HOJE
Números da sorte
Por Marcius Azevedo
Quando a camisa vai além da quadra e revela histórias de escolhas, símbolos e crenças do basquete às Loterias CAIXA; saiba o motivo da escolha de Andrezão, pivô do Bauru Basket
Entre superstição, identidade e ambição, os números também jogam, e no basquete eles carregam histórias que vão muito além da camisa. Assim como nas Loterias CAIXA, em que cada número pode representar sorte, escolha e expectativa, a numeração de um atleta costuma refletir trajetória, referências e até objetivos pessoais. No caso de Andrezão, do Bauru Basket, a relação com os números acompanha sua evolução em quadra e traduz bem esse simbolismo.

Andrezão com o 23, número que escolheu para defender o Bauru Basket. Foto: Bryan Assis/Bauru Basket
A camisa 10 foi o primeiro número da sorte do pivô. No imaginário esportivo, o 10 carrega o significado do talento e do protagonismo: é o número dos craques, dos jogadores que fazem o jogo fluir e assumem responsabilidades. Na numerologia, o 10 representa recomeços e liderança, a soma perfeita entre o início (1) e o todo (0). Foi com ela que Andrezão atuou pelo Cerrado Basquete, consolidando espaço e identidade. No entanto, no Paulistano (por causa de Victão, atualmente no Corinthians) e, posteriormente, no Bauru Basket, sua atual equipe, o número já tinha dono. Alex Garcia, o “Brabo”, símbolo de liderança e história, manteve a 10, abrindo caminho para uma nova escolha.
E aí entra a 23, um número que, assim como nas apostas das Loterias CAIXA, carrega peso, crença e ousadia. No esporte, o 23 é imediatamente associado a Michael Jordan, sinônimo de excelência, competitividade e grandeza. Na numerologia, o 23 é visto como o número do movimento, da coragem e da busca por desafios maiores, exatamente o espírito de quem quer dar o próximo passo na carreira. Ao vestir a 23, Andrezão assume não apenas uma homenagem, mas também uma cobrança interna por evolução constante.

Andrezão, com o 10 na temporada pelo Cerrado Basquete, na marcação de Alex, o responsável por ele trocar para o 23 no Bauru Basket. Foto: Mateus Tourinho
“Desde que comecei no basquete, eu sempre gostei de jogar com a 10. Foi o número que usei na minha temporada no Cerrado. Mas aí, quando vim para o Bauru, tive que trocar, porque o Brabo já era o dono dela. Então resolvi escolher a 23, porque é um número simbólico, com um peso grande. Os melhores jogadores usam a 23, então acho que é uma maneira de me cobrar a batalhar por coisas grandes”, afirmou o pivô, que coincidentemente tem feito uma grande temporada pelo Bauru Basket, sendo um dos destaques do NBB CAIXA 2025/26.
Entre a tradição da camisa 10 e o desafio da 23, Andrezão mostra que, no esporte como na sorte, os números não são apenas escolhidos. Eles contam histórias, criam expectativas e apontam caminhos. E quando a bola sobe, seja na quadra ou na aposta, acreditar no número certo também faz parte do jogo.
O NBB CAIXA é uma competição organizada pela Liga Nacional de Basquete, com patrocínio máster das Loterias, Caixa Econômica, Governo Federal, parceria do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), chancela da Confederação Brasileira de Basketball, bola oficial Molten, marca oficial Kappa, patrocínio Cruzeiro do Sul Virtual e parcerias oficiais IMG Arena, Genius Sports, EY e NBA.
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