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Carta aberta

17-04-2026 | 08:43
Por Liga Nacional de Basquete

Presidente da LNB, Rodrigo Montoro reconhece legado de Oscar Schmidt, o maior nome do basquete brasileiro, e destaca sua influência na construção e no fortalecimento da modalidade

Hoje é um dia muito triste para o esporte brasileiro. Oscar Schmidt foi mais do que um grande jogador, um cestinha, um campeão. Ele foi um ícone que transcendeu o esporte e inspirou seguidas gerações no mundo inteiro. Foi um símbolo de luta, persistência e amor ao que fazia.

As histórias do Oscar se aplicam para qualquer pessoa em qualquer área. Muitos diziam que a mão dele era “Santa”, mas ele mesmo fazia a correção dizendo que era “mão treinada”. Talvez o maior exemplo de que o trabalho duro te leva ao sucesso. Todos nós aprendemos isso com ele.

Hoje, na figura de presidente da Liga Nacional de Basquete, reconheço a importância do Oscar para o desenvolvimento da modalidade no Brasil. Quantas pessoas não se apaixonaram por basquete depois de ver Oscar Schmidt jogar? Quantas gerações não se espelharam nele para alcançar seus sonhos?

Rodrigo Montoro, presidente da LNB. Foto: Marcos Limonti / RELANCE

Além de exemplo de dedicação, Oscar também tinha um patriotismo fora do comum. Recusou a NBA para seguir defendendo a camisa da nossa Seleção. Fez história nas quadras brasileiras e impactou o mundo como um “precursor” da bola de 3 pontos, que foi lançada em 1984 e hoje é uma das bases do jogo de basquete.

Mesmo depois que se aposentou das quadras, Oscar seguiu sua missão de contribuir com o basquete e propôs as primeiras reflexões sobre o modelo de liga no Brasil. Essa iniciativa certamente colaborou para termos o conceito forte e estruturado que temos hoje na nossa entidade.

Se hoje estamos aqui, vivendo de basquete, sabemos que Oscar Schmidt foi um dos que pavimentou o caminho que hoje percorremos com tanta certeza. Que o legado dele não se perca nunca. Que mesmo não estando entre nós, que suas histórias sigam inspirando gerações e impactando vidas ao redor do mundo.

Com carinho,

Rodrigo Montoro