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Devidamente empatado


Ginásio da ASCEB
Com terceiro quarto arrasador, Brasília faz valer fator casa, domina Caxias do Sul no Ginásio da ASCEB e empata série oitavas de final do NBB CAIXA em 1 a 1
Por Liga Nacional de Basquete


Está tudo igual na série oitavas de final entre UniCEUB/Cartão BRB/Brasília e Banrisul/Caxias do Sul Basquete. Nesta quarta-feira, o time da capital federal se recuperou da derrota no Jogo 1 com um expressivo triunfo sobre os caxienses, no Ginásio da ASCEB, pelo placar de 95 a 67, e empatou o confronto que vale vaga nas quartas de final do NBB CAIXA 2015/2016 em 1 a 1.
O NBB CAIXA é uma competição organizada pela Liga Nacional de Basquete (LNB), em parceria com a NBA, e conta com o patrocínio master da CAIXA, o patrocínio da SKY e o apoio do Ministério do Esporte, Avianca e Spalding.
O cara: Com 22 pontos, além de cinco rebotes e três assistências, o ala/pivô Guilherme Giovannoni foi um dos grandes responsáveis pelo triunfo candango. Durante o terceiro quarto, em que sua equipe decretou de vez sua vitória, o capitão anotou 11 pontos e liderou a deslanchada dos donos da casa na partida.
Fala aí: “Desde que saímos de Caxias do Sul no primeiro jogo só falamos sobre ritmo. Naquele jogo eles tiveram um ritmo muito intenso, o que nos faltou, e por isso perdemos. Sabíamos que essa era a chave da vitória. Conversamos sobre isso e combinamos jogaríamos somente assim até o final da série, independente se vencer ou perder, e é isso que fizemos hoje e que vamos fazer até o fim”, comentou o ala Arthur, do Brasília.
E agora: Agora com tudo igual na série, Brasília e Caxias desempatarão a parada já nesta sexta-feira (08/04), novamente no Ginásio da ASCEB, na capital federal, às 21h45 (de Brasília), com transmissão ao vivo através dos canais SporTV. Depois disso, a vaga para as quartas de final pode ser definida na segunda-feira (11/04), no Jogo 4, em Caxias do Sul (RS), às 20h05.
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Pulo bola - Ronald, do Brasília, e Marcão, do Caxias
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Ronald, do Brasília, e Betinho, do Caxias
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Deryk, do Brasília, e Betinho, do Caxias
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Marcão, do Caxias
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Giovannoni, do Brasília, e Marcão, do Caxias
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Arthur, do Brasília
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Pilar, do Brasília
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Vinícius Gobor, do Caxias, e Jefferson Campos, do Brasília
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Alex Oliveira, do Caxias, e Deryk, do Brasília
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Betinho, do Caxias, e Deryk, do Brasília
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Cipolini, do Brasília
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Comemoração Pilar e Fúlvio, do Brasília
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Giovannoni, do Brasília, e Stabile, do Caxias
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Gustavinho, do Caxias, e Fúlvio, do Brasília
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Gustavinho, do Caxias, e Jefferson Campos, do Brasília
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Deryk, do Brasília, e Gustavinho, do Caxias
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Gustavinho, do Caxias, e Fúlvio, do Brasília
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Guto, do Caxias, e Fúlvio, do Brasília
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Ronald, do Brasília
Também ajudaram: Quem também se destacou pela equipe brasiliense foi o ala/armador Jefferson Campos, que saiu do banco e anotou 14 pontos, e o armador Deryk Ramos, responsável por 14 pontos, cinco assistências, cinco roubos de bola e 19 de eficiência. Com nove pontos e seis rebotes, o ala/pivô Cipolini foi outra peça importante para o time candango.
Momento chave: Depois de ir para o vestiário ganhando por 44 a 33, o Brasília matou o jogo no terceiro quarto. Após um susto no começo da parcial, quando o Caxias chegou a cortar a diferença para cinco pontos (44 a 39), os candangos responderam com uma corrida de 16 a 0 que deixou sua vantagem em 21 pontos (60 a 39). No último quarto, a margem chegou a ser de 35 pontos (86 a 51), e o triunfo candango apenas foi tranquilamente administrado até o final.
Bem que tentaram: Pelo lado do Caxias, quatro atletas ultrapassaram a marca dos dez pontos na pontuação, sendo três deles vindos do banco de reservas: Alex Oliveira (13), Dida (12) e Diego Conceição (11), além do armador titular Gustavinho (12).
Números comprovam: Amplamente superior, o Brasília abusou de seu intenso jogo de transição e alguns números podem provar este fato. Nas bolas de 2 pontos, foram 28 conversões em 41 tentativas (68,3% de aproveitamento). Enquanto isso, nas assistências, o time da casa distribuiu 21, e o Caxias deu apenas 12.
Fala aí: “O que diferencia um time do outro é intensidade. O diferencial do Jogo 1 para esse foi a intensidade. Naquele jogo marcamos quadra inteira, desgastamos eles, e hoje foi o contrário. Eles que tomaram iniciativa, apertaram a gente quadra inteira e não permitiram nossa movimentação. Eles são campeões sul-americanos, por isso não dá pra deixar eles jogaram. Precisamos marcar duro e tirar eles de posição para buscar a vitória no Jogo 3”, disse Gustavinho, do Caxias.