HOJE
O MVP é o MVP
Por Marcius Azevedo, Gabriel Rocha
Atual MVP do NBB CAIXA, Brite assume o protagonismo nos momentos-chave e conquista pela primeira vez o prêmio de MVP do Jogo das Estrelas, liderando o Time Shamell ao título
Quando o jogo cresce, Dontrell Brite cresce junto. E, desta vez, foi além. Atual MVP do NBB CAIXA, o armador do Bauru Basket transformou o Ginásio do Ibirapuera em território próprio, dominou os instantes decisivos e conquistou, pela primeira vez, o prêmio de melhor jogador do Jogo das Estrelas. O americano assumiu o centro da cena no palco da edição de 2026 e conduziu o Time Shamell a um título que recolocou os estrangeiros no topo depois de anos.
Brite fez exatamente o que se espera de um pontuador de elite. Chamou o jogo nos momentos de maior pressão, acelerou o ritmo quando o NBB Mundo precisou e decidiu com a naturalidade de quem está acostumado a esse tipo de responsabilidade. Sua atuação na final refletiu o seu atual momento: agressivo, eficiente e, sobretudo, decisivo.

Brite recebe o troféu de MVP do Jogo das Estrelas 2026. Foto: Marcos Limonti / RELANCE
Em um dos momentos mais importantes da final contra o Time Wini, Brite apareceu com uma bola de três pontos convertida, mesmo sofrendo falta, lance que incendiou a equipe e mudou o rumo da partida. Sem esquecer que ele ainda converteu o lance livre de bonificação. O impacto começou antes. Na semifinal contra o Time Felício, foi o cestinha do Time Shamell.
Sua performance teve peso simbólico. O NBB Mundo entrou em quadra com um objetivo claro: vencer por Shamell, em sua última participação no Jogo das Estrelas. E Brite assumiu essa missão.
“Estou indo muito bem nesse momento da minha carreira. O trabalho que eu venho fazendo nessas últimas temporadas estou mostrando agora, no momento certo. Em termos de Jogo das Estrelas, queríamos ganhar esse jogo para o Shamell. É a última temporada dele, então queríamos mandá-lo embora com o título do Jogo das Estrelas”, afirmou.
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O discurso virou atitude dentro de quadra. “Ele estava falando há tempo que precisávamos ganhar esse jogo. E ele chegou aqui, falou: ‘Vamos ganhar, galera’. E aí todo mundo estava focado e, nesse último jogo, todo mundo estava matando bola.”
A conquista ainda encerrou um jejum de nove anos sem vitórias do NBB Mundo, que havia conquistado o Jogo das Estrelas pela última vez em 2017, coincidentemente no Ibirapuera e com Shamell como MVP. O jejum virou combustível extra para o grupo. “Era para ele, mas os caras estavam falando que o Time Mundo não ganhava há nove anos. Tínhamos de ganhar. E agora temos de continuar ganhando”.
Entre o coletivo e o brilho individual, Brite saiu como o nome da noite. Não apenas pelo troféu de MVP, mas pela forma como decidiu quando o jogo pediu. Em uma noite de espetáculo, ele foi precisão. Em uma noite de homenagem, foi protagonista.
O Jogo das Estrelas 2026 é um evento organizado pela Liga Nacional de Basquete com patrocínio máster das Loterias, da Caixa Econômica, do Governo Federal, parceria oficial do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), chancela da Confederação Brasileira de Basketball, bola oficial Molten, marca oficial Kappa, patrocínios oficiais Eurofarma, Whirlpool e Skyone, apoio da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo, da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal e da Rádio Mix.
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