar, o Mogi não se deu por vencido e, liderados novamente por Shamell e Filipin, conseguiu melhorar seu desempenho ofensivo no período, porém o Macaé freou de vez a tentativa de reação mogiana e fechou a terceira partida da série com a grande vitória.

“A gente analisa muito bem o Mogi, mas só analisar não faz diferença. O importante mesmo é ter determinação. Nosso time precisa estar focado e determinado a fazer tudo o que o nosso técnico passa para a gente. Estamos jogando contra um dos melhores poderios ofensivos do Brasil, contra o cestinha do NBB 7, mas estamos conseguindo segurá-los. Temos que continuar nessa pegada defensiva, continuar concentrado e ter a mesma garra de sempre”, analisou Márcio Dornelles, do Macaé.